Marcelo Rebelo de Sousa, o Rato Mickey da Feira do Livro

Fotografia via SOL

Na Disneyland, as crianças fazem fila para tirar fotografias com o Rato Mickey. Na Feira do Livro, onde escritores a sério são votados ao abandono ou confundidos com os Gustavos Santos e as Margaridas Rebelo Pinto desta vida, fazem-se filas para tirar fotos com Marcelo. O Rato Mickey que se cuide, da próxima vez que Marcelo estiver em Paris.

Amar pelos embaixadores

Fotografia: Manuel de Almeida@SIC Notícias

Imaginem o comentador Marcelo, à mesa da TVI com a Judite de Sousa, a comentar esta tirada do presidente Marcelo, durante a condecoração dos irmãos Sobral:

[Salvador e Luísa Sobral são] “embaixadores mais qualificados e mais eficientes do que a generalidade da nossa diplomacia

Havia de ter piada. Quem não achou piada foram os diplomatas, que, recursos estilísticos à parte, foram tratados abaixo de vencedor da Eurovisão, o que em muitos casos não anda muito longe da verdade, ou não estivesse a diplomacia portuguesa bem artilhada de boys partidários, apesar da sua boa fama internacional. Será que o presidente Marcelo se safava com nota positiva?

Marcelo, o pastor

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Isaac Pereira

Em Oliveira do Hospital, Marcelo Rebelo de Sousa comprou uma ovelha, e negra, ainda por cima. Chamou-lhe Oliveirinha. Depois abraçou um pastor rosado que lhe disse do alto do bigode:
– Morreram-me vinte e cinco cabeças. A vida de pastor é dura.
O presidente dos afectos abraçou-o, como não poderia deixar-se ser, e disse, afagando-lhe o pêlo:
– Eu sei. Eu sei.
E foi nesse momento que fiquei a saber que Marcelo já foi pastor.

Senhor Presidente, cale-se.

A morte ao frio, no relento de Londres, de um cidadão português, mereceu já duas notas oficiais da Presidência da República e uma outra, em jeito de homenagem, do líder trabalhista britânico, Jeremy Corbyn de sua graça. A segunda nota publicada pela Presidência da República no seu sítio oficial da internet serviu para agradecer ao senhor Corbyn “a mensagem de solidariedade que deixou pela morte do português sem-abrigo, ontem na estação de metro de Westminster, em Londres”.

Tudo isto parece, além de trágico, excessivamente bizarro. Mais bizarro ainda se se imaginar o cenário inverso, a rainha de Inglaterra publicando notas na página oficial da Coroa, agradecendo a solidariedade do líder da oposição em Portugal, Rui Rio, por este ter ido à rua prestar homenagem a um inglês desafortunado, morto de fome e frio numa estação de metro portuguesa.

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«PR quer ouvir partidos sobre OE 2019»

Além de dar sequência a declarações de intenções e de ouvir os partidos sobre o OE2019, Rebelo de Sousa pode ler algo sobre o OE2012, o OE2013, o OE2014, o OE2015, o OE2016, o OE2017 e o OE2018. Até breve.

Cristiano Ronaldo a Belém!

Ex-footballer George Weah to become Liberia’s president

Não vão os afectos dar para o torto

Marcelo Rebelo de Sousa contratou José “Zeca Mendonça” Nunes.

Das madrinhas

Houve tempos em que um comércio – e mesmo indústria – de proximidade nos permitia o acesso a bens através de um consumo personalizado, uma escolha pessoal. Podíamos apalpar – honi soit…-, cheirar – idem…-, provar – então?…- tudo. Roupa, fruta, livros, discos, alimentos vários, tudo nos passava pelos sentidos e pelo sentido. E não era preciso ir muito longe. Era logo ali na loja. Cada um adquiria o que queria e podia. E o que comprava era seu e pago ao vivo por cada um – ou fiado, que também era coisa personalizada. O mesmo se passava com as madrinhas: cada um tinha a sua. Claro que, como todos sabemos, as madrinhas podem ser de baptismo, de casamento – religioso ou civil, tendo neste caso o nome menos poético de testemunhas – de crisma, de guerra e tudo o mais. Há, até, para cada um de nós, uma fada madrinha. 

Mas agora estamos no tempo das grandes superfícies, do granel, das compras à distância. Das marcas brancas, do streaming. Da partilha digital, da rede, da nuvem. 

Ora, é neste contexto que o presidente Marcelo resolveu proporcionar a todos os portugueses uma madrinha partilhada. Com a qual tenhamos uma relação ainda mais distante do que a que temos com a Amazon. E em regime de monopólio, diriam maldosamente os comunistas. Portanto, afilhados de Maria (Cavaco), rejubilai! [Read more…]

Marcelo é… Marcelo!

Muito boa gente que há bem pouco tempo desconfiava de Marcelo, acusando-o de levar o governo ao colo, tece agora loas ao valente puxão de orelhas que o Presidente da República deu a propósito da última tragédia, exigindo ao Primeiro-Ministro que tirasse consequências políticas. Alguns apoiantes da geringonça, principalmente os socialistas, ficaram com um pé atrás, uma vez que o PSD atravessa uma fase de incerteza até às eleições internas. É verdade que Marcelo já foi próximo de Santana Lopes, aliás integraram mesmo com José Miguel Júdice, Durão Barroso ou Nuno Morais de Sarmento, a chamada Nova Esperança, que ajudaria a eleger Cavaco Silva em 1985. À época defendiam o fim do bloco central, contra João Salgueiro. Como um eucalipto Cavaco acabaria por secar tudo e todos à sua volta, diz-se que Marcelo à última hora até teria hesitado nesse apoio, prevendo que a ascensão do professor de Boliqueime lhe prejudicasse as ambições, mas isso são teorias de conspiração. [Read more…]

Será que António Costa aceitará a prenda?

Marcelo Rebelo de Sousa disse o que tinha e havia para dizer sobre o descalabro deste governo face ao tratamento, ou melhor, ao abandono, que o Estado dispensou aos cidadãos que tiveram de enfrentar, sós, o avanço dos fogos.
Falou bem, mas ter-se-á apercebido de que, ao anunciar um novo paradigma que deverá sair da Assembleia da República, ofereceu a Costa o melhor motivo para se demitir e provocar eleições, aproveitando o estado calamitoso em que Passos deixa o PSD?
Não sei se António Costa optará por aceitar esta prenda desde já, mas que não lhe bastará uma vitória contra uma moção de censura do CDS, isso parece claro, uma vez que o Presidente da República mostrou bem que só lhe dará mais uma oportunidade. Este governo precisa de reforçar a legitimidade parlamentar de forma a responder a Marcelo Rebelo de Sousa, seja através de um pedido de voto de confiança, seja através de eleições legislativas antecipadas.

Portugal's PM Costa reacts during a biweekly debate at the parliament in Lisbon
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E Marcelo disse…

MARCELO REBELO DE SOUSA 2012“Abrir um novo ciclo obrigará o Governo a ponderar o quê, quem, quando e como melhor serve este ciclo” – Professor Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República.

O Presidente da República disse aquilo que qualquer um de nós queria dizer. E isso significa que Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, está dotado de algo cada vez mais raro na nossa política: bom senso.

 

A nódoa

Marcelo “reprova” tentativa de manipulação por parte de Leal Coelho.

Ti Celito

[Mwangolé]

Causou estranheza ler por aí nas redes sociais que alguns portugueses ficaram tristes com os assobios que o Presidente de Portugal terá ouvido na tomada de posse de João Lourenço. Só quem não conhece Angola e o povo angolano pode pensar que aquilo foi vaia. Na verdade aqueles assobios demonstram entusiasmo no aplauso. O angolano gosta do Ti Celito e tem mostrado agrado nas redes sociais pela forma descontraída e simpática que o antigo professor da Universidade Agostinho Neto se relacionou com o povo angolano. Quem dera poder dizer o mesmo dos nossos governantes e generais, quantas vezes vimos mergulhando na Ilha ou passeando na marginal junto do povo os principais dirigentes de Angola?

O CETA nas mãos do Presidente da República

Agora que os deputados do PSD, CDS e PS ofereceram de bandeja uma fatia de soberania nacional por via da aprovação do CETA, falta apenas a sua ratificação pelo Presidente Marcelo Rebelo de Sousa para que Portugal se junte à Croácia, Dinamarca, Malta, República Checa e Letónia no grupo dos estados-membros da UE que já deram luz verde ao CETA.

Gil Penha Lopes, investigador do Departamento de Biologia Vegetal Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, aproveitou ontem a presença do Presidente da República na Universidade para o seguinte diálogo:

– Gil Penha Lopes: “Exmº Presidente, como cidadão e docente universitário fiquei preocupado com a aprovação, esta manhã no Parlamento Português, do CETA, acordo comercial entre o Canadá e a Europa, pois está em causa a perda de soberania nacional e europeia, assim como é mantido o apoio à destruição ecológica e degradação ambiental.

– Presidente: Já sei, já sei. Isto ainda não foi ao Parlamento, pois não?

– Gil Penha Lopes: O CETA foi aprovado esta manhã no Parlamento sem ter ocorrido uma discussão alargada sobre o tema na sociedade Portuguesa. Deixo-lhe aqui esta revista que sintetiza as principais preocupações de plataformas cidadãs (como a Plataforma Não ao TTIP), ONGs, Sindicatos e de outras entidades e grupos de cidadãos.

– Presidente: Mas então já foi ao Parlamento.

– Gil Penha Lopes: Sim, foi aprovado hoje de manhã. Está agora nas suas mãos e por isso estamos mais confiantes.

– Presidente: Tenho de ver isso. Obrigado.

– Gil Penha Lopes: Muito obrigado.

O CETA concede direitos especiais, ou seja, privilégios, a investidores estrangeiros para processarem os estados por decisões em defesa dos cidadãos ou ambiente que possam diminuir os seus “potenciais futuros lucros”.

Por favor, Exmo. Sr. Presidente, reveja lá isso bem.

Dói-dói, senhor deputado?

Não há tragédia neste país sem que o aproveitamento político dê o ar da sua graça. Hélder Amaral tem razão nas questões que levanta, mas faz uma péssima figura quando afirma que “não basta um Presidente da República dar beijinhos no dói-dói, e dizer que não há nada a fazer“. Não só porque não é o momento para que um representante eleito se dedique a guerras de propaganda com conteúdos brejeiros, mas também porque Marcelo teve pelo menos a dignidade de se deslocar aos locais afectados pelas chamas, o que não sendo mais do que a sua obrigação, não deixa de ser revelador da nova era que se vive em Belém. [Read more…]

Marcelo pede ao Brasil para “fazer o melhor possível” nas Confederações

«Marcelo pede à seleção para “fazer o melhor possível” nas Confederações». Exactamente.

Frase do dia (de ontem)

Por uma vez, não pensou mal” (Marcelo Rebelo de Sousa, sobre o elogio de Schaüble a Mário Centeno)

Faz hoje um ano…

Rui Naldinho


Que muitos de nós, já estávamos a contar as horas para vermos sair pela “porta dos fundos” do palácio de Belém, o mais polémico Presidente da República da democracia portuguesa. E não digo o pior, porque esse julgamento será sempre feito pela História e não por um qualquer escriba armado em dono da verdade, que se queira substituir a ela. O enfadado Aníbal Cavaco Silva acabava assim o seu estágio remunerado de político não profissional, depois de vinte e dois anos a bulir em prol do Regime.

O ar que respiramos desde esse dia, parece ter ficado mais Aventar(ado), despoluído, fruto da (des)crispação introduzida na atmosfera politica pelos dons afectuosos do professor Marcelo Rebelo de Sousa. [Read more…]

A insustentável extraordinariedade do milagroso défice geringonço

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Teodora Cardoso afirmou que o facto do défice se ter fixado nos 2,1%, “ate certo ponto”, foi um “milagre”, e que o resultado foi obtido através de medidas extraordinárias que não são sustentáveis. E talvez tenha razão. Eu, depois de ver no que deu a Geringonça condenada à nascença, deixei de ter certezas. Tantas profecias da desgraça não podiam estar erradas. Só que estavam.

Claro que eu, ao contrário da Dra. Cardoso, não percebo nada de economia e finanças. What do I know? And yet, não preciso de um curso na Business School da moda para perceber que medidas extraordinárias insustentáveis foram o prato do dia no tempo da Caranguejola, como o foram de todas as caranguejolas que a antecederam. Fossem o património público que o ex-primeiro não ia vender “como quem vende os anéis para ir buscar dinheiro”, fossem os cortes e os brutais aumentos de impostos, o défice de Passos e Portas, como o dos seus antecessores, nunca cumpriu a meta europeia. Aliás, governo algum conseguiu um défice mais baixo que os 2,1% da Geringonça. E não faltaram medidas extraordinárias insustentáveis nos últimos 20 ou 30 anos.  [Read more…]

Estão todos demitidos. Vamos para Eleições.

Está demitido Mário Centeno, Ministro das Finanças de Portugal, o melhor da nossa democracia, por andar a negociar a presidência da Caixa Geral de Depósitos por e-mail e SMS, prometendo aquilo que não pode dar, por ser ilegal, e por, afinal, não ter dito a verdade sobre o que realmente prometeu ao banqueiro.

Está demitido António Costa, Primeiro-Ministro de Portugal, o melhor da nossa democracia, por ter dado cobertura formal ao erro do seu Ministro das Finanças, o melhor da nossa democracia, emitindo um comunicado oficial no qual reafirma a lisura do comportamento do Governo e do seu Ministro, facto que não corresponde totalmente à verdade.

Está demitido o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, por ter diligenciado, junto do vice-presidente de um Banco concorrente da CGD, António Lobo Xavier, a obtenção dos registos de comunicações privadas entre o Ministro das Finanças e o gestor cuja contratação para o Banco Público estava a ser negociada. Isto sem o conhecimento quer de Mário Centeno, quer de António Costa, o Primeiro-Ministro em funções.

Está demitido o Conselheiro de Estado António Lobo Xavier por, objectivamente, se ter colocado numa situação de intolerável conflito de interesses, imiscuindo-se em assunto interno de um Banco Público, concorrente do Banco BPI do qual o próprio é vice-presidente e a quem aproveita a fragilidade da CGD, enquanto actuava investido em três funções distintas e só compatíveis num país que perdeu totalmente a noção da realidade: comentador televisivo, banqueiro e Conselheiro de Estado.

Uma vez que estão todos demitidos, precisamos de eleições legislativas antecipadas.

Levar governos ao colo era exclusivo do Cavaco? 


Habituem-se. Já agora, lembram-se do chinfrim sobre sentido de estado? Pois.

Verdade absoluta

PSD está mal habituado pelos anos de Cavaco no poder” – Miguel Sousa Tavares

Careful what you wish for, PSD

psd

via PSD@Pinterest

Quem não se lembra da heróica cavalgada eleitoral de Marcelo, o homem que vinha para salvar a direita órfã dos abusos da Geringonça e que, qual Cavaco, boicotaria a usurpação parlamentar da esquerda? Pois, esse Marcelo já lá vai. Ou talvez não tenha sequer chegado a aparecer. Ou, melhor ainda, está a fazer o seu número político para que, no dia em que tal se tornar necessário e vantajoso, possa tirar o tapete ao governo e afirmar que está acima de críticas porque colaborou enquanto pôde. Cenas para ver nos próximos episódios. Por enquanto, pelo menos para o segmento recém-radicalizado da direita parlamentar, o presidente que o PSD desejou eleger é cada vez mais um alvo a abater. Um vilão chamado Marcelo Rebelo de Sousa. [Read more…]

Um vilão chamado Marcelo

O ex-presidente do PSD, atualmente comentador politico, Marcelo Rebelo de Sousa, durante a sua intervencao na Univesidade de Verao do PSD. Castelo de Vide, 28 de agosto de 2012. NUNO VEIGA/LUSA PUB: 29/08/2012

Ele era o último grande herói da direita refém do radicalismo passista, ainda que, ironicamente, só o próprio Passos se tivesse atrevido a pôr em causa as qualidades do grande catavento. Foi levado em ombros a Belém pela direita, pela selva liberal e pela imprensa, que lhe garantiu mais espaço mediático que à soma de todos os seus opositores. Chegou, viu, venceu, e os órfãos da Pàf, feridos por essa estranha forma de estalinismo, também conhecida por democracia representativa, decretaram o início do fim dos acordos à esquerda. A contra-revolução estava em curso. [Read more…]

Contatos e horários

© Ronaldo Schemidt/AFP/Getty Images (http://bit.ly/2jYOF1w)

Chomsky made a clear claim – recursion is fundamental to having language. And my paper did in fact present a counterexample. Recursion cannot be fundamental to language if there are languages without it, even just one language without

Daniel Everett

If some tribe were found in which everyone wears a black patch over one eye, it would have no bearing on the study of binocular vision in the human visual system. [1]

In contrast, descriptive generalizations should be expected to have exceptions, because many factors enter into the observed phenomena. Discovery of such exceptions is often a valuable stimulus for scientific research. [2]

— Noam Chomsky [1] [2]

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dre1812017

Recentemente, pelos vistos, António Costa esperou, “sereno”, «por palavra de Marcelo». Curioso, eu também. Mas foi há muito mais tempo.

Agora, quanto ao tema em epígrafe, [Read more…]

Ao cuidado do país governado por bloquistas e comunistas

marcelo

Estamos a terminar um ano caracterizado por uma procura de serenidade, diálogo e apaziguamento, fundamentais para o rigor financeiro e estabilidade social, sem a qual não há estabilidade financeira e política. O objetivo? Aumentar a esperança dos portugueses.

Marcelo Rebelo de Sousa, antigo catavento de opiniões erráticas, actual Presidente da República de Portugal.

Foto: Gerardo Santos/Global Imagens@Diário de Notícias

Ensaio sobre os centrais

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O Luisão escorrega, não é? No golo. Toda a gente pode escorregar. Escorregou. Escorregou. Quer-se dizer, estes centrais já estão um bocado ó tio, ó tio!

— Rodolfo Reis, 4/12/2016

Le fait que l’acte de porter une lettre à la poste est un comportement différent de celui de se promener dans la rue est dû à l’objet-but de l’acte.

Joseph Nuttin

 

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Efectivamente, Fevereiro, mas direto. Sim, estamos em Dezembro de 2016 e já terá havido tempo para a consolidação dos conhecimentos obtidos durante as acções de formação anunciadas, onde provavelmente até terão sido proferidas barbaridades como «se disser Egito escreve sem ‘p’, mas se disser Egipto escreve com ‘p’». Aliás, recordemos que a grande divisão da doutrina era entre «não mais que 15 minutos» e «basta uma meia hora».

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O desastre prossegue, imparável. Imparável? Nem por isso. Temos sempre [Read more…]

The Ultimate Genuflection Compilation

compilacao

Juridicamente não chega, Marcelo

A CPLP não pode pactuar com mais ditaduras. O regime Dos Santos chega e sobra.

«La nouvelle orthographe figurera au cœur des discussions officielles»?

Não? Ah! OK: «les domaines de la formation et de la recherche», «les thèmes économiques et internationaux», «la politique européenne»… Oh!