É preciso e é urgente

Alguém ajude Marcelo Rebelo de Sousa a terminar o mandato com dignidade….

Comments

  1. Carlos Almeida says:

    Não estou nada incomodado por ele ter dito uma coisa que já deveria ter sido dito por um governante durante estes 50 anos depois da descolonização.
    Tem feito muita asneira mas aqui esteve muito bem
    O papel de Portugal no tráfego de escravos africanos a partir principalmente de Cacheu, na actual Guine Bissau na África Ocidental, é historicamente conhecido e não vale a pena tentar tapar o sol com uma peneira. É uma questão de tempo.

    O trajeto normal dos infelizes era:
    Mali e outros países da África Ocidental a leste da Guine
    Descer o rio Cacheu ate à foz onde ficavam no forte de Cacheu a aguardar embarque
    Viagem em barcos negreiros até Cabo Verde
    Depois de Cabo Verde seguiam para o Brasil, mas também para o Haiti e outros países do Caribe

  2. JgMenos says:

    Grandes idiotas!
    E temos um idiota-em-chefe com uma crónica diarreia verbal.

    • POIS! says:

      Ora pois!

      Algum dia Vosselência chegaria a chefe! Tem feito tudo para isso!

      É merecido! Não vale a pena recriminar os que generosamente o elegeram, apelidando-os afavelmente de “idiotas”.

  3. Anonimo says:

    O Presi tem razão. As contas certas só foram possíveis porque os orientais são bons na matemática. Agora voltamos às contas de merceeeiro

  4. Rui Naldinho says:

    Marcelo desde o dia em que deu posse à maioria absoluta de António Costa, vulgo tomada de posse do XXIII governo constitucional entrou numa “espiral recessiva” ao nível do discurso.
    O mais provável foi não ter gostado na altura do resultado das eleições. Mas os amuos passam. Não se eternizam.
    “A não ser nas múmias, essas continuarão sempre a debitar azedume, até ao dia em que se transformarem em pó, aos restantes mortais recomenda-se bicarbonato de sódio para a azia”
    Aproveitada a oportunidade que lhe foi facultada pelo MP e por António Costa, que, de forma encapotada aproveitou esse ensejo para se pôr ao fresco, convocou de novo eleições, as quais vieram provocar a mudança de governo. Mas pelos vistos o Exmo Presidente voltou a não gostar do resultado eleitoral de 10 de Março. Mas estava avisado do que aí vinha.
    Não acredito que o Presidente esteja lelé da cuca!

  5. João Pires says:

    “Não acredito que o Presidente esteja lelé da cuca!”
    Sim, mas imita muito bem.

  6. O balanço da Revolução de Abril é globalmente positivo
    A Revolução liquidou o colonialismo português, conquistou os direitos, liberdades e garantias fundamentais de um regime democrático e permitiu um certo grau de desenvolvimento económico, social e cultural.
    Claro está que a Revolução não logrou alcançar aquilo que, em determinada altura, passou a ser seu objectivo principal: a liquidação do capitalismo e da exploração do homem pelo homem e a instauração do socialismo.
    Estas continuam a ser as tarefas centrais e cada vez mais actuantes da Revolução em Portugal e no Mundo.
    Arnaldo Matos (Assino por baixo)

    • JgMenos says:

      Porque nunca me falas do que viria a seguir:
      – o homem-novo de chicote em punho e verborréia
      – o homem-velho mudo e de coleira ou garrote

      • POIS! says:

        Pois tenha juízo, ó Menos!

        São seis da tarde e Vosselência já quer que lhe contem historinhas para adormecer? Não lhe chega o discurso do Quarto Pastorinho que está a ouvir ininterruptamente desde a manhã?

        Francamente! Se não chega porque não experimenta recostar-se no sofá a ler o interessante livro da correspondência entre o Oliveira e o Cerejeira? Mas alto! Calma aí! Com as mãozinhas devidamente fora do cobertor!

      • Sempre a prometer, sempre a prometer, e depois chegam ao tacho e nada. Isso é para quando?

  7. O problema é quem endeusa um homem por estar no posto com a opinião conveniente, quando é só mais um a ocupar um posto de trabalho, por muito importante que seja. Não é estranho que seja racista, ou outras falhas que já aconteceram, mau é a dificuldade acrescida em percebê-lo por toda a gente o fazer passar por mais que humano.
    E quem diz um homem, diz mulher, com a agravante de tender a correr pior graças a um falso feminismo de plástico.

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