3 milhões de razões para a visita de Nancy Pelosi a Taiwan

Taiwan gastou mais de 3M$ em lobbying com Nancy Pelosi, entre 2018 e 2022. Mas aí de ti que ouses estabelecer uma relação entre estes três milhões de factos e a visita da speaker do congresso à ilha reclamada pela China, que os próprios EUA não reconhecem como soberana. Ela só foi lá porque é muito solidária com o povo de Taiwan. E quem se atrever a discordar é lacaio do Xi Jinping. E do Putin também.

Comments

  1. Fernando Manuel Rodrigues says:
  2. JgMenos says:

    Lobbying é uma actividade legítima e necessária.

    A esquerdalhada, que anda sempre a propalar que os jornalistas andam ao mando dos donos dos jornais, haveriam de mais facilmente reconhecer-lhe a necessidade, uma vez que as alternativas a um eventual silenciamento de uma acção de defesa de interesses são:
    – Doacções a partidos sem definição de motivo.
    – Corrupção de políticos ou jornalistas.

    Num país em que o lobbying se traduz maioritáriamente em particicpação em negócios com o Estado e empregos para a boyada ou família, dar dinheiro dizendo a quem, quanto e para quê, é um benefício para a transparência na política.

    • POIS! says:

      Ora pois! Pronto!

      Há um lobbying bom e um lobbying mau.

      E como se distinguem?

      Pelo cheiro do Menos.

      Está tudo resolvido! Passemos ao seguinte!

    • Paulo Marques says:

      Esqueceu-se de dizer qual é a diferença, teórica ou prática. Será por não haver nenhuma? Não é que o marido da senhora aproveite para ir à bolsa ou coisa do género…

  3. José Eugénio says:

    “Lobbying é uma actividade legítima e necessária”
    Diz o Menos, diz o Catroga, diz Braga de Macedo e o Sócrates. Diz a Maria Luís Albuquerque, a Celeste Cardona, o Paulo Portas e o Miguel Relvas. Tudo gente “de insuspeitável seriedade”.
    Esse é o verdadeiro busílis da questão.
    O lobbying não passa de um acto de corrupção legitimado.
    Tudo isto porque não há lobbying sem compensação, o qual se se pode revestir de muitas formas.
    Não. Não há almoços grátis, parafraseando um economista muito querido na direita. Mas parece-me que para certa classe de chulos, só se almoço tiver protagonistas que não os do seu clube. Caso contrário, chama-se lobbying.
    Menos, vai-te catar!

    • JgMenos says:

      A greve é lobbying, as passeatas são lobbying, os cartazes, a publicidade, os comícios, tudo isso custa dinheiro e é lobbying!

      E é por os partidos irem buscar dinheiro aos meus impostos que eu tenho que pagar o lobbying da esquerdalhada, o que me chateia!

      • José Eugénio says:

        Menos, o lobbying sempre existiu, tal como a “cunha”, o tráfico de influências e o assédio sexual, tudo para dar ou tirar vantagens pessoais ou coletivas a uns quantos espertalhões. Isto já para não falar da corrupção, no sentido mais restrito.
        Mas uma coisa é reconhecer que isso existe e, sendo nefasto, imoral e criminoso, reduzi-lo à sua ínfima expressão. Outra coisa é a sua legalização.
        A legalização do lobbying como actividade, é uma invenção do século XXI para legitimar uma série de actos corruptíveis entre poder político e os grandes grupos económicos, muito mais do que as pequenas e médias empresas.
        Aquilo que escreveste não passam de disparates, coisa muito comum na tua pessoa.
        Enfim!

        • Fernando Manuel Rodrigues says:

          “A legalização do lobbying como actividade, é uma invenção do século XXI para legitimar uma série de actos corruptíveis entre poder político e os grandes grupos económicos, muito mais do que as pequenas e médias empresas.”

          Concordo em absoluto. E essa invenção deve-se. uma vez mais, aos “campeões da democracia e da liberdade”, e “polícias do mundo”.

      • POIS! says:

        Ora pois! Estamos esclarecidos!

        Peregrinações a Fátima, orações ao Divino, tudo é lobbying em versão sobrenatural!

        E quando o amigo fuzileiro de Vosselência o convida para “jogar cartas” lá no quarto também é lobbying!

        Em conclusão: por cá, lobbiyng é mato! E é muito mais barato!

        • Chega, Menos! says:

          Quem sabe, padres a papar jovens ao pequeno almoço ou ao lanche da tarde, não seja também lobbying ?
          Temos de perguntar ao Venturoso Menos, não acha?
          Ele sabe tudo sobre, como papar a coisa alheia!

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