Ao fim de duas rondas só há três seleções com duas vitórias: França, Brasil e Portugal. Há a bem encaminhada Espanha, que esteve perto de fazer a mala à Alemanha. Há várias a jogar bom futebol, com destaque para as federações mais pobres com as vitórias do Gana, Senegal, Irão e Marrocos. E depois há uma mão cheia de parcerias que jogam muito, Griezmann e Mbappé, Vinicius e Richarlison, Pedri e Gavi, e outras duas, em Portugal e na Argentina, que seria um épico dramático ver chegar à final.
Equador-Senegal, Irão-EUA, Polónia-Argentina, Croácia-Bélgica, Japão-Espanha, Sérvia-Suíça e Gana-Uruguai vão ser os pratos fortes da terceira jornada, os primeiros mata-mata do Mundial. Portugal, que estranhamente não faz parte destas contas, pode preparar o jogo com a Suíça ou com a Sérvia, os prováveis adversários dos oitavos, na fase do torneio onde tudo passa a ser possível. E que bonito seria ver os quase quarentões Cristiano Ronaldo e Pepe a levantar o caneco!







Com o Ronaldo a jogar, dificilmente a seleção irá sequer às meias finais.
A seleção joga bem e marca golos sem o Ronaldo. Com o Ronaldo, não.
Tenho muita pena de dizer isto, mas é a realidade que observo.
E, como Fernando Santos é extremamente conservador, jamais deixará de colocar Ronaldo a titular, pelo que, prevejo, não iremos às meias finais. E se formos aos quartos já estaremos com sorte.
Subscrevo Luís. Com Ronaldo em campo, Portugal joga não dez contra onze, mas dez contra onze e meio, porque o Ronaldo não só não joga a favor como ainda estraga jogo.
mas a culpa é também do nosso jornalixo. Esta última campanha para que o primeiro golo do Bruno (actualmente o nosso melhor jogador) fosse atribuído ao Ronaldo é simplesmente nojenta.
Portugal está muito bem na prova.