Igor Korotchenko, jornalista do regime de Putin, transmite a mensagem do mestre contra essa nova “geração de mulheres europeias agressivas” que vieram “da cozinha” para a política. Segundo Korotchenko, essas mulheres que até lideram países como a Finlândia ou a Estónia, que lideram ministérios da defesa como na Alemanha, que defendem princípios socialistas ou ecologistas e que até protestaram contra as bases americanas na Europa, são agressivas e rudes contra o regime de Putin e provocadoras da “nova guerra”, obviamente…
Palavras deste calibre também poderiam ter sido proferidas por alguém da bancada do Chega, por um Pedro Frazão por exemplo. Mas não é preciso ir tão longe, no início desta guerra ouvimos excelentíssimos cavalheiros da área do PSD (e até do PS), como José Miguel Júdice, a prognosticar o fim desta Europa das ministras da defesa de saltos altos e de maquilhagem que, obviamente, não seriam capazes de fazer frente a Putin.
Este é um excelente exemplo para quem ainda não percebeu que as fronteiras desta guerra não são as fronteiras da Ucrânia, da NATO ou do Donbas, e que as verdadeiras fronteiras são absolutamente ideológicas, desenham-se entre quem está no campo de Putin, Trump, Orban, Ventura, Le Pen e Bolsonaro e entre quem defende o humanismo, a igualdade, o estado de direito, uma sociedade baseada no conhecimento ou a erradicação da pena de morte. Muito recentemente o cenário Trump-Putin-Le Pen não esteve assim tão longe do horizonte e ainda não está tão afastado quanto isso. Este cenário a acontecer no atual contexto, não tenham dúvidas, seria o fim da picada.







uma sociedade baseada no conhecimento
Errado. A noss sociedade não é baseada no conhecimento, mas sim em quatro grandes materiais essenciais: o amoníaco (essencial para produzir fertilizantes azotados, sem os quais a agricultura seria incapaz de produzir comida sequer para metade dos seres humanos hoje existentes), o aço, o cimento, e os plásticos (sem os quais não existiriam computadores). E alguns desses materiais se baseiam, em boa parte, em matérias-primas fornecidas pela Rússia. É bom que se tenha isso em boa conta.
E vai daí, qual a parte da Ucrânia que se reserva para os ucranianos? E depois da Uctrânia,? Mais umas coisinhas?
Estes pacifistas sempre se esquecem de dizer o quanto e até onde.
Parece aquele coirão que foi ministro da defesa e foi tão pacifista em Tancos quanto com o Puti,
Os mesmos que para os países do médio-oriente ou mesmo do oriente, porque nunca fizeram nem nunca farão parte do paraíso, mas sim da selva, o resto é folclore. Ninguém quer saber que não vai haver oposição, direito à greve, combate à corrupção, armas e violência por todo o lado, ou sequer reconstrução de coisa nenhuma. No fundo, onde já estavam, mas mais.
JgMenos,
há um meio termo. O facto de se denunciar a invasão russa da Ucrânia, e de se trabalhar no sentido de acabar com ela, não implica que se faça aquilo que a Europa fez – cortar os laços económicos e sociais com a Rússia.
A China e a Turquia, já sem falar de Israel, também condenaram a invasão russa da Ucrânia, e pugnaram pela paz, mas tiveram o cuidado de não cortar os laços económicos e sociais com a Rússia.
Tudo o que não é já claro vassalo e estado-cliente da hegemonia, a maioria da população mundial, não aprovou as sanções porque sabe que é mais um precedente de algo que será usado contra eles, e vários começaram a ver como se livravam de estar dependentes de contas em dólares e euros agora apagáveis a qualquer momento.
Por muito que se fale em conquistá-los (sic) para o nosso lado…
O meio termo é qual?
– Qual parte d Ucrânia?
– Qual contributo à inconsequência da guerra para a Rússia?
Quantos milhares de kg de carne para canhão? Quantos milhares de kg de carne magra congelada? Para não falar na “selva”, que não vale a pena.
Há eurocornos que finalmente começam a fazer as contas ao proteccionismo…
Pois refere-se Vosselência…
Ao Puti, que o pari,?
Só um pequeno detalhe. O amoníaco, o aço, o cimento, e os plásticos russos não são do Putin, são dos russos, embora ele proceda como se fosse tudo dele. Há revoluções que resolvem bem este tipo de equívocos.
Isso só se aplica ao gás russo, ou também se pode aplicar ao petróleo em território indígena reafirmado em tratados? Só para saber com o que se conta.
as ministras da defesa de saltos altos e de maquilhagem que, obviamente, não seriam capazes de fazer frente a Putin
Obviamente que não. Mas, obviamente também, o facto de não poderem fazer frente a Putin dá-lhes ainda mais vontade de serem Primeiras Ministras ou ministras da Defesa, por forma a poderem mandar outros, que não elas, fazerem frente a Putin. A guerra é sempre mais fácil quando podemos ordená-la desde o conforto dos nossos gabinetes e não temos que ser nós mesm@s a fazê-la.
Mais um treteiro a ensacar à molhada sem critério ou propósito que se explique.
Que há muita gaja aparvalhada, que da igualdade de género deriva um qualquer femachismo imbecil, é lamentável ao ponto de poder atenuar ao Putin o estatuto de completo coirão que de facto é.
Junte-se-lhe o orgulho gay, no seu intrínseco ridículo acrescido das derivantes de ‘tarados à solta’, que ofende todo o justo direito à sexualidade.
Tudo ensacado na festiva cretinice dita progressista que se diz em luta com tudo que se assuma como decência, para bom serviço do Putin, Aiatolas & C.ª.
Junte-se o dueto Costa&Marcelo, e temos a parvoeira com forox de doutrina de Estado!
Ora pois!
Afinal, o Putin tem atenuantes.
Já se cá desconfiava que Vosselência gosta deles brutos. Não se calculava é que chegasse a tanto.
Não só são capazes, como as escolhidas são exactamente da mesma qualidade de corrupção, mentiras, violência, exploração ou guerra. Progresso!
Acho que vende o pouco os feitos destas nobres guerreiras de vestido no novo feminismo moderno. Mostraram capacidade para fazer acordos para manter refugiados na periferia (Merkel), enviar emigrantes para meio mundo de distância (Patel), recusar a entrada de refugiados (Meloni), destruir a credibilidade do Reino Unido (Truss), destruir a economia europeia comprando menos energia por mais, trocar a transição e o nuclear por mais fósseis, aumentar a dependência a todos os níveis das vontades da hegemonia, dificuldades financeiras e exôdo da indústria europeia, aplicação de austeridade, o abandono de pacientes à sua sorte (Ayuso), ser ou aliar-se à extrema-direita, entregar curdos em troca de armas (Magdalena Andersson), fazem parte do processo de aprovação de censura a opiniões indesejadas, à qual se junta agora críticas a Israel…
Este novo feminismo tem tudo para ser um sucesso eleitoral. Já o humanismo ou a igualdade, que querem mais, são mulheres a fazer exactamente o mesmo, já chega.
Nem sabia desta pérola…
“If they don’t go after my ex-boyfriend or husband, they go after my brother … Or my chief of staff, it’s very sexist.”
Ó Costa, diz que é racismo!
Por acaso a guerra é mesmo sobre as fronteiras da ucrania e da nato mas acredite no que precisar
O dueto de cretinos prolixos prossegue a sua carreira de infestadores de lixo.
O contabilista continua a não saber o que é um argumento, só que é contra o que é contra o o que acha que não é a seu favor.
Bom sinal.
Pois é!
Embora a Quwellhass esteja um tanto adormecida.
Mas Vosselência produz pelos dois. A carreira não está em causa.