João Pereira
Esta não é a Europa dos fundadores, é a Europa dos partidos mais conservadores, com os socialistas à arreata. Não terá um bom fim e, nessa altura, muita gente lembrará a Grécia.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Esta não é a Europa dos fundadores, é a Europa dos partidos mais conservadores, com os socialistas à arreata. Não terá um bom fim e, nessa altura, muita gente lembrará a Grécia.
Que João Pereira não é flor que se cheire, já todos sabíamos de ver, e muitos adversários o sentiram nas caneleiras, mais acima ou mais abaixo, em campo. A crer no que vem escrito por aí, exemplarmente na bíblia do desporto, o zero de jogos disputados que leva na presente época, afinal, não é tão inocente como a explicação de Nuno Espírito Santo para o facto: “O Valência tem dois laterais melhores que o João” (sic).
Parece, então, que os contornos são um pouco mais nebulosos. O treinador português dos espanhóis seguiu as ordens do Presidente do clube e baniu o “tuga” de todas as convocatórias. Tout court!
Com efeito, tendo João Pereira disputado 74 jogos, ao 75.º entraria em vigor uma cláusula automática de renovação do seu contrato por mais dois anos, o que os dirigentes valencianos não querem que aconteça.
Meandros à parte, Nuno Espírito Santo é, de há muito, um enfant gâté de Jorge Mendes o super-hiper-empresário dos futebóis por essa Europa fora. E todos sabem que Jorge Mendes é leonino na forma como gere os seus activos.
Então não é que o rapaz português roeu a corda ao todo-poderoso e assinou por Carlos Gonçalves, da Proeleven, com sede na Rua dos Fanqueiros em Lisboa, e que gere, por exemplo, as carreiras de Vilas-Boas, Marco Silva, Marcos Rojo, Wilson Eduardo, Josué e Daniel Carriço?
Se Marco Silva ainda não é treinador do FC Porto, diz-se, foi porque se recusou a mudar de empresário, exactamente de Carlos Gonçalves para Jorge Mendes. E Josué, na época em que Jorge Mendes reentrou em força no FC Porto, foi cirurgicamente emprestado.
Por isso, não será também ingénuo o que se diz: João Pereira está na mira do Barcelona, exactamente o clube rival dos maiores centros de interesse de Jorge Mendes em Espanha: Real Madrid e Valência.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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