
Desde que o Sr. Jones se exilou na Lutetia Parisiorum e que o Napoleon das finanças passou a governar Portucale, dá o Squealer o timbre de tenor a uma propaganda de segunda categoria, muito distante daquela do seu antecessor. A última metáfora deste spinner de serviço foi a do carro usado. A tese centrou-se na ideia de quem vender um carro usado também dever certificá-lo como não tendo problemas. Uma óbvia inversão de papéis, já que quem compra é que deve atentar no estado da mercadoria. Mas o que torna a comparação de facto má é que um país não é um bem que se gasta e que se troca por outro novo. Não o é, pelo menos, para a maioria dos portugueses, os quais não usam o país em seu proveito para o deitar fora quando vão para os paraísos da impunidade fiscal.






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