Ou há eleições no país ou há eleições no PS

Não é meu costume concordar com o João Galamba, mas desta vez parece-me que tem toda a razão. Assinar um entendimento com PSD e CDS-PP, neste momento, seria o suicídio político de António José Seguro. Seja qual for o entendimento de que estamos a falar.
A verdade é que neste momento não há grandes sinais sobre a decisão a tomar por Seguro, que neste momento está a comportar-se como uma verdadeira puta política. Deita-se com o PSD e com o CDS-PP, deita-se com o Bloco de Esquerda e, na 5ª Feira, vai deitar-se com Heloísa Apolónia.
Uma coisa é certa: Seguro só não será o próximo primeiro-ministro se não quiser. E outra coisa: se não houver eleições no país por Seguro decidir assinar seja o que for, vai haver de certeza eleições no Partido.
Pelas afirmações de hoje do João Galamba, parece que já encontrámos o Marco António do PS…