

Estas imagens são de 1941. Em Nova Iorque. Agora é só substituir Hitler por Putin…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.


Estas imagens são de 1941. Em Nova Iorque. Agora é só substituir Hitler por Putin…

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Agora deixou cair a mascara fernando, nao sei se se lembra mas esse assunto acabou em guerra total entre os aliados e o eixo, quer mesmo repetir isto agora com a russia, uma potencia nuclear que no dia seguinte podia escolher acabar com toda a vida no Porto e Lisboa? Depois nao diga que é anti guerra, tenha juizo
É que o fernando pode ja so ter meia duzia de anos neste mundo e como sabe que nao teria de lutar tudo lhe sai da boca mas garanto que no dia em que portugueses começassem a morrer numa guerra a popularidade de a prolongar acabava, fala-se fala-se mas ninguem quer mesmo morrer pela nato so pra proteger a hegemonia americana, tenha juizo
Mas como sempre a lei do “tu primeiro” aplica-se, no caso de uma eventual guerra com a russia/china os primeiros a serem enviados para a ucrania para serem violados por um mercenario sirio ou enviados para o mar sul da china para que um soldado do ELP tenha alvos para praticar devem ser os que mais entusiasmados estavam por guerra e mais contribuiram para retirar todas as outras soluções da mesa.
Eu? Eu vou para o brasil, a mim não me apanham a morrer só para que a europa tenha de importar gas caro da america em vez da russia ou só para proteger o facebook e a amanzon de competir com empresas tecnologicas chinesas. Mas quem se sente confortavel com isso boa sorte
o fernando pode ja so ter meia duzia de anos neste mundo
O Manuel sabe qual a idade do Fernando? Eu não sei.
Eu por acaso, a avaliar pelas asneiras que o Fernando por aqui tem repetidamente escrito, julgava que ele fosse um jovem ou semi-adolescente, ainda bastante novo e com pouca experiência da vida. Mas se calhar estou muito enganado, pois.
Eu só não entendo uma coisa: não gostam mas continuam a vir aqui. Ou é masoquismo ou são mesmo que nem umas portas…..
Quero saber a posição dos meus compatriotas sobre um conflito que pode resultar numa guerra nuclear ☢️ Pensei que a posição dos portugueses fosse mais sensata do que a posição dos alemães.
Pois Isto será resposta?
Os “posts”, afinal, são só para se divertir e “arreliar a malta”?
Tá bem!
O que vale é que os Santos estão a caminho. Há melhores formas de divertimento. Pelo menos, há sardinhas. E tinto.
PS. Certamente chegará o dia em que, por aqui, o Sá publica um “post”, depois o Fernando comenta, em seguida o Moreira diz qualquer coisa, ao que o Sá contrapõe o mesmo que o Fernando disse e que tem o apoio do Moreira.
Depois entra na discussão o Moreira, que concorda com o Sá, a propósito de uma coisa que o Fernando já tinha dito, mas voltou a dizer para apoiar o Sá e louvar o Moreira.
Em seguida…
Olha outro, não gostas Pois? Andamento.
Gosto pois!
Olhe que os velhos são mais infantis na sua visão aventureira do que os adolescentes que não querem ser “carne de canhão”. Guerra só em frente ao computador.
Eu concordo absolutamente com as suas palavras, Manuel, quero apenas adverti-lo, que no caso de uma guerra nuclear ☢️ NÃO se safa no Brasil.
Os tais ditos pacifistas estão a ficar loucos.
Acho que o Fernando faz parte do conjunto das pessoas que já perceberam. E o Brasil não o safa, a civilização não resistia, com todas as suas cadeias integradas, mais os efeitos da poluição, apesar de não ser o tal de “inverno nuclear”.
De facto, foram disparates, em minha opinião, tanto a decisão da Grã-Bretanha de combater Hitler, como a decisão dos EUA apoiarem a Grã-Bretanha.
A Grã-Bretanha tinha o seu império e ficou sem ele, e arruinada, por ter decidido combater Hitler.
E os EUA também não tinham qualquer necessidade de sacrificar o seu povo para algo que não lhes dizia respeito.
Hitler, basicamente, só queria guerrear a União Soviética. Nada tinha contra a Grã-Bretanha nem contra os EUA. E estes deveriam ter deixado Hitler e a URSS guerrearem-se à vontade.
Não tinha nada contra os UK e USA mas enxameou o atlantico com submarinos. E invadiu o norte de africa, só para chegar a moscovo
Hitler pôs submarinos no Atlântico para impedir os fornecimentos dos EUA à Grã-Bretanha, a qual estava em guerra contra ele. Se a Grã-Bretanha tivesse abandonado a guerra, Hitler nada teria contra o comércio externo da Grã-Bretanha e teria tirado os submarinos do Atlântico.
Quanto à invasão do norte de África, Hitler naturalmente que não teria invadido se não estivesse em guerra com a Grã-Bretanha. Se a Grã-Bretanha tivesse tido a sensatez de assinar um tratado de paz com Hitler, este jamais teria quebrado tal tratado através de uma invasão do norte de África.
Provavelmente não queria. E o comércio? E a influência? E porque iria ficar o eixo por ali? (Os americanos já sabiam qualquer coisa sobre o átomo por essa altura).
E, acima de tudo, a elite só podia sair a ganhar, tal como, materialmente, também o resto.
O herói do momento não é tarado, é simplesmente uma marionete dos Yankees e quer continuar o seu momento de glória como herói tipo Hollywood. Os tarados são os que o apoiam.
Não se zangue, Fernando!!
Numa democracia o debate político é legítimo.
Perdi a cabeça e escrevi, escrevi, escrevi …
Eu, ao contrário do Fernando, nem de filmes de guerra gosto.
Como não sou uma mulher corajosa e amo a vida, desde que o governo alemão foi obrigado a mandar armas pesadas para a Ucrânia, o medo preenche os meus dias.
Saudações de Düsseldorf.
Fascismo, Nazismo e Comunismo são ideologias irmãs. Todas pretendem um estado omnipotente e omnisciente para instituir a sociedade e o homem perfeito . O paraíso na terra.
Por isso Salazar simpatizava com Hitler. Estaline simpatizava com Hitler e hoje em dia os comunistas simpatizam com Putin.
Para a comunada a coragem só é uma virtude para “lutar” contra os EUA…Quando é para por essa escualha no seu lugar logo passa a defeito.
Porque é que a comunada não diz que os soldados russos deviam desertar pela paz ?
Para estas ideologias tudo ficaria bem com um Putler.
Em relação a uma guerra nuclear! Não acontecerá. O poder do Tio Sam é avassaladoramente superior que nos protege do pirralho do Putim, que nem um exercito de 5ª categoria (mas de imensa coragem) como
o ucraniano consegue vencer.
A esta hora até já o Putin já constatou o embuste que era a teoria que o russia tinha o 2º exercito mais poderoso do planeta. E se não for completamente burro já extrapolou que o seu arsenal atómico deverá estar ao nível dos material de guerra convencional. Não vale uma m*erda.
Se ele tiver o desplante de carregar no botão , a russia desaparecerá do mapa.
Para mim a russia vai sair desta guerra pior que em 1991, pois sairá completamente humilhada e terá que pagar a reconstrução da Ucrania. Vai ser preciso muito petróleo e muito gás…
Joana Quelhas
Vai estudar para a cozinha, como vocifera a Ritinha Matias.
Mas é bom saber que a retórica não sai do inimigo simultaneamente uma ameaça extrema e facilmente derrotável. Nunca mudem, fasços.
Ai que não posso mais!
Ahhhh! Ahhhh! Ahhhhh! Ai que a Joana Quelhas é tão cómica! Ai que tou que nem posso!
Se o Putin carregar no botão…está lixado! Por lá morrem os russos, por cá só os ursos!. Não brinquem com o Tio Sam que o gajo com os nervos…
Pois pelos vistos…
A Jwanna Qwelllhhass está cada vez mais excitada com os mísseis, mas já não lhe basta. Vai a caminho do clímax, o orgasmo nuclear!
Já não se contenta com Menos!
Desde que não se confunda o inconfundível, armar a Ucrânia é defendido pela própria esquerda ucraniana como decente, como ser contra? Outras coisas são intervenções mais directas, sanções com custos já incalculáveis no globo inteiro, ou defender que devem ser a carne para canhão num conflito onde só duas elites têm a ganhar, e só elas têm poder de fazer alguma coisa. Para nem falar em desculpar ou endeusar gentinha muito séria.
Mas é preciso não esquecer que o apoio ao armamento é uma acção de guerra com milénios de legitimação de resposta. Depois não vale de nada ficar surpreendido.
A esquerda ucraniana, que foi toda “suspensa” pelo presidente Zelensky por ser pró-russa, diz isso???
Sim, continuam a poder escrever, não? Disseram-no em Fevereiro, e disseram-no à poucos dias, de sociais-democratas (yawn) a anarquistas num comunicado.
O argumento que os cartazes no início do artigo parecem insinuar é completamente inválido. Qualquer que seja o nosso objectivo, encontramos sempre na História acontecimentos que, à maneira deste artigo, demonstram que o que pretendemos provar é, no mínimo, altamente provável. Basta saber História e …. procurar. Encontra-se “prova” para tudo.
Como exemplo cito esta parte do artigo de António Filipe no Expresso: “Em 31 de julho de 1914, em vésperas do início da I Guerra Mundial, o dirigente socialista francês Jean Jaurès foi assassinado por um jovem que o considerava germanófilo, por se opor aos preparativos para a guerra que em breve se iniciaria. O clima de ódio então gerado levou a que todos os que tentassem evitar a guerra fossem considerados germanófilos, se fossem franceses, ou francófilos, se fossem alemães.”
Vale a pena ler o artigo na íntegra.
Quanto aos argumentos de Joana Quelhas, acho que revelam ignorância muito básica mas em que aqueles que desconhecem os factos acreditam facilmente. E são muitos os que ignoram … por isso este tipo de argumentos colhe muita concordância.