
Registo prévio de interesses:
Sou completa e vigorosamente contra a “igualdade de género”. Como também sou, convictamente, a favor da “não discriminação pelo género”.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Registo prévio de interesses:
Sou completa e vigorosamente contra a “igualdade de género”. Como também sou, convictamente, a favor da “não discriminação pelo género”.
Quando ouvi o Presidente da Câmara de Cabeceiras de Basto a propósito do encerramento dos Tribunais, referindo que todos os dias o Governo ataca um sector diferente (o que até é verdade) – serviços de Saúde, de Educação, etc. – lembrei-me de José Sócrates.
A verdade é que, apesar de tudo, há diferenças entre Sócrates e Passos Coelho. Independentemente das medidas, que são mais ou menos as mesmas – e por agora não me vou pronunciar sobre o encerramento dos Tribunais (que é diferente, ainda assim, de encerrar Escolas e Centros de Saúde), Sócrates personifica o que de mais odioso tem a política. Porque se Passos Coelho ataca os serviços públicos em nome do Orçamento, Sócrates atacava de forma constante os próprios funcionários, os próprios profissionais, em nome de guerras mesquinhas que tinham como única intenção pôr uns contra os outros.
Foram os Magistrados, depois foram os Professores e por aí fora. Nunca me senti insultado por Nuno Crato, por exemplo, apesar de não concordar com as suas medidas. Mas nunca fui tão insultado e humilhado, directamente, como no tempo da Prevaricadora Maria de Lurdes Rodrigues.
Estou completamente à vontade para escrever isto, até porque tenho batido em Pedro Passos Coelho, desde o princípio, com alegria e entusiasmo. Por isso rapidamente mudarei de opinião se vir que, afinal, estava errado.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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