
Li por aí que certas ordens estão ao serviço de certas agendas políticas. Que por sua vez poderão estar relacionadas com o cerco e queda de Marta Temido. Mas tal não pode ser verdade! Se fossem sindicatos, seguramente estariam ao serviço da agenda do PCP. Mas as ordens são muito independentes e estão sempre, mas sempre acima de qualquer suspeita. Mesmo quando uma certa bastonária apresenta despesas onde garante percorrer 400km por dia, durante um mês. De maneira que tais acusações só poderão ter origem no Largo do Rato. Ou no Kremlin, claro.







Para contribuir para um melhor SNS, Marta Temido deveria vir a palco dizer sobre as verdadeiras causas do seu pedido de demissão.
Uma morte acontecida, como ocorreu, não pode ser a razão do pedido de demissão da ministra. Existe uma cadeia de responsabilidades e os responsáveis deveriam de ser responsabilizados, não é a ministra.
Há outras razões profundas a montante e a jusante, há razões que se cruzam dentro e fora do Governo, há razões transversais.
Marta Temido deve esclarecer tudo para salvaguarda do SNS e dos portugueses, contribuir para que se possam corrigir os erros que permanecerão ad eternum se nada for dito.
A verdade impõe-se, o primeiro ministro e o PS não podem meter a cabeça na areia, para não verem e não falarem a verdade, pois só esta interessa para resolver intrincados problemas da governação .
Há muitos anos já que o bastonário da Ordem dos Médicos é o rosto da oposição PSD no setor da saúde.
As Ordens profissionais fazem tanta falta como uma viola num funeral
Fazem tanta falta como um necrófilo.
É verdade, é tudo o que dizem, mas a verdade é que elas se infiltram em todos os serviços do SNS e injetam veneno na população para mais facilmente poderem derrubar ministros da tutela. Ordens e Sindicatos profissionais da saúde só engordam num país que não tem coragem de os por na ordem.