
Parece-me impossível falar de pais e filhos sem acrescentar o complemento do sujeito um rascunho. Infelizmente nas línguas latinas, as palavras têm género ou subentendidos. Género, por existirem palavras masculinas e femininas que definem a relação. Bem como plural e singular, porque se falarmos de pai, falamos do género masculino, enquanto pais abrange aos dois géneros. O filho é o rascunho do pai, por outras palavras, a cópia do que a paternidade do bebé rapaz seria se tem um pai disciplinado e ordeiro. Diferente a maternidade e a filha.
No entanto, no género feminino a maternidade é mais ampla que o de paternidade: abrange filhos e filhas, por serem as mães as que suportam o peso da criança que tem sido engendrada, os amamenta, toma conta deles durante os seus primeiros anos da sua vida, ensinam a andar e até têm licença no seu trabalho para ficar com os bebés, até eles aprenderem a andar, comer sem apoio, serem limpos e mudados para estarem limpos e não ferir a pele do seu corpo com humores azedos, que ferem.
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