Ainda a "guerra atómica de JMF" no Blasfémias


Vivemos num mundo a abarrotar de gente manienta. Decidi encerrar o assunto de um post que resvalou para a esperada polémica digna de mesa de tasca, com estas considerações finais. E mais lá não voltarei. Não vale a pena.

“Relevando dichotes acerca da sanidade mental daqueles com quem tem esgrimido argumentos, deixo-lhes umas breves e derradeiras notas, encerrando este triste aniversário atómico, que pelo que parece, é susceptível de relativização. O senhor faz exactamente aquilo que o Kremlin fez em 1985, quando escondeu do mundo e do seu próprio povo, o colossal desastre de Chernobyl. O senhor faz precisamente aquilo que o Kremlin fez, quando exterminou milhões de ucranianos pela fome e pelos pelotões de fuzilamento, pretendendo que tudo se passou devido aos “condicionalismos de guerra”. O senhor passa assim uma carta em branco, à dinamitação das provas que um pouco por todo o Ocidente – Reich incluído -, eliminavam os resíduos de actos criminosos perpetrados contra uma massa imensa de gente que dentro do bolso, tinha a identificação que correspondia ao que designamos por Europa: alemães, polacos, russos, franceses, espanhóis, italianos, húngaros, holandeses, ingleses, checos, etc, etc.
Tudo relativo, não será assim?
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Aldrabices nucleares


Entre berreiros indiciados por maiúsculas, lendas e narrativas de propaganda de diverso corte, mentirolas de café, preconceitos e maluquices, temos uma plêiade de maníacos comentadores de inexistentes verdades. Ora leiam o texto de JMF AQUI, continuem a deleitar-se com os comentários e se tiverem paciência, deixem a vossa opinião. Realmente, a propaganda resulta, especialmente quando é oportunista e mentirosa, bastante conveniente para o bípede comum. Deixei alguns longos comentários e em resposta aos do costume. Em vão.

A máquina do tempo: a declaração universal dos direitos humanos

Comemora-se hoje o 61º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.  O seu primeiro rascunho deve-se ao canadiano John Peters Humprhey, recebendo depois contributos de muitas outras pessoas de outros países entre as quais se conta Eleanor Roosevelt. . Em 10 de Dezembro de 1948 a Assembleia Geral da ONU aprovou os seus 30 artigos. Estava ainda muito viva a recordação da 2ª Guerra Mundial, onde todos os princípios básicos da convivência entre seres humanos tinham sido barbaramente violados.

Esta declaração universal, a ser respeitada, acabaria imediatamente com quase todos os males que afligem a Humanidade. Dado que o acesso a todo o seu articulado é fácil, apenas vou lembrar o artigo 1: «Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e de consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.

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