E outras loiças

Já não era sem tempo que algum partido com assento (que não é um bidé) parlamentar pegava no tema do flagelo que é ter um bidé em casa, esse vaso sanitário onde gente pobre lava o rabo, o escroto e o pé.

Urge, então citar um trecho de um lindo poema, entitulado “Rabo, escroto e pé”:

“O meu coração sofre,
Por tu não enxergares
Que eu necessito
De lavagens parcelares.

Entre um duche e outro,
Há várias limpezas
Que eu tenho de fazer
Às minhas miudezas.

Rabo, escroto e pé
É o que eu lavo no bidé.
Resiste a qualquer escrutínio:
O asseio do meu períneo.”

O poema, cantado, no vídeo abaixo:

Comments

  1. POIS! says:

    Pois fiquem sabendo que, nos nossos hospitais, também se chama “urinol” àqueles vasinhos que se usam para que se possam aliviar os desgraçados (as desgraçadas têm outra alternativa…) que estão derrubados numa cama após serem barbara, mas cuidadosamente, esfaqueados por um “gang” de cirurgiões.

    Aprendi isso aquando de um exame, tipo entranhas ao vivo na TV, que tive de fazer num estabelecimento estatal.

    Deixo aqui esta nota com dois objetivos: que não passem por ignorantes nessas situações e também como importante contributo para a cultura geral de todos e todas.

    “Obrigado”??? Ná! Isto dá trabalho, meus senhores/as!

    Aceitam-se contribuições para o NIB: 0123456789101112131415 do Banco Comissal Macedo, também conhecido como Caixa Qualquercoisa.

  2. João Mendes says:

    Obrigado por este musical, camarada!

Trackbacks

  1. […] Graças ao João Maio, percebi que o bidé é um tema da actualidade. Tenho opinião sobre o bidé (e sobre  o urinol), mas, por razões higiénicas, não a manifesto. […]

  2. […] uma indemnização milionária, mas a verdade é que mal chega para oferecer um Rolls ao marido.Graças ao João Maio, percebi que o bidé é um tema da actualidade. Tenho opinião sobre o bidé (e sobre  o urinol), […]

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