
Deixou-nos uma das vozes da revolução. Cantou pela liberdade, fez música com Zeca Afonso, José Mário Branco, Sérgio Godinho ou Adriano Correia de Oliveira, e deu-nos temas eternos e intemporais como “O Barco vai de saída”, “A Guerra é a Guerra”, “Quando um Homem Quer Partir” ou “Por este rio acima”.
Fausto tinha 75 anos e partiu cedo demais.
Um dia triste para a democracia, para a música e para a cultura portuguesas.
Que descanse em paz.











“Fausto tinha 75 anos e partiu cedo demais.
Um dia triste para a democracia, para a música e para a cultura portuguesas”!
Em memória do meu saudoso amigo e camarada.
Sinto muito a sua perda…
Lá vem a democracia, embrulha tudo e mais um par de botas!
Ora pois!
Se até Vosselência acabou embrulhado! Aliás, em papel pardo, daquele onde se embalava o bacalhau do Tenreiro vendido por baixo da porta pelo Natal, quando faltava nas lojas.
Terá sido uma tentativa de homenagem um tanto inusitada, mas deixe lá. Quando chegar ao destino talvez o ponham de molho!