Este sujeito

Observador

Já percebeu como é que lhe vão aumum terço do empréstimo da troika foi parar à banentar o IRS?

by José Manuel Fernandes / Hoje, 00:21

Entre aumentos do IRS “para os ricos” (vulgo classe média) e mais impostos politicamente correctos, o futuro do nosso socialismo é o de todos os socialismos: durar até acabar com o dinheiro dos outros

Não merece respeito quem a ele não se dá. O artigo deste sujeito pinta um cenário onde os impostos aumentam por causa de um suposto socialismo. Mas a realidade é que, até agora, um terço do empréstimo da “troika” foi parar à banca. Chamar socialismo a isto equivale a insultar a inteligência de quem o leia.

Não é voz isolada, contudo. O seu jornal até publicou um tira teimas onde quase se conclui que foi bom negócio enterrar dinheiro na banca. E nem refere, nesse “estudo”, porque razão a CGD tem precisado de injecções de capital – precisamente, ter que emprestar dinheiro aos outros bancos.

O dinheiro dos outros tem tido um destino bem específico e José Manuel Fernandes faria melhor figura se se limitasse ao papel de jornalista.

[editado]

Comments

  1. Rui Naldinho says:

    José Manuel Fernandes, Camilo Lourenço, João Vieira Pereira, José Gomes Ferreira, entre outras figurinhas da nossa comunicação social, menos relevantes, fazem parte do rol dos “aziados” do regime. Tiveram de engolir uma Geringonça durante quatro anos, como quem come limões por laranjas. Profetizaram o fim da pátria, e a falência do regime, ansiando por um diabo vestido de São Pedro, o nosso, não o judeu.
    Colocados em lugares chave da CS, como directores, sub, ou chefes de redacção, levam a cartilha do chefe laranja ou do líder da CIP aos incautos, uma espécie de cassete neo liberal; de fazer inveja ao velho PCP, para as páginas dos jornais e canais de televisão, como se o povo estivesse disposto a dar-lhes grande crédito.
    Sonham com a vitória de Montenegro sobre Rio, e uma grande coligação à direita capaz de derrubar a “esquerda socialista”, onde até o Ventura será travestido de “sólido democrata”, tal como Sérgio Moro definiu Bolsonaro.
    Se a esquerda tiver juízo, em especial o PS que tem uma forte propensão para se deixar aliciar por corruptores, talvez esta gente fique por uns anos no purgatório da política.
    Era bom. Era mesmo muito bom. Talvez então percebessem que o mundo não foi feito só para eles.

  2. JgMenos says:

    A palavra corrupção não entra na arenga?
    Não, porque quem fala em corrupção fala necessariamente em falha do Estado, e isso a esquerdalhada sempre quer ignorar.

    • j. manuel cordeiro says:

      Até parece que a corrupção tem cor política.

      • José Peralta says:

        J. Manuel Cordeiro

        Para o “menos”… TEM !

        Corrupção para ele, é sinónimo de “esquerdalhada”…

        Sintoma de paupérrima “paleta de côres”…ou de grave daltonismo…

        • JgMenos says:

          Não te armes em desentendido!
          Não há corrupção sem leis e exemplos que o permitam e é o Estado que faz leis e as faz cumprir.
          E para exemplo é a quadrilha esquerdalha a defender um Estado que nada faz contra a corrupção, a mentira e a impunidade.
          Desde que lhes deem umas broas calam-se, os canalhas!

          • POIS! says:

            Pois!

            Está tudo explicado! Esta verborreia permanente de JgMenos resulta, afinal, de um síndroma de privação de broa! O que fazer? Experimente passar na sede do Chega que, segundo consta, ficaram lá algumas que sobraram ontem da manifestação. Fornecem serapilhjeira de transporte e tudo (com o símbolo Zero, está claro!), esteja descansado.

          • Paulo Marques says:

            Pois, o botas é que a sabia. Evitava “leis e exemplos que o permitam e é o Estado que faz leis e as faz cumprir” e não havia corrupção nenhuma, como no resto dos regimes iguais.

  3. Paulo Marques says:

    Tudo o que não for o estado financiar o capital e legislar para fazerem o que entendem é socialismo para esta gentinha. Mas a culpa é de quem não os questiona de onde vem o dinheiro para as contas certas que supostamente os mantêm acordados à noite. Vai-se a ver e estiveram caladinhos nos reinados da direita.


  4. Ignorar que a elite socialista (e dos outros partidos, já agora) anda de mãos dadas com os DDT’s deste país é o quê então?
    Até parece que a política e a banca não são faces da mesma moeda.

    • José Peralta says:

      José Silva

      E ignorar (ou insistir !) que há uma “elite socialista” em Portugal, quando ela não passa de social-democrata (com todos os seus defeitos e algumas virtudes) é o mesmo que continuar a afirmar-se, por aí, que o PSD é “social-democrata”, quando, há muito, o pensamento dos fundadores, Sá Carneiro, Magalhães Mota, Pinto Balsemão, foi destruído pela canalha ultra liberal do aldrabão coelho e do submarinista portas…

    • Paulo Marques says:

      E onde é que a cambada do Observador se queixa do capitalismo de estado? Quando muito queixam-se que os beneficiários não são quem lhes paga o ordenado – para requerer privilégios para a imprensa estão sempre prontos.

  5. j. manuel cordeiro says:

    Vamos lá ver. JMF não fala do partido socialista, mas sim de socialismo. Fica implícito que estes problemas não teriam ocorrido sem a existência de socialismo. Isto é uma falácia e uma vergonha para quem se afirme como jornalista. Em primeiro lugar, há em Portugal um Partido Socialista no governo, mas não há socialismo em Portugal. Em segundo lugar, o dinheiro não tem sido gasto em políticas sociais, desse suposto socialismo, mas sim em negócios duvidosos, corrupção e banca. É ver o chorrilho de notícias sobre o que se passa nas câmaras.

  6. Rui Silva says:

    Em Portugal há Socialismo sim.
    Quanto Socialismo há ?
    No ano passado houveram 163 dias de Socialismo.
    Pelo andar da carruagem para os próximos 4 anos teremos ainda mais dias de Socialismo…
    Quando chegarmos a 365 dias de Socialismo por ano, esta rapaziada estará satisfeita.
    Imaginem só a felicidade, não temos que pensar em nada. Só temos que trabalhar, o salário pode ir directamente para o Ministério da Finanças. E depois, o Estado responsabiliza-se pelo que comemos , lemos viajamos etc etc. A vida será perfeita não haverá desigualdade, nem fome , nem frio , um paraíso na Terra.

    RS

  7. Mr José Oliveira Oliveira says:

    Quando tudo for privado, estaremos privados de tudo!!! Ora bem !!!!

  8. JgMenos says:

    Isto parece uma assembleia de funcionários públicos…sem impostos acaba-se-lhes o mundo!

    • POIS! says:

      Pois! E acabava-se também o mundo para muitos JgMenos se tivessem o azar de lhes rebentar um cancro e não terem dinheiro para se tratar! Quem diz aos Menos, diz à família. Se é que ainda a têm.

    • Paulo Marques says:

      Sem impostos não havia moeda, era tudo pago em crédito do empregador porque a primeira não servia para nada.

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