Portugal de cu ao léu

Imagem de Iara Sobral.

Portugal vendeu os anéis. Eventualmente, vendeu os dedos. Hoje, dá o cu. Não se queixem, meus iluminados. Sejamos soberanos, pelo menos uma vez.

Comments

  1. Júlio santos says:

    Sim, sempre tivemos uns políticos de merda, venderam tudo o que nos dava lucro e agora estamos dependentes desses agiotas.

  2. JgMenos says:

    Dado e arregaçado… o sonho d’Abril!!!

    • Anonimo says:

      Quais avarias? Cura-te

    • POIS! says:

      Pois pois!

      Os chineses, supremamente orientados seu Grande Timoneiro Cá Tró Gá e seu delfim Cu É-Lhó, costumam aproveitar abril para sonharem a toda a força.

      Era o que estavam a fazer ontem quando se deu o apagão.

  3. JgMenos says:

    Decrete-se o fim da avarias… JÁ!

    • João L. Maio says:

      Excepto no cérebro do Menos… Nunca!

    • POIS! says:

      Pois claro!

      O Xi Jinping já está a preparar uma ordem executiva nesse sentido!

      Estão só à espera da próxima distribuição de dividendos para mandar o decreto. Os selos estão caros.

  4. Roto says:

    Cambada de paneleiros sempre a dar o cu.

    • João L. Maio says:

      Não é preciso ser paneleiro para dar o cu, seu roto!

  5. Anonimo says:

    Agora culpam as renováveis. Não falham.

  6. balio says:

    Eu a REN ainda entendo, mas a GALP e a EDP não. Essas duas empresas operam em mercados concorrenciais e, em grande parte, operam no estrangeiro (a GALP na extração de petróleo no Brasil, a EDP na produção de eletricidade nos EUA, entre outros investimentos internacionais).
    O João L. Maio parece ainda estar com o pensamento fixado no tempo da Outra Senhora, quando a GALP e a EDP eram empresas monopolistas cujo âmbito coincidia exatamente com o território nacional. É pena que pessoas de esquerda tenham o pensamento fixado num regime de direita.

    • Asnonimo says:

      Sois um liberacho.

      • balio says:

        Não se trata de eu ser ou não ser um liberacho, trata-se de descrever a realidade.
        A realidade é que a GALP e a EDP são ambas empresas internacionais (não nacionais, como eram no tempo da Outra Senhora) que, tanto em Portugal como fora dele, estão em concorrência com outras empresas (ao contrário do que acontecia no tempo da Outra Senhora, no qual operavam como monopólios).
        Esta a realidade. O João L. Maio, lamentavelmente, parece crer que ainda estamos no tempo da Outra Senhora.

        • Asnonimo says:

          Venderias o Mosteiro dos Jerónimos aos sauditas, se te dessem comissão

    • Tuga says:

      No tempo da outra senhora como “catinhosamente” chama ao regime da ditadura de Salazar, não existiam nem a EDP nem a GALP . Haviam sim empresas regionais de produção de energia eléctrica ( companhia eléctrica das beiras e outras)

      • Carlos Almeida says:

        Pois era, mas alguns coitadinhos não sabem disso. Nem disso nem das outras coisas que havia nesse tempo de ditadura fascista.
        E acho que também não querem saber

        Como dizia o botas

        A Bem da Nação

    • Concorrência na electricidade é uma falácia dispendiosa, e o combustível começa a ser demasiado crítico para deixar à exploração – pelo menos, se é para brincar às guerrinhas que não aceitam terminar.

    • José says:

      Se eu te disser que os accionistas da REN são “empresas (que) operam em mercados concorrenciais (no estrangeiro?)”, ainda entendes?

  7. Nortenho says:

    Liberacho ? Não insulte os liberachos

  8. Há motivos, mas à partida nada relacionado com isto. A interligação é suposto baixar os preços e fortalecer contra falhas locais, mais frequentes.
    Talvez fizesse diferença investimento em mais ligações, mas sem detalhas, é difícil de saber.

    • Anonimo says:

      Nada relacionado, como assim?
      Não me recordo de um incidente destes com REN empresa pública…

      • Estando ligados a outra rede a receber tanta energia – por motivos de custo e não de capacidade até – , a resposta segura dos equipamentos a uma reportada queda abrupta é desligarem-se, não há volta a dar. Pode ser verdade que mais investimento evitasse a necessidade naquele momento, mas não tem a ver com a REN, e há limites de razoabilidade. Ou pode ser que houvesse forma razoável de segmentar a rede nacional para que fosse quebrada a ligação algures – isso já é acima das noções básicas que tenho -, mas não é tão simples como são maus por ter ido abaixo.

        • Anonimo says:

          A soberania portuguesa está em risco. Ou melhor, passou o risco. Anos com governos direitolas e com a esquerda patriótica afastada das decisões deu nisto.
          Agora é ver a gestão de danos, as “redes integradas”, “diferenças de tensão ” e outras tangas pseudo técnicas. Felizmente há ainda quem veja a luz, ironicamente.

    • Carlos Almeida says:

      Sim, mais ligações a França seriam aconselháveis e lógicas, mesmo que tenham que ser feitas igualmente nos Perineus, em terreno difícil. A existente é na zona de Perpinhan no SE de França/Espanha.
      Mas segundo sei os franceses , não têm sido muito receptivos à ideia, embora tenham centrais nucleares, cujo excedente poderiam vender para a Península Ibérica
      Já foi pedida a intervenção de Bruxelas para tentar flexibilizar os franceses, ate agora sem grande efeito.

      • Carlos Almeida says:

        Já ouvi uma hipótese num blog concorrente espanhol, que eventualmente poderá ter ocorrido um abaixamento de tensão num campo de painéis solares em Espanha, devido ao calor.
        Poderá ser a justificação do início do processo, mas não se percebe porque o resto da rede espanhola não conseguir suportar e cair.
        Claro que se a ligação a Espanha cair a rede de Portugal cai porque fica sem o relógio de referência de 50 Hz e sem um relógio de referência externo, nenhum gerador funciona. E exactamente com os nossos painéis solares ligados por inversores a rede alternada de 50 Hz do operador que se desliga quando está cai.
        Daí querem Portugal para colocar toda a produção a funcionar desligado de Espanha foi necessário ligar Castelo do Bode e T Outeiro.
        Julgo que seja isto, mas a energia não é a minha área técnica.
        Mas se alguém tiver melhor opinião técnica, PF comente

        • É capaz, mas o desaparecimento da tensão, real ou nos sensores, é muito estranho. Já esteve mais calor, este é limitador e não um disjuntor, e quem faz as centrais tem noção do impacto.

  9. Anonimo says:

    É o preço a pagar pela “iniciativa privada” e globalização. Um apagao de quando em vez não apaga os imensos benefícios para os olig… os cidadãos portugueses.

    • Nortenho says:

      “imensos benefícios para os olig”

      Ai que fugiu a boca para a verdade !
      Mas tem toda a razão

Trackbacks

  1. […] Portugal de cu ao léu por João L. Maio […]

Discover more from Aventar

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading