BE propõe imposto sobre bens mobiliários

Francisco Louçã “defendeu a aplicação de uma taxa mínima de 0,7 por cento – igual ao IMI – sobre toda a acumulação de valores acima de 100 mil euros, 1,5 por cento para valores de mais de 1 milhão de euros e entre 1,5 e 2,5 por cento para o património acima dos 2 milhões como forma de financiar programas de criação de emprego.”

Falamos de uma receita para o estado calculada em  600 milhões de euros.

Diogo Leite de Campos reagiu de imediato:

– 100 000 euros em acções? mas isso são as poupanças de um pobre na miséria!

Nota para analfabetos: bens mobiliários são aqueles que podem ser mexidos de um lado para o outro: acções, depósitos, etc. Os imobiliários é que são tipo casas: essas manteriam o mesmo IMI que já pagam.