Já sabem: “(…) Por isso o nosso cérebro filtra tudo o que é complicado, impenetrável e incalculável. O que resta é um aspecto parcial – aquilo que já conhecemos. Porém, como este aspecto parcial se encontra entrelaçado
com o todo que não queremos ver, cometemos muitos erros – o fracasso é logicamente programado… todos os pequenos, cómodos e tão humanos erros de pensamento pelos quais, no melhor dos casos, só paga um e, no pior, todo o globo (..)”.
No presente caso, o dinamarquês Björn Lomborg têm razão, pois evita cair no paralogismo da maioria que “querendo o bom, cria o caos” of. Dörner – “The Logic Of Failure: Recognizing And Avoiding Error In Complex Situations”).
Quanto ao especialista português Filipe Duarte Santos, pode ser que ele tenha razão que a culpa é do CO2, para mim uma hipótese dúbia. Todavia, quando à hipótese defendida por ele – “é essencial a reflexão sobre a possibilidade de prosperidade sem continuar com o crescimento económico, crescimento esse que tem uma elevada responsabilidade no aumento das emissões de CO2” –, isto segundo as leis sistémicas da evolução não faz sentido. É um daqueles paralogismos pelos quais no pior dos casos paga todo o globo. [Read more…]






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