Simplicidades

O Popeye das vacinas é um castiço. Este figurão apareceu nas nossas vidas de forma mais repentina do que o vírus e nunca mais de cá saiu. Para a sua universal popularidade, beneficiou em larga medida da absoluta inutilidade do seu antecessor. Convém recordar que Francisco Ramos foi afastado depois de, com o semblante bonacheirão de jantar bem regado, ter vomitado que disponibilizar a segunda dose da vacina a pessoas que passaram à frente na fila só era imoral para quem votou André Ventura.

O país ficou embasbacado e até António Costa terá posto as mãos à cara. Parecíamos condenados a mais do mesmo: um cargo de grande responsabilidade iria ser ocupado por um inimputável, parcial, incompetente e francamente execrável actor político.

Quando toda a esperança parecia fugir, eis que do nevoeiro emerge o GI Joe de Quelimane. Carregado aos ombros pela nossa inclinação sebastianista, estimulado por uma imprensa fetichista que saliva por homens de farda, munido de vacinas refrigeradas e experiência em submarinos, era a autoridade de que o país precisava para aniquilar o vírus e conquistar finalmente o Quinto Império. Os jornalistas orgasmaram, as mulheres pediram autógrafos nos sutiãs, começou a conjeturar-se uma candidatura presidencial. Mas por trás de todo o show está, na verdade, uma ternurenta ilusão.

É que aqui o nosso Capitão Iglo está genuinamente convencido de que está na guerra. Encontramo-nos todos, em sociedade, a brincar aos covides, num faz-de-conta que nos trará no futuro uma colossal vergonha comunitária retroativa. Mas o almirante é o gajo que está a levar isto mais a sério. Fala em dar pancadas ao vírus, em não lhe dar férias, numa linguagem bélica absolutamente adorável. Assemelha-se a um veterano de guerra traumatizado que trouxe o corpo de volta ao país, mas cuja cabeça ainda está nas trincheiras. Claro que esta atitude messiânica faz prolongar a ilusão colectiva de que temos algum tipo de controlo sobre o vírus ou de que líquidos não aprovados e mesquinhas atitudes ditatoriais terão algum impacto na sua evolução. Mas o almirante parecia pelo menos – mesmo que esquizofrénico – ser um sujeito íntegro e competente. O homem certo no lugar errado.

Pois, enganei-me. Aquilo que começou como um promissor líder que parecia priorizar a eficiência e a transparência transformou-se num espetáculo de vaidades infantis e declarações estapafúrdias. A pior surgiu esta semana.

Para este senhor, a questão da segurança destas injecções para os jovens é “muito simples”. E ele espera que os pais entendam, porque é muito simples. Se tiverem, claro está, suficientes capacidades mentais para entenderem algo tão simples. A segurança das injecções em jovens é tão incrivelmente simples que os pediatras (provavelmente a área médica com menos anti-vacinas per capita) da comissão reunida pela DGS foram unânimes em manifestar-se contra. Nada que não pudesse ser resolvido ao estilo Grouxo Marx.

Esta questão é tão irrefutavelmente simples que efeitos adversos graves das vacinas mRNA – como inflamações cardíacas – estão a ser frequentemente detetados especificamente em jovens. É tão assustadoramente simples que – como as vacinas já estavam compradas e há acordos a cumprir, bazucas a colectar e ânus a lamber – foram necessárias inenarráveis pressões políticas para despoletar o processo. Tão absolutamente simples que foi necessário inventar “novos dados” para proceder a essa pirueta, dados esses que ninguém sabe quais são. Tão espantosa, extrema e brutalmente simples que – de forma a contornar a incómoda questão de esta ser uma doença que virtualmente não afecta os mais jovens – foi necessário colocar um infeliz avençado a justificar a decisão com o “peso psicológico”, porque as crianças estão aterrorizadas com a possibilidade de infectar os seus familiares mais frágeis; ignorando desta forma não apenas a inutilidade da vacina no que toca à transmissão, mas também e sobretudo o facto de esse bem-estar ter sido completamente dizimado por prostitutas como ele e as suas abjectas campanhas de terror.

Aquilo que é para muitos um terrível debate sobre bioética, moralidade, consciência social, individualismo, parentalidade, independência da ciência em relação ao poder político e corporativo, e cuja decisão irá impactar toda uma geração que temos obrigação de proteger é, para o nosso futuro presidente, uma “coisa muito simples”. É segura, caramba! O senhor almirante “garante”. Gouveia e Melo pode não ter a insolência ébria do seu antecessor, mas no que toca a condescendência e pedantismo, até Francisco Ramos tem muitos douradinhos para comer até chegar aos calcanhares do nosso adorável e mui sexy marinheiro.

Comments

  1. Paulo Marques says:

    Tão simples que é sé preciso redefinir maioria por unanimidade, dizer que se está muito preocupado em proteger quando não está agora, nem às necessidades dos mais velhos, nem dos mais novos. E a reviravolta a favor do orgulhosamente sós na jangada de pedra, só para completar. Goldstein não se preocupará com este.


  2. O Diogo tem carradas de razão no seu texto meio jocoso e meio sério. Mas importaria tb perguntar como pode o almirante saído do meio dos seus submarinos garantir a segurança daquilo que sequer conhece? Onde adquiriu os conhecimentos que lhe permitem declarações tão definitvas como equivocadas? Tem algum conhecimento do conteúdo daqueles frasquinhos e dos seus efeitos? Investigou seja o que sobre o assunto? Tem noção que a EMA anunciou 20.600 mortos pela vacina só na UE e mais de 2M de sequelas graves?
    A resposta a todas estas questões é obviamente negativa. O magala, tido como salvador da pátria, não passa de uma simples ferramenta dos grandes interesses farmacêuticos, apenas preocupado em cumprir uma missão. As consequências para a saúde pública, os colaterais para os cidadãos, a verdadeira ciência, o afundamento da economia, etc, nada disso lhe interessa. Para quê preocupar-se com amendoins? É inocular todos e deixar arder que o meu pai é bombeiro!!!!!

    • Paulo Marques says:

      Eu gosto que o Covid não mata, são as comobirdades, mas já na vacina, é esta que mata, e não as comobirdades. Idem para as sequelas, e idem para a gravidade destas.
      Siga a novilíngua.

      • Paulo Marques says:

        … de quem nunca olhou para um paper, ou terminologia científica, e aplica cientismo como quem faz economia.

    • Lu...lu...Luxemburgo como diz a Joaquina says:

      14 desgostos e a contagem continua. Saia mais um grunho da fossa do Aventar


    • 20.600 mortos pela vacina de acordo com a EMA? Donde desenterraste este trolho?

      • Paulo Marques says:

        Citando o número errado da EMA, e trocando casos suspeitos por confirmados, porque ao contrário da Covid, o efeito é claramente directo porque… err, não faço ideia da última parte, mas seria interessante saber como é que os cálculos dão maior mortalidade do que Covid, principalmente por causas cardio-pulmonares.


  3. aqui o militareco teve carta branca para esbanjar recursos de forma a optimizar o processo. Assim, tambem eu! No entanto, organizou tão bem que vai deixar que meio milhão de doses atinjam a proximidade da validade e vai dai toca de as dar a outros paises mais pobres, quais mecenas bonzinhos, para evitar a vergonha de desperdiçar meio milhão ( não são 100 nem 200 ) doses.

    • Paulo Marques says:

      Esse sempre foi o plano, de encomendar milhões a mais para fazer caridade com as que não servissem. Sempre é melhor que o plano Australiano, onde deixar ao mercado e deixar aos estados a liberdade de cada um fazer o que quer leva a mais um governante xuxalista a fechar New South Wales com atraso.
      Saber coisas dá trabalho, deitar abaixo segundo a religião é fácil, e já nem o militar se safa, quando os erros normais nunca deixarem de acontecer depois da mudança de turno.

    • Lu...lu...Luxemburgo como diz a Joaquina says:

      16 desgostos e a contagem continua. Saia mais um grunho da fossa do Aventar

  4. Tamos bem ! says:

    Ó Hoffbauer e se fosses à merda mais o teu arrazoado?
    Porra, não há pachorra para labregos …

    • Teresa Palmira HOFFBAUER says:

      Quando se fala com um HOFFBAUER não se diz MERDA, diz-se SCHEIßE, seu ladrego 😜

    • Lu...lu...Luxemburgo como diz a Joaquina says:

      Ninguem te pode mandar a merda porque já la tás e es o maior dos montes até parece de elefante

      • POIS! says:

        Pois temos de reconhecer!

        É mais um impressionante comentário. Que subtileza, que fina ironia, que classe!

        Ou não fosse a Joaquina senhora de uma esmerada educação, temperada no convívio com a mais fina sociedade nos mais prestigiados salões.

        Merece este douto comentário, sem dúvida, ser traduzido para Português, a fim de ser colocado ao alcance de todos os cidadãos.

        Á Senhora Dona Joaquina os nossos penhorados agradecimentos.

        • Lu...lu...Luxemburgo como diz a Joaquina says:

          Deve ser fornicado pra um homem a mulher por os cornos com outra mulher. Não é so os cornos é a mudança de ramo deve ser muito fornicado.
          A Joaquina prefere o dildo rijo no cinturão que tu não lhe davas tens que ter paciência.
          E qdo lhe meto a lingua nem queiras saber é melhor aceitares e deixas de ser o cornudo.
          Se tens ciumes tenho aqui o dildo a tua espera ate gostava tirar dela e meter em ti.

          • POIS! says:

            Pois teremos de reconhecer…

            Que a Joaquina, desta vez, excedeu-se um tanto.

            Aliás, avaliar pelo arrazoado está com uma carraspana que não se aguenta nem deitada. Isto dos convívios de salão, aos domingos, por vezes tem destas coisas. O ponche estava forte.

            A língua em que escreveu é um enigma mas, atendendo a que a Quina é uma polilinguaruda de créditos firmados, certamente existirá. Não sei é se poderemos contar com um tradutor à altura.

            Ninguém estava á espera que manifestasse assim tão abertamente as suas preferências sexuais, embora por modéstia, na terceira pessoa.

            De qualquer modo a subtileza, a fina ironia e grande classe continuam incontestáveis. Apesar da tosga.

  5. J.Maurício says:

    O Aventar devia dar mais atenção à higiene do sítio e evitar que o utilizem para alívio da diarreia mental. Era um blog que gostava de ler, concorda-se ou não com as opiniões expressas. Era um oásis no meio da blogosfera cá do burgo, agora virou deserto.

    • Filipe Bastos says:

      Era um blog que gostava de ler, concorda-se ou não com as opiniões expressas … agora virou deserto.

      Isto serve para si e para outros comentários do género: chegar aqui e dizer ‘isto é uma merda’, sem indicar o quê ou porquê, só certifica a sua própria indigência intelectual.

      Fala do post? Do autor? Dos comentários? De tudo? De nada? Se nem é capaz de dizer, porque há-de alguém adivinhar?

      Se antes admitia discordar das opiniões e agora já não, a culpa não é do blog – é sua. Se procura uma ‘echo chamber’, o que não falta são blogs e jornais com linda unanimidade.

      • Lu...lu...Luxemburgo como diz a Joaquina says:

        Parabéns Filipe 20 desgostos recorde neste momento e a contagem continua
        Ó Elsa vais nua? Não vou dormir co chefe
        Saia mais um grunho da fossa do Aventar sempre em fran pela estrada de alcatran

      • Filipe Bastos says:

        Parabéns Filipe 20 desgostos recorde neste momento…

        Ainda bem, Lu. Quanto mais melhor.

        Se andasse à cata de gostos era só cantar loas ao PS, ao Berloque, aos funcionários públicos, à histeria covideira… como não canto, cada voto contra é como uma medalha. Se bem que muitos devem ser do mesmo troll.

  6. Filipe Bastos says:

    Mais uma vez o Hoffbauer acerta em cheio.

    O culto do Capitão Iglo das vacinas é típico dum país que saliva por ‘líderes carismáticos’ – leia-se, qualquer marmelo numa posição de autoridade que tudo sabe e tudo faz à sua maneira. Quanto mais narcisista e canastrão, mais ‘carismático’.

    Sintomas: a apatia perante a classe pulhítica que nos arruína há 40 anos; o mito do ‘gestor’, esse génio para quem nenhum salário ou regalia é suficiente; ou a cultura dos chefes e chefinhos que prevalece em qualquer empresa ou chafarica.

    E como o poder corrompe proporcionalmente à sua adulação e falta de escrutínio, eis o resultado: levar com a Múmia Cavaca por 36 anos, ver o Trafulha 44 enterrar o país em total impunidade, ou o Capitão Iglo dispensar conselhos médicos.

    E como se vê pelo Paulo Marques, há quem goste e peça mais.

    • Paulo Marques says:

      É bom saber que continua sem crítica absolutamente nenhuma; não deve ter havido nenhum artigo no Guardian sobre Portugal.

  7. POIS! says:

    Pois li, com muita atenção, e penso que a única maneira de resolver a coisa é pôr o Hoffbauer a gerir as vacinas e o Almirante a comentar.

    Aproveito para manifestar ao Almirante o meu firme patriótico orgulho por estar vacinado e apresento as minhas desculpas e manifesto o meu firme arrependimento ao Hoffbauer pela minha fraqueza.

    Fui fraco, mas há uma razão para isso: a falta de coragem dos governantes deste país em tomarem a única medida radical contra a proliferação do vírus: a proibição total do sexo entre os cidadãos e as cidadãs e vice-versa e versa-vice.

    De que serve confinar a malta em casa se por lá acontecem as maiores javardices? Acham que é possível desligar o covide durante as galhofas?

    Por manifesta hipocrisia o Governo não fez o seu papel. Mas não é o único culpado: a falta de convicções e de personalidade de muitos cidadãos deixa muito a desejar!

    Quanto á terceira dose, a minha posição é firme: por um lado pode trazer vantagens mas, por outro, pode ser só um negócio e uma forma de acabar com a Raça.

    Estou ainda a refletir se a hei de levar ou não. Tenho de ler mais umas dez entrevistas do Almirante e outros dezassete posts do Hoffbauer. No final conto tomar uma firme decisão.

  8. estevesayres says:

    (…)”O vírus é real. É perigoso para pessoas com sistemas imunológicos enfraquecidos e para aqueles que têm co-morbilidades. Pessoas de todas as idades podem ter defesas imunitárias enfraquecidas e doenças graves. No entanto, os problemas imunológicos e de saúde estão mais relacionados com os idosos porque, ao longo da sua vida, desenvolveram maus hábitos e levaram uma vida pouco saudável. A grande maioria daqueles cujas mortes foram atribuídas a Covid tinham co-morbilidades.
    Dito isto, os idosos atingidos por Covid ainda tinham uma taxa de sobrevivência de cerca de 95%. Para todos os outros, a taxa de sobrevivência foi de 98 ou 99%”!
    “Retirado do texto para português)
    Fonte: Comment fut orchestrée la pandémie du Covid – les 7 du quebec https://les7duquebec.net/archives/266277

    • POIS! says:

      Pois fez muito bem!

      Em trazer aqui o testemunho de um verdadeiro esquerdista anti-fascista e anti-social-fascista, Grande Dirigente e Educador da Classe Operária e dos Povos dos Estados Unidos da América, do Canadá e até de Cá.

      Ficou célebre a sua firmação “this is all a bunch of whores!”.

    • Paulo Marques says:

      É um bocado complicado dizer que os idosos “desenvolveram maus hábitos” (à boa maneira neoliberal da responsabilidade individual, ó Esteves), quando estes foram o que sobreviveram até lá, não?
      E, bom, é bonito falar enquanto há restrições para se manter meios, mesmo assim frequentemente com pesadas consequências para as classes profissionais da saúde. Nos sítios onde faltou, e cá esteve perto, não foi bonito, nem se devia desejar.
      Dito isto, que já começa torto, sim, a dúvida é sempre qual o preço de uma vida? Bastante mais baixo do que se admite quando se acha que são os outros, embora, de qualquer forma, seja sempre relativamente baixa, porque tem que ser, pelo menos do sistema da responsabilidade individual.

  9. Teresa Palmira Hoffbauer says:

    TODOS dão a sua opinião e ninguém tem razão.
    Mais tarde saberemos quem estava certo e quem estava errado, entretanto, um pouco de tolerância com a opinião dos outros é um acto de educação.

    • Paulo Marques says:

      Giro, mas o Dioguinho gosta de ganhar dinheiro a fazer pouco dos outros, e muitos outros fazem-no de graça. Sem nunca lerem os factos ou os modelos, para nem falar porem-se no papel de quem tem que fazer alguma coisa porque alguém tem que ser.
      Não tenho idade para respeitinho a quem não se dá ao respeito e só fala para dizer mal por não lhes meterem no bolso.

      • POIS! says:

        Pois, parece-me que o menino anda á procura do seu lugarzinho, do seu nicho. Ora bolas, qual é a admiração ,é o Mercado a funcionar.

        Aliás, já desde menino que vem treinando a sublime arte de carregar nos adjetivos

        Nada que passe despercebido a um Observador atento. e recompensador.

  10. balio says:

    Excelente post.


  11. Declarações para cá, declarações para cá, penso que um dos maiores problemas desta pandemia jaz no papel acrítico de uma comunicação social que explora até à náusea qualquer irrelevante produto da eructação cerebral de quem sobre o assunto algo quiser dizer, mesmo sem nada de aproveitável ter a dizer.
    Desenvolvi, um pouco, o tema no Mosaicos em Português sob o título ‘COVID – O Palácio das Araras’, que o convido a visitar e comentar em https://mosaicosemportugues.blogspot.com/2021/08/covid-o-palacio-das-araras.html
    Votos de um ótimo Domingo!

  12. Marco Antunes says:

    O vice-almirante não sabe … e o palerma que escreveu o post … sabe?
    É que se sabe … só ele é que está bem … o mundo está todo ele errado.

    • Carlos Almeida says:

      ” o palerma que escreveu o post ”

      Esse palerma que escreveu o post, é um escriba de um pasquim direitolas, que precisava de fazer horas extra mesmo de borla.

      Quando o rapazola, ao falar duma pessoa que tinha idade para ser pelo menos pai dele ou se calhar seu avô escreve isto, logo no inicio do post:
      “O Popeye das vacinas é um castiço” esta tudo explicado.

      Depois quando outra pessoa com o mesmo apelido vem para aqui falar de tolerância e escrever “um pouco de tolerância com a opinião dos outros é um acto de educação.”, mais explicado fica.

      Tudo isto para dar aqui suporte politico ao acto repugnante de uma dúzia de garotos a insultar o Almirante chamando-lhe assassino e genocida, o que vindo de quem vem, é esclarecedor.

      Mas esse escriba teve aqui o apoio do pseudo esquerdista, do costume, também igualmente esclarecedor

      • TERESA PALMIRA HOFFBAUER says:

        “O Popeye das vacinas é um castiço” talvez irrite muita gente, mas outros comentários irritam muito mais como por exemplo: „Ninguém te pode mandar a merda porque já la tás e es o maior dos montes até parece de elefante“ ou ainda: „Deve ser fornicado pra um homem a mulher por os cornos com outra mulher. Não é so os cornos é a mudança de ramo deve ser muito fornicado.
        A Joaquina prefere o dildo rijo no cinturão que tu não lhe davas tens que ter paciência.
        E qdo lhe meto a lingua nem queiras saber é melhor aceitares e deixas de ser o cornudo.
        Se tens ciumes tenho aqui o dildo a tua espera ate gostava tirar dela e meter em ti.“

        NINGUÉM precisa de estar de acordo com o artigo do DIOGO HOFFBAUER, que eu também não estou. Eu só pedi que fosse uma discussão com nível. NÃO É COM INSULTOS QUE SE CHEGA A UMA CONCLUSÃO 🌬

        • Carlos Almeida says:

          Os outros comentários que citou são uma ordinarice pegada cujo autor ou autores na minha opinião deveriam ser sancionados, pelo blog.

          Mas o autor do post, que dizem ser um jornalista num jornal que nunca li, não diz de facto nenhuma ordinarice, mas que para alem daquela frase brilhante do “Popey” diz coisas assim.

          “Quando toda a esperança parecia fugir, eis que do nevoeiro emerge o GI Joe de Quelimane. Carregado aos ombros pela nossa inclinação sebastianista, estimulado por uma imprensa fetichista que saliva por homens de farda, munido de vacinas refrigeradas e experiência em submarinos, era a autoridade de que o país precisava para aniquilar o vírus e conquistar finalmente o Quinto Império..

          Se isto é de um jornalista que deveria ser objectivo, estamos conversados. Está bem servido de meninos, o tal jornal que nunca li

          Cumprimentos

          Carlos Almeida

        • Paulo Marques says:

          A “Joaquina” é um troll com múltiplos nicks, e nem sequer é difícil reparar. Ignore, já basta o POIS a dar-lhe trela para continuar.

        • POIS! says:

          Ai afinal…

          Esse comentário era um insulto? Conseguiu traduzir?

  13. luis barreiro says:

    Covidrinhos de cheiro tomem a vacina, e se não resultar uma 3ª dose vai resuktar segundo o capitão da marinha diz.

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