Pessoa, em 1895. Rendeiro, em 2021. Valha-nos a Literatura.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Pessoa, em 1895. Rendeiro, em 2021. Valha-nos a Literatura.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Convirá não depositar, ainda, grandes esperanças na decisão da justiça da África do Sul. Desconheço, absolutamente, se a formação dos magistrados judiciais por lá será equiparável à que parece acontecer em Portugal, tema sobre o qual elaborei, extensamente, em https://mosaicosemportugues.blogspot.com/2021/11/rendeiro-no-rescaldo-de-uma-fuga.html, texto sobre o qual gostaria de poder contar com a sua opinião.
Como também lá digo, parece-me que a supervisão e coordenação da atividade dos magistrados judiciais que se esperaria por parte do Conselho Superior da Magistratura deixa bastante a desejar, nomeadamente na vertente preventiva da ocorrência de erros como os que, no meu entendimento, estiveram na origem da fuga ou, pelo menos, generosamente a viabilizaram.
Urge introduzir alterações profundas à legislação vigente, criando automatismos que limitem o poder discricionário de juízes que, manifestamente, não têm condições objetivas para o exercer.
Agradeço o facto de suscitar a discussão sobre este tema, sobre o qual parece existir como que um manto diáfano, uma tentativa suave de lançar no esquecimento algo que deve, pelo contrário, ser objeto de acesa e construtiva discussão.
Votos de um excelente fim de semana.
Valha-nos.