Com um desenho, ao nível da primária, para ver se se percebe (1)

De pouco vale decretar um confinamento rigoroso para depois ter as escolas a funcionarem como uma autoestrada de contágio.

Porque estarão os decisores políticos, que não serão alheios ao óbvio, em pára-arranque quanto a manter ou não as escolas abertas?

Não havendo explicações, resta-nos adivinhar, sendo a possibilidade de libertar os pais para trabalharem sem interrupções da prole uma provável explicação.

Questões mais do foro económico do que da saúde pública com que diariamente enchem as ondas hertzianas.

Comments

  1. Luís Lavoura says:

    Não posso fazer um desenho, mas explico: as crianças são o mais importante, elas são o futuro da sociedade. Impedi-las de ter aulas presenciais prejudica fortemente a aprendizagem, sobretudo a das mais pobres, sobretudo a das que têm pais que não as podem apoiar. Prejudicar as crianças para benefício dos pais (e dos avós) é um crime.

  2. Luís Lavoura says:

    As pessoas que não querem que os filhos pequenos vão à escola não o fazem por causa de si mesmas, muito menos por causa dos filhos, mas sim essencialmente por causa dos avós.

    Muitas famílias em Portugal habituaram-se a ter os avós das crianças a tomar conta delas durante grande parte do dia. Como os avós são idosos frágeis perante a virose, não querem que as crianças sejam infetadas para que não contaminem os avós.

    A essas famílias eu digo, façam o vosso dever e passem a tomar conta dos vossos filhos como é vossa obrigação, em vez de atirarem com o trabalho para cima dos avós.

    • Nascimento says:

      Olha o inteligente. Como é que se faz isso ? Os dois trabalham e ganham uma merda. Obrigação? Em que país vives? ó adiantado mental : os Avós não tomam conta…
      Os Avós VIVEM para os NETOS! São o seu ultimo prazer da VIDA que lhes resta! Sem o seu sorriso e traquinice nada vale a pena. Queres um desenho?
      Não há , nem dá ” trabalho” em cima deles.
      Realmente só um liberaloide da treta não enxerga isto. Terminas bem: ” eu digo”??? vai mas é bada…da, pá.

  3. Paulo Marques says:

    A ciência não é clara, ainda. Talvez daqui a pouco.
    Mas o que o Luís diz é verdade, a educação é o maior equalizador que temos, e uma geração que terá o nosso legado de precarização, destruição de emprego, destruição de serviços, instituições degradas e descredibilizadas e um ambiente em frangalhos merece uma oportunidade de, pelo menos, conseguir lidar com a merda que lhes deixamos.

  4. Elvimonte says:

    Mais uma visão simplista e infantil de um “camarada cassete” simplório que ainda hoje afirmaria que o Sol gira em volta da Terra, porque é isso que os olhos enxergam, não fora terem-lhe ensinado o contrário na escola.

    Na tentativa de mitigar essa insuficiência, aqui ficam títulos de artigos científicos e excertos.

    “SARS-CoV-2 waves in Europe: A 2-stratum SEIRS model solution”
    «We searched what isolation values allow to return to normal life in 90 days minimizing final deaths, shockingly all found isolations for healthy <60 [years] were negative (i.e. coronavirus parties minimize final deaths).»

    “Effect of school closures on mortality from coronavirus disease 2019: old and new predictions”
    «(…) school closures and isolation of younger people would increase the total number of deaths, albeit postponed to a second and subsequent waves.»

    Disponha sempre.

  5. Rui Naldinho says:

    Política e demagogia sempre andaram de mãos dadas. Os nossos governantes, deputados e derivados, sabem-no bem.
    Tive a sorte de ouvir hoje de manhã, no programa da Sónia Araújo e Jorge Gabriel, na rubrica, “Consultório da Praça”, o professor Agostinho Marques, pneumologista e académico da Fac. Medicina da Uni do Porto.
    O homem disse coisas óbvias e simples de perceber para o comum mortal. Coisas essas que todos sabemos mas tardamos em interiorizar. A começar pelos políticos.
    A mitigação dos prós e contras nas medidas a tomar, para que não morrendo da doença, não se venha a morrer mais tarde da cura, tem de ser feita com muita parcimónia e de forma ponderada e o mais eficaz possível, face às contingências.
    O governo falhou?
    Talvez sim, talvez não.
    Não há milagres. Nem está ao alcance da maioria dos cidadãos, testes ao Covid 19, na mesma percentagem que faz o Ti Célito.
    Uma pandemia tem hoje um efeito devastador nas sociedades, muito superior ao das ocorridas no passado. A globalização tem um efeito de aceleração, ou se quiserem, multiplicador, no número de contágios e mutações do vírus, face ao que ocorreu em todas as outras pandemias passadas. As economias interagem hoje, como nunca.
    A mobilidade humana hoje em dia funciona como os gases. Espalham-se pelos cinco continentes, com uma rapidez impressionante.
    Ainda hoje ouvimos a notícia de que a variante do Corona virus, detectada nos últimos dias no Japão, teve origem o Brasil, mais propriamente na Amazónia. O do Reino Unido, parece ter tido origem na África do Sul.
    A única alternativa era ficarmos todos quietos. Numa espécie de clausura extrema.
    Acreditam nisso?
    Eu não.
    No dia em que isso acontecesse, haveria alguém a querer fazer negócio enquanto os outros dormiam. Aqui a palavra negócio pode significar muita coisa. Até a invasão ou ocupação física de um território, com interesse estratégico ou económico.
    O mundo sempre foi egoísta, e nestas alturas esses egoísmos tornam-se ainda mais evidentes, para além da hipocrisia comum a todos nós, Estados incluídos.

    Consultório da Praça. Ao minuto 35

    https://www.rtp.pt/play/p8250/praca-da-alegria

  6. Elvimonte says:

    Mais evidência científica.

    “Association between living with children and outcomes from COVID-19: an OpenSAFELY cohort study of 12 million adults in England”
    «Among 9,157,814 adults ≤65 years, living with children 0-11 years was not associated with increased risks of recorded SARS-CoV-2 infection, COVID-19 related hospital or ICU admission but was associated with reduced risk of COVID-19 death (HR 0.75, 95%CI 0.62-0.92). Living with children aged 12-18 years was associated with a small increased risk of recorded SARS-CoV-2 infection (HR 1.08, 95%CI 1.03-1.13), but not associated with other COVID-19 outcomes. Living with children of any age was also associated with lower risk of dying from non-COVID-19 causes. Among 2,567,671 adults >65 years there was no association between living with children and outcomes related to SARS-CoV-2. We observed no consistent changes in risk following school closure.»

  7. António Fernando Nabais says:

    Qualquer decisão é difícil e complexa. Os problemas sociais dos jovens precisam de ser resolvidos, mas a sociedade limita-se a descarregá-los nas escolas, empurrando com a barriga.
    É crime mandar as crianças para casa, mas não é crime obrigar as pessoas a correr riscos.

  8. Miguel says:

    Essa foi a preocupação que levou a fechar as escolas durante o primeiro confinamento. Entretanto, a minha percepção é que se constatou que, ao contrário do que acontece nas epidemias de gripe, as escolas não são, no caso do covid-19, centros de propagação do vírus. Se assim for, faz todo o sentido fazer tudo o que for possível para minimizar as perturbações à escolaridade das crianças.

  9. João Paz says:

    O confinamento é O CRIME como o prova, sem margem para dúvidas a experiência da Suécia.

  10. Nascimento says:

    Confinamento? Onde? nas missas? Está tudo louco? Mas afinal pode-se ir á missa? Nada contra. mas, chama-se a isto CONFINAMENTO? á la carte? posso ir á missa onde quero? E quantas vezes?
    Estão a brincar….. só pode.
    Já assistiram a uma missa dada numa loja de C.C ou cave de um prédio? Tudo ao molhe a gritar , cantarolas, e mascara e distancia… ui,ui… isto tem tudo para correr bem. Ai não!???
    Sai mais uma excepção para a mesa do canto.

    • Paulo Marques says:

      Estou em crer que se mantém a limitação de pessoas, assim não serão missas muito grandes.
      Apesar disso… laicidades.

      • Nascimento says:

        Como diz ? está em crer? Está a falar a sério? Onde tem andado?? Em que país? Em que cidade? Missas muito “grandes”? Não! são missas muito ” piquenicas”, pá! Limitação de pessoas? ahahahahahah, Onde ? nos Manás?? IURD e seus ” derivados” de caves e vão de escada?
        Ui, sabe o que é que isto no final parece: ” Ó Ernestina vamos embora q´isto foi tudo uma grande aldraViçe”! eheheheheheh… siga dança… com a Agulha e o Dedal!

  11. Professor B says:

    Nas salas de aula, o vírus, entretido a aprender, não contamina ninguém. Na rua ou em casa, é outra conversa…


  12. Curioso a facilidade com que se perdoou a Costa a decisão errada de permitir as liberdades de ajuntamento que permitiu no Natal. Curioso, como 150 mortos por dia tem exatamente a mesma reação que os 15 mortos dia de Abril… mais ainda quando ainda há meses se gritava contra um tal de Bolsonaro num país distante…

    https://barradeferro.blogs.sapo.pt/

    • Táscus Cópus says:

      O Costa pode não ser muito inteligente, admito-o, mas compará-lo a Bolsonaro ou ao Trump, só mesmo por distração. Nem o Ventura será tão burro como o Bolsonaro.

    • Paulo Marques says:

      Costa não é rei. Foi aceite pelo governo, a assembleia, o presidente, a comunicação social, e o público em geral.

  13. Filipe Bastos says:

    Alguns acham que o governo fez de menos, outros que fez de mais. Noutros países é igual, em alguns até pior.

    A malta residente tem a péssima tendência de ser mole com este governo sucateiro, mas por muito que apeteça malhar no Costa e na choninhas Temido, parece evidente que seriam sempre presos por ter cão e por não ter.

    Podemos confiar no seguinte: o Costa – o mesmo Costa do focus group de Pedrógão – está-se a borrifar para quantos morrem; mas tudo fará para proteger a sua imagem.

    O seu pior pesadelo, muito pior que o covid ou o fim do mundo, é perder popularidade. Por isso vai alternando confinamentos e aberturas, tentando manter botinhos e evitar mortes. Não pelo povão que morra; por ele próprio. O grande FDP.

    • POIS! says:

      Pois tá bem, Sr. Bastos.

      Se tem a certeza do que diz e tem provas, e não duvido, então há aqui matéria legal para condenar Costa por crimes contra as pessoas e mesmo, no limite, contra a Humanidade. O comportamento que aponta é nitidamente doloso, no mínimo cabe no chamado dolo eventual, mas pode ser ainda mais gravoso.

      Bem sei que estacionar em cima do passeio é muito mais grave mas acho que o Sr. Bastos deveria ser coerente e promover a competente intervenção das autoridades judiciais no sentido, sei lá, de investigarem o caso e promoverem a competente acusação. Pode começar pela PGR, que acho que tem intervenção nestas coisas.

      Fico à espera, já que não duvido que não deixará passar em claro comportamentos de tamanha gravidade.

    • Filipe Bastos says:

      Pois não entendi, POIS.

      Apenas constatei que o Costa tudo fará para proteger-se: não do covid, mas dos gráficos. O Costa vive para gráficos.

      Seja sondagens, níveis de aprovação ou rácios de infectados e mortos, só importa o efeito na sua imagem pulhítica. Logo, embora por narcisismo e pulhice, tenta evitar o pior.

      A haver um crime é as mortes causadas pela histeria covideira; mas tem sempre a desculpa de seguir recomendações e outros países. Não será fácil condená-lo. Em vez disso, será premiado: reeleição garantida – a culpa de tudo é do covid – e uma mega-teta europeia onde mamar. O sonho de qualquer xuxa.

      • POIS! says:

        Pois pois!

        Penso é que o Sr. Bastos já está tão contaminado pela boçalidade geral “das redes”, que já perdeu a noção da gravidade do que diz. Experimente dizê-lo cara a cara, ou então, mande diretamente para a Presidência do Conselho de Ministros.

        O que o Sr. Bastos disse:

        “Podemos confiar no seguinte: o Costa – o mesmo Costa do focus group de Pedrógão – está-se a borrifar para quantos morrem; mas tudo fará para proteger a sua imagem”.

        Desculpe lá mas, se um Primeiro-ministro se está “a borrifar” para quantos morrem o seu comportamento é doloso. Neste caso o dolo, ainda que eventual, é uma conduta muito grave, com incomensuráveis consequências.

        O Presidente da República deve ter conhecimento imediato. mas não pode ficar por aqui.

        Deve apresentar as provas que tem à PGR, imediatamente. E mesmo às instâncias internacionais comunitárias e a OMS.É um país em sofrimento que o exige, Sr. Bastos. É sua obrigação. Não nos desiluda.

      • Filipe Bastos says:

        Pois está a ver a tendência sucateira de que falo?

        Após o pior incêndio de que há memória, com 66 mortos, centenas de feridos e óbvias responsabilidades do Estado, o pulha convoca… um focus group para avaliar danos na sua preciosa imagem. Parece-lhe de quem se preocupa com tragédias e mortes alheias?

        Só por isto devia ter sido pendurado de um candeeiro. Pior ainda, parece o focus group concluiu que a sua imagem não foi afectada. Por aqui vemos a carneirada que temos. Mas infelizmente, ser um pulha ainda não é crime.

        Desde que não cause as mortes, ninguém o pode levar preso. Mas fica registado o seu incómodo, POIS, por se criticar o seu caro António Bosta. O grande FDP.

        • POIS! says:

          Pois não me está a ver a mim, pois não? Sucateira? desculpe, mas não vivo, nem nunca vivi em sua casa.

          Fica quê? REGISTADO? V. Exa. agora regista coisas? Desculpe lá mas dei-me mal, há uns anos, embora bastante jovem, com tipos que faziam “registos”. Mas já que regista assim tudo, procure registar-se a si mesmo. Pode ser aí no indexante COB. Ou COV.

          Bem, quem pensa que qualquer conflito se resolve pendurando seja quem for em candeeiros (1) estará certamente disposto a que lhe aconteça o mesmo. Não é que eu o deseje. Porque fui educado noutros valores e porque V. Exa. deve ser opaco e a falta de iluminação é um fator de insegurança a ter em conta nos dias de hoje.

          O António Costa é uma pessoa. Não me é especialmente caro. Até muito pouco, já lhe digo. Mas escusava de me colar àquilo que chama “FDP”. Merecia que lhe respondesse que nunca defendi a família de V. Exa. mas a minha educação permitiu-me sempre separar a família de um energúmeno do próprio. Não é só a família que nos educa.

          O seu paleio anarco-populesco está cada vez mais parecido com o de um jovem chamado Adolfo, que existiu na Alemanha no tempo da Branca de Neve e da Rapunzel. Por isso já ninguém se lembra do que comentava lá nas cervejarias. Também ele preconizava a tática dos postes. E em paleio era um anticapitalista de grande calibre. Fartou-se de insultar xuxas, comunas; berloques (1) e de denunciar todo o tipo de chulecos. Também ele defendia uma democracia semi-direta, onde decidissem os alemães, mas assistidos por um adolfinho para os orientar e desviar de tentações. Mais tarde, achou que seria ele, um jovem cheio de certezas absolutas a interpretar a “vontade do povo”. Subiu bem, mas desceu mal. Não foi preciso candeeiros para ele, embora houvesse muitos desocupados, por falta de eletricidade.

          (1) Embora tenha de reconhecer que, neste campo, V. Exa. tem uma profunda noção de justiça. Xi Jinping e Orban, por exemplo, seriam certamente pendurados em alturas diferentes. Tal como fazia um tal Vlad, lá na Transilvânia, mas esse preferia empalamentos.

          (2) Aqui tenho de me render à portentosa imaginação de V. Exa! Refere-se ao Bloco, não é? Levei imenso tempo a descobrir. É simplesmente sublime! Se eu fosse a V. Exa, mandava o currículo para as Produções Fictícias. Parece que pagam bem.

        • Filipe Bastos says:

          Pois não se enerve, POIS, não vale a pena.

          Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele, não é? O mesmo vale para quem não quer passar por carneiro.

          Porquê defender o Bosta? Acha aceitável o focus group? Acha que é decente? Acha que a máfia a que ele pertence roubou e arruinou pouco o país?

          Ele é uma pessoa? Pois, não é uma cabra. É um cabrão. Um pulhítico que deve ser malhado e perseguido, como todos os pulhíticos. Lamento se a verdade lhe desagrada, mas não deixa de ser verdade.

          Hitler não defendia qualquer democracia, muito menos directa: queria o oposto, o fim da democracia, o poder absoluto, a decisão de um e não a de todos.

          Não fui eu que inventei o Berloque; há anos que toda a gente lhe chama isso. Caramba, POIS.

          • POIS! says:

            Pois é!

            Tou tão nervoso que nem posso! Não durmo há mais de dois meses!

            Com um primeiro-ministro que se está a borrifar para a quantos morrem e um tal Bastos que tem provas disso mas não as participa à PGR é caso para um gajo andar nervoso.

            Mais um carneiro que sabe que as coisas estão muito mal e deixa andar! Este povo português continua a desiludir-me. Já lá vão quase 900 anos de desgraças. O período áureo começou com D. Afonso Henriques mas durou pouco tempo. D. Sancho foi um chuleco que começou logo a dar cabo daquilo tudo. E a prova é que estão os dois em Coimbra lado a lado e nem se falam.

            Ai não foi V. Exa. que inventou essa do Berloque? Mais uma desilusão! Mais duas ou três e será o fim! Este mundo não está para tipos como eu!

      • Paulo Marques says:

        Espere, Costa governa de acordo com a opinião dos eleitores? Inaceitável numa democracia!
        Tem tanto por onde pegar, e pega por aí. Enfim.

    • Paulo Marques says:

      Sim, esse estranho conceito de fechar e abrir, adaptando às circunstâncias e ao conhecimento. Criminoso.
      O que é que postei aqui à um ano? Ah, que as pandemias combatem-se assim.
      https://tomaspueyo.medium.com/coronavirus-the-hammer-and-the-dance-be9337092b56

      E o Filipe sabe bem que não é Costa, são decisões de consenso mais ou menos alargado dentro dos processos democráticos. Em que não há magia.

  14. j. manuel cordeiro says:

    Vejamos. Ou as crianças não transmitem o vírus ou transmitem-no como qualquer outro ser humano.

    No evidence has been found to suggest that children or educational settings are the primary drivers of SARS-CoV-2 virus transmission. However, research has shown that children can become infected, and can spread the virus to other children and adults while they are infectious.

    https://www.ecdc.europa.eu/en/covid-19/facts/questions-answers-school-transmission

    A questão não é a decisão mas a justificação usada.

  15. Júlio Rolo Santos says:

    Os que aqui opinam sabem bem da poda, parecem os políticos que ora criticam o governo por mandar confinar, ora o criticam por terem relaxado as medidas de aperto no Natal e Ano Novo que, segundo os opinadores, geraram o agravamento da pandemia. Vá-se lá entender está gente, mas tudo bem.

    • POIS! says:

      Pois concordo!

      Veja-se o Venturoso Enviado de Deus: por alturas do natal estava a apoiar os empresários da restauração (mesmo contra a vontade de alguns deles, que desconfiaram do trampolineiro) contra os encerramentos parciais nas Festas e agora disse na AR que o Governo deveria ter tomado medidas nessa altura.

      Gelatina não faltará à restauração para fazer sobremesas.

  16. A. Amaral says:

    Bom dia.
    E pode acrescentar aí a notícia do Público de 12/1:
    “Diariamente, em média, mais de 100 cidadãos portugueses ou com residência em Portugal recusam fazer teste à chegada [ao aeroporto de Lisboa] e não o trazem feito”.


  17. Simples. Se os pais com filhos menores de 12 anos tiverem de ficar em casa, o Dr. Costa e o Dr. Leão têm de lhes pagar o salário. Está na Lei. Ou seja, mais uns milhares de milhões a somar à conta da bazuca, e, se não chegar, à de todos nós.

    • Paulo Marques says:

      Se quer mesmo ser utilitário, não se esqueça que no oposto teria que pagar por câmaras frigorífica, valas comuns e guardas para as mesmas.

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