Para variar: a praxe…

Quando fui caloiro esbarrei com a semana do dito e respectiva praxe. Ao segundo dia avisei que não regressava. Foi coisa a que não achei nenhuma piada e cuja fronteira entre o passar-me da cabeça e ter de dar um sopapo a alguém era tão ténue que preferi desamparar a loja.

Obviamente, nunca praxei ninguém. É por isso que não assino esta petição, não quero praxar a Câncio e muito menos tirar-lhe o pio. Seria elevar a f a Nossa Senhora das Redes…

Singapura é Quando Passos Quiser

A cultura geral de Passos Coelho não é brilhante, nem o volume de livros consumidos parece efectivamente volumoso, coisa que tem procurado disfarçar com aquela eloquência kamikaze e aquela psicanálise de massas aparvalhante e voluntarística com resultados tão derrapantes quanto desconcertantes. Porém, se conseguisse ser sério e desprendido no essencial, não seria preciso mais. Muito menos seria preciso lábia gesticulatória esganiçada, teleponto de embair, putices de demagogo. Já foi tempo.

Pessoalmente, é-me indiferente se o presidente singapuriano a que aludiu existe e escreveu. Onde houver gaffes é porque não há pastilhas, nem teleponto, nem serviço enciclopédico de bolso e de bastidores, coisas com que o filho da puta parisiense empurrou os problemas com a barriga, enquanto queimava toneladas de dinheiros públicos [a assessoria do verbo de encher era competente como um ladrão de Bancos por apanhar]. Torrou-os em omnisciência rasteira e oportunista, escarrapachada no teleponto, tudo preparado meticulosamente por um batalhão caro, formal ou informal, de assessores e opinadores bem pagos que alias só opinavam e funcionavam porque bem pagos para funcionar e porque a histeria e o narcisismo do fils de pute parisien não tinham limites. [Read more…]