O dia em que o PCP votou por Orbán

O PCP é como o algodão, não engana. Agora venham de lá esses comentários de que isto faz parte de uma campanha que visa destruir e aniquilar o PCP. Não é preciso, O próprio PCP e os seus dirigentes a fazem esse trabalho. Com denodo.

Comments

  1. JgMenos says:

    Tudo que tenha odores soviéticos logo leva o PCP numa trip saudosista!
    Lutadores pela democracia? Nunca o foram!
    De agentes soviéticos a serventuários de Putin…

    • POIS! says:

      Pois mas…

      Então o Orban…também já não é bom? Esta resolução do Parlamento Europeu não foi patrocinada pelos do “politicamente correto” para atingir um governo cheio de legitimidade?

      “Serventuário do Putin”, o Órbán???? Então não é um liberal dos quatro costados que defende os interesses do seu país?

      Olha! Estou a ver! O JgMenos com um testículo ao dependurão de uma orelha…a panturrilha da perna esquerda colada à omoplata direita…o nariz cravado na nuca…uma mama nas costas e a urinar pela cova do braço…

      Vosselência está mesmo todo contorcido, ó Menos! Tenha cuidado, que a espinha não é de ferro!

    • Paulo Marques says:

      Então e a luta anti-woke contra o judaísmo-bolshevismo, já passou a ser má? Mandaram-te outro discurso, foi?

  2. POIS! says:

    Pois…

    O regime do Órban, descobriram agora os liberalescos de serviço, é uma bosta.

    O que fazer? Talvez já só a bomba atómica!

    É desligar a banca húngara do sistema SWIFT! Não há regime que sobreviva a tamanha punição.

    Veja-se o caso da Fe… bem, não têm hipóteses, mais cedo ou mais tarde vão pelo cano, prontos!

  3. C Almeida says:

    Liberocas e Salazaristas unidos na mesma luta.

    A bem da Nação

  4. Luís Lavoura says:

    O Fernando Moreira de Sá deve pensar que nunca, jamais, alguém deve votar a favor de Orbán, mesmo que eventualmente Orbán faça uma coisa acertada. Nunca, jamais, se pode aceitar que Orbán tenha agido corretamente, nunca, jamais, se pode aplaudir alguma atuação de Orbán. As atuações de Orbán estão, por definição, todas erradas e devem sempre, eternamente, ser criticadas.
    É aquilo a que se chama fanatismo.

  5. Paulo Marques says:

    Apontar que a UE não tem legitimidade para retirar soberania a ninguém é uma obrigação de quem quer que haja futuro. Ainda por cima quando nem sequer é por interesse próprio, dada a gritante inconsistência.

    • Paulo Marques says:

      Para miúdos de 5 anos, votou por Órban, ou votou contra penalizar os habitantes da Hungria? Depois estranham que seja “preciso conquistá-los”.

  6. Manuel Magrinho says:

    O PCP não está de acordo com Orban na esmagadora maioria dos assuntos, mas até um relógio avariado acerta as horas duas vezes por dia! Que o Fernando Moreira de Sá misture alhos com bugalhos, que tenha o cérebro completamente atrofiado e seja incapaz de analisar cada situação em concreto, tal como a maioria dos portugueses, isso é um problema do Fernando Moreira de Sá. Já agora, o Fernando Moreira de Sá sabe dizer-me qual foi o assunto em que o PCP este de acordo com Orban? Seria bom entender o porquê.

  7. estevesayres says:

    Eu entendo perfeitamente o que está a acontecer, ou vai acontecer ao P”C”P!!! Pelo visto, muitos ainda não compreenderam…

  8. JgMenos says:

    «a UE não tem legitimidade para retirar soberania a ninguém» diz o tonto.
    Como se a adesão não limitasse a soberania POR DEFINIÇÂO!
    A única questão são as áreas e os limites.
    A liberdade de expressão é seguramente uma das áreas abrangidas.
    Já o orgulho gay nas escolas não é uma delas.

    • Paulo Marques says:

      Ah, bom, a liberdade de expressão de primeira e de segunda, com penalizações também a decidir consoante a conveniência. Como é que alguém pode não defender tal modernice?

      • JgMenos says:

        Para a cambada, liberdade de expressão é sinónimo de indoutrinação compulsiva – da creche à cova.

        • Paulo Marques says:

          É verdade, estão sempre a falar em Deus para aqui, Jesus para acolá, como se não estivessem mortos e enterrados.

  9. Manel says:

    Quem não vê isto como uma maneira cínica de pressionar os húngaros a arruinarem a própria economia com sanções é só parvo

  10. jose valeriano says:

    Que legitimidade se pode reconhecer aos dirigentes da Europa começando pela Ursula que leva para o Parlamento Europeu a mulher de Zelensky como se esta personagem tivesse um cargo politico na Ucrânia.
    Que vergonha até para o Povo Ucraniano que pode ver isto como se aquela família já fosse dona da Ucrânia.
    Depois fez um discurso sem ter em conta as pessoas que lhes pagam os seus vencimentos, pois para esta gente neste momento o grande interesse é unicamente a guerra na Ucrânia.
    Agora vêm falar do Orban que só está preocupado com o seu Povo que foi quem o elegeu.
    A Europa está morta e enterrada só que eles contam com a ignorância dos povos.
    A partir daqui não vão aceitar Governos eleitos que os barrem de atingirem aquilo a que se comprometeram com os GLOBALISTAS.
    O Globalismo não serve os povos pobres mas os politicos continuam a sua caminhada a passar a mensagem que assim é que todo o mundo vai ser rico.
    Os povos só têm aquilo que pediram.
    Vamos bater com a cabeça na parede e eles continuam a dizer que assim é que tem que ser.
    Vamos esperar mais uns meses mas poucos e logo veremos o que por aì vem.

    • JgMenos says:

      «A Europa está morta e enterrada» então que de mais natural que acabar com a mama aos mamões líquidos.

      A cambada só ambiciona ressuscitar um qualquer Comintern, para se tornar internacionalista, e globalista.
      Quando na Rússia Imperial se diz ‘De Lisboa a Vladivostok’ até se babam!

      • Paulo Marques says:

        Quando na Rússia se repetem discursos Europeus do passado sobre paz, sim, era melhor que tornar um país e todo um continente em nações falhadas. Mas percebe-se o que vale a oportunidade a criadores de mitos.

    • Paulo Marques says:

      “A partir daqui”? Globalistas invés de capital financeiro?
      Tá fraquito. Até porque a rainha que não chegou a ser está muito bem com Meloni, pelo que não tem razões para estar preocupado com esses termos.

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