
Vivemos num mundo a abarrotar de gente manienta. Decidi encerrar o assunto de um post que resvalou para a esperada polémica digna de mesa de tasca, com estas considerações finais. E mais lá não voltarei. Não vale a pena.
“Relevando dichotes acerca da sanidade mental daqueles com quem tem esgrimido argumentos, deixo-lhes umas breves e derradeiras notas, encerrando este triste aniversário atómico, que pelo que parece, é susceptível de relativização. O senhor faz exactamente aquilo que o Kremlin fez em 1985, quando escondeu do mundo e do seu próprio povo, o colossal desastre de Chernobyl. O senhor faz precisamente aquilo que o Kremlin fez, quando exterminou milhões de ucranianos pela fome e pelos pelotões de fuzilamento, pretendendo que tudo se passou devido aos “condicionalismos de guerra”. O senhor passa assim uma carta em branco, à dinamitação das provas que um pouco por todo o Ocidente – Reich incluído -, eliminavam os resíduos de actos criminosos perpetrados contra uma massa imensa de gente que dentro do bolso, tinha a identificação que correspondia ao que designamos por Europa: alemães, polacos, russos, franceses, espanhóis, italianos, húngaros, holandeses, ingleses, checos, etc, etc.
Tudo relativo, não será assim?
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