Relvas: Inimigo Público

Depois de um post «depressivo» como o que escrevi atrás, rir é o melhor remédio…

O Inimigo Público é um suplemento genial daquele jornal.

Hoje, apetece-me fazer «copy/paste» de algumas piadas:

1. “Clube dos distritais muda de nome para Relvas Futebol Clube para subir à primeira divisão num ano” (JH);

2. “Bloggers do PSD pagos a €3, 96/ hora pelo Governo para não dizerem nada sobre o Relvas” (JH)

3.” Licenciados da Lusófona em Ciência Política que foram obrigados a estudar 4 anos estão a assistir ao caso Relvas no ‘call center’ com enorme consternação” (JH)

4. “Relvas já foi apagado do Orçamento de Estado para 2013” (MB)

5. ” Ciganos vendem piadas do Relvas para usar nas redes sociais a 1 euro” (JH)

(JH-João Henrique; MB- Mário Botequilha)

Ridículo, o único possível herbicida

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Universidade Lusófona, hoje, foto gentilmente emprestada

Há uns anos, e para lá de Vilar Formoso ainda há países onde tal acontece, as pessoas tinham vergonha e demitiam-se perante o escândalo. Talvez os cidadãos se escandalizassem mais, face à ainda estranha coabitação com o pântano. E talvez, também, as pessoas tivessem profissão sem ser viver da política.

Hoje em dia não se demitem. Agarram-se aos cargos, se preciso com recurso aos tribunais, recorrendo ao recurso da legalidade como se houvesse uma lei para a decência.

Mas se a vergonha não faz cair estrelas ascendentes, já o mesmo não se passa com o ridículo. Este mata. A enchente de anedotas  que tenho recebido sobre a última escandaleira indicam uma de duas coisas. Ou alguém morrerá de ridículo ou estaremos a entrar numa nova fase pós-pântano. A fase de nem o herbicida do ridículo pôr termo ao alcarnache.

Cuidado com as piadas nos EUA

Depois deste exemplo, é melhor pensar duas vezes antes de fazer piadas ou escrever o que quer que seja nas redes sociais em relação aos EUA.

Se estiver nos EUA e tiver comprado um carro não diga comprei uma bomba do caraças no Facebook.

Se tiver uma banda de metal e tocar nos EUA não ponha no MySpace vamos partir aquela cena toda.

Se o FCP for jogar a Chicago, para exemplificar, livrem-se de dizer vamos pôr Chicago a arder.

Se for brasileiro e guloso não anuncie que vai comprar balas para depois do jantar.

Se pensar andar de cidade em cidade não escreva que faz um desvio de avião de tal sítio para tal parte.

Se quer umas férias tranquilas o melhor mesmo é estar caladinho, digo eu, que tenho tendência para metáforas.