No dia da greve de professores, abri o Público com aquela náusea de quem antecipa um daqueles intermináveis e intelectualmente gordurosos artigos de José Manuel Fernandes herdeiro, na sua raiva acéfala aos professores e ao ensino público, do anterior director deste jornal. O número desse dia era minúsculo (mais pequeno que o Diário de Coimbra…) e, página a página, lá fui sentindo o alívio de quem não tem de aturar o desaforo habitual. Só havia o jornalismo medíocre do costume, ponteado por algumas raras luzes de razão e decência.
De súbito, João Carlos Espada (JCE), de quem Miguel Esteves Cardoso diz, com razão, “ser o mais servil, bem intencionado e burro dos campeões portugueses do liberalismo” ( só tenho dúvidas quanto ao “bem intencionado)! Em texto encimado pela foto em que tenta fazer pose de grande pensador, olhando o infinito, o Espada lá desbobina o seu habitual, confuso e pouco fundado arrazoado. Li tudo. Céu, como custou! Mas li. [Read more…]







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