Montenegro escolheu a degradante
23/04/2024 by
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Nesta “estória” recambolesca sobre a escolha de Sebastião Bugalho para líder da AD nas eleições europeias, convém esclarecer os mais incautos, que, por norma ou distração compram tudo o que lhe vendem. Em especial a CS mais próxima do PSD. O caso do EXPRESSO é um bom exemplo.
Não está em causa a qualidade intelectual do ser humano, Sebastião Bugalho, mesmo que na gíria o possamos considerar um “bétinho”. Ele como todos os outros fará o seu percurso, e só depois se verá o que vale.
Já a ideia peregrina de o “venderem” como um independente, isso sim, dá-me vontade de rir, tamanho é o disparate.
Independente??
É verdade que no plano cénico, Sebastião Bugalho mesmo quando entrou nas listas do CDS como candidato a deputado, o fez como independente.
E fê-lo porque na condição de jornalista e comentador televisivo, na altura no Observador, e, mais tarde, na CNN, seria avisado não estar completamente dentro das estruturas partidárias. Todos os jornalistas têm as suas preferências políticas. A coisa mais natural do mundo. Já jornalistas, investidos como deputados, a comentar o noticiário num debate com outros pares da profissão, sem qualquer filiação partidária, seria de todo abusivo.
Aconteceu isso com Vicente Jorge Silva, no PS, Maria Elisa Domingues, no PSD, Daniel Oliveira, BE, etc. Tiverem sempre um estatuto de deputados independentes.
Já no caso de Rui Moreira, que acabou preterido nestas Europeias, esse sim, é claramente um independente, ainda que dentro do espectro liberal. Ele nunca foi um alinhado com o PSD, a não ser com a sua própria agenda pessoal e política. Completamente autónoma. Nem Marcelo foi tão independente na sua candidatura a PR. Daí Rui Moreira ter concorrido, muito pelo impulso de Rui Rio e outras figuras das elites nortenhas, contra Luís Filipe Meneses, primeiro, e os outros candidatos do PSD que lhe sucederam.
E foi essa independência e esse desalinhamento de Rui Moreira do PSD, que fez soar as sirenes da ortodoxia laranja. O resto são tretas para venderem a alguns néscios.
Sebastião Bugalho não é, nem nunca foi independente. Ou se é, só pode ser na encenação que todos querem dar a esta escolha, como uma espécie de mal menor, para agradar a toda a direita em geral, sem que nenhum deles fique amuado.
Vai-se a ver e o independente é um tipo que não pode ter ideias no essencial coincidentes com as de ‘dependentes’!!!
Um independente é alguém com quem o comentador partilha ideologia quando nem percebe que é ideologia.
Pois, mas isso…
Só por uma razão: é muito difícil coincidir com a que quer que seja de Vosselência Dependente.
O dr. Rui Moreira representa os interesses do Partido Socialista e do Centralismo na Cidade do Porto, através do Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» que conta com o apoio dos restantes partidos na Assembleia Municipal e representa politicamente o tráfico/consumo de droga e o crime.
Associar o Presidente Rui Rio ao dr. Rui Moreira não é correcto, é criar uma conjectura, e o primeiro nunca lhe deu qualquer impulso, disse simplesmente que o segundo poderia ser uma escolha dentro dos candidatos às Eleições Autárquicas na Cidade do Porto – tendo em conta que nenhum desses candidatos tinha perfil para Governar a Autarquia e garantir o interesse e bem-estar dos Portuenses.
Ó Figuriredo, mude lá a cassette…
O dr. Rui fez uma descrição do Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» que não corresponde à realidade, como é óbvio tinha de levar resposta para que a verdade prevaleça, não para os Portuenses que a conhecem, para os demais Portugueses que não estão dentro daquilo que se passa na Cidade do Porto.
Eu não fiz descrição nenhuma (Ruis há muitos, e Naldinho eu não sou).
Por fim o ‘sistema’ sente-se na necessidade de se manifestar ausente…
Sim, um menino acarinhado pela imprensa, que defende os interesses do capital, e até agride companheiras é anti-sistema.
Agride? Agrediu?
Sempre a defende-los anonimamente como é timbre dos anónimos , não é ?
“los”, quem? Liberachos? Agressores? Comentadores? Anónimos Nortenhos?
Os da liga dos anónimos anónimos
Por momentos pensei que o menino mimado também era um they them.
Os anónimos nortenhos ou não dominam a gramática, ou aplicam as generalizações indignas de intelectuais de esquerda, isso é coisa de liberacho.
Resposta a «…Rui 24/04/2024 at 19:33…»
Eu não que escrevi que foi você, dr. Rui.
Se ler o comentário entende perfeitamente que me refiro ao dr. Rui Naldinho, e não a si.