A mini-hídrica do Mondego e o homem que odeia Coimbra

Imagine um rio pelo qual os peixes não sobem desde que lhe meteram um açude no meio. Ao fim de muitos anos lá se constrói uma escada para peixes que custou 3,6 milhões de euros.

Vai daí o governo do homem que têm um ódio profundo à cidade onde se formou como engenheiro técnico decide construir uma mini-hídrica 10 km acima. Custo: 3,5 milhões, obra já licenciada à… Mota-Engil. Bingo.

A mini-hídrica do Mondego não tem ponta por onde se lhe pegue: produzirá uma quantidade ridícula de electricidade, termina com as descidas do rio em canoa (500 000 euros/ano que vão rio abaixo) e sobretudo é um crime ambiental digno desse grande assassino de rios, de seu nome José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa. Para oferecer uma obra aos amigos que se lixe a lampreia, que se trame o turismo, que se dane o maior rio português. Pode ser que o Politécnico de Coimbra ainda lhe dê um doutoramento honoris causa.

Mais informações no blogue da Plataforma Mondego Vivo e assine a petição respectiva.