
Universidade Lusófona, hoje, foto gentilmente emprestada
Há uns anos, e para lá de Vilar Formoso ainda há países onde tal acontece, as pessoas tinham vergonha e demitiam-se perante o escândalo. Talvez os cidadãos se escandalizassem mais, face à ainda estranha coabitação com o pântano. E talvez, também, as pessoas tivessem profissão sem ser viver da política.
Hoje em dia não se demitem. Agarram-se aos cargos, se preciso com recurso aos tribunais, recorrendo ao recurso da legalidade como se houvesse uma lei para a decência.
Mas se a vergonha não faz cair estrelas ascendentes, já o mesmo não se passa com o ridículo. Este mata. A enchente de anedotas que tenho recebido sobre a última escandaleira indicam uma de duas coisas. Ou alguém morrerá de ridículo ou estaremos a entrar numa nova fase pós-pântano. A fase de nem o herbicida do ridículo pôr termo ao alcarnache.






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