Política e futebol

Colocando de parte os actos de violência, que cabe às autoridades competentes investigar e julgar, o que mais impressiona no assunto que envolve o Sporting é a proximidade entre o Futebol e a Política.
Tal confusão entre mundos é o sinal de que a República e a Democracia atravessam um momento especialmente perigoso. Não significa isto que o poder político não possa pronunciar-se sobre os recentes acontecimentos envolvendo actos de violência, mas a amplitude e a insistência com que o faz, denotam a existência de uma frágil fronteira entre a dignidade dos representantes do Estado e o mundo do futebol, com toda a sua diversidade tribal.

O brunodecarvalhização do Sporting

Fotografia: Miguel A. Lopes/EPA

Olhando para aquilo que foi a época futebolística do Sporting, a coisa não correu assim tão mal. Os leões ganharam a Taça da Liga, estão na final da Taça de Portugal, fizeram uma campanha muito digna na Liga dos Campeões, apesar do fosso que existe entre o Sporting (e qualquer equipa portuguesa) e equipas como o Barcelona ou Juventus, e por pouco não conseguiu o segundo lugar da Liga Portuguesa. Apesar de Bruno de Carvalho.

Para quem quer ser campeão, claro, tudo isto poderá saber a pouco. Ou a nada. Mas também podia ter sido muito pior. Não obstante, estes resultados não justificam, nem de perto, aquilo que ontem se passou. Nada justifica. Por isso é que o lugar das pessoas que ontem invadiram a academia de Alcochete, armados como criminosos que são, e que agrediram técnicos e jogadores, é a prisão. Algo que, muito provavelmente, não irá acontecer. O que é uma pena. O lugar dos delinquentes é na cadeia, para bem dos restantes, aqueles que vivem dentro de certos limites de civilidade, e que têm o direito a viver sem o medo constante de ser aterrorizado e espancado por grunhos acéfalos. [Read more…]

Tensão no Prolongamento

José Pina chamou-lhe animal, Pedro Guerra levantou-se da cadeira e foi pedir explicações ao sportinguista, o ambiente ficou ainda mais tenso e o país ficou em suspenso, perante a possibilidade de uma cena de pancadaria em directo. Pobre Sousa Martins, espero que lhe paguem muito bem para aturar este circo. Mas, como dizia o outro “é disto que o meu povo gosta”!

Seis milhões de corruptos

O mundo do futebol fora das chamadas quatro linhas é ainda mais feio do que um jogo do campeonato português. Em Portugal, nos últimos anos (dez, vinte, trinta?), o discurso sobre futebol passou a ignorar o jogo e transformou-se em acusações de corrupção e em debates intermináveis sobre erros de arbitragens sempre propositados ou, na melhor das hipóteses, grosseiros. Mesmo os erros dos jogadores, até aqui poupados às quotidianas teorias de conspiração, passaram a ser vistos com desconfianças cada vez mais confiantes. Tudo isto nasceu nos gabinetes dos dirigentes, propagando-se, com a pestilência dos cadáveres em decomposição, para os adeptos, seguidores fiéis de directores de comunicação capazes de tudo. E o delírio passa de pais para filhos e já vai em netos, ampliado pelas redes sociais, essas megatabernas em que os ébrios do apito só versam o tema dos roubos.

O adepto típico, hoje em dia, sabe o nome de todos os árbitros, árbitros auxiliares, a que se junta agora o videoárbitro (amanhã, será o audioárbitro, ficando a  faltar três sentidos – incluindo o paladar, porque pode haver árbitros de comer e chorar por mais), e lembra-se de todas as vezes em que roubou o seu clube ou a sua selecção, que também só é eliminada por artes de conspirações mundiais, com agentes secretos e tudo. [Read more…]

O momento

Tudo naquela jogada fora invulgar. A persistência do jogador-estrela que correu como um jovem em início de carreira para evitar que a bola saísse pela linha de fundo; a inteligência com que deu seguimento ao lance e se movimentou na área como um predador; a eficiência, feita de uma soberba capacidade atlética e artística, com que foi buscar a bola a alturas inverosímeis e, num elegante mas implacável bailado aéreo, a rematou para o fundo da baliza do perplexo Buffon. [Read more…]

Cristiano Ronaldo

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© Alexandre Martins

José Augusto Silva, uma “toupeira” muito acessível

Tem razão, o advogado Paulo Gomes, que representa José Augusto Silva no processo e-toupeira, quando afirma que existem neste país pessoas que recebem milhões de euros de corrupção sem que nada de particularmente grave lhes aconteça. Acontece que, se ficarem provadas as suspeitas que pendem sobre o informático que está no centro da tempestade vermelha e branca, o cliente de Paulo Gomes não se limitou a receber umas camisolas e uns bilhetes para o Estádio da Luz. Violou a lei e comprometeu processos judiciais em curso.

A confirmarem-se as acusações, José Augusto Silva não será um pobre inocente que recebeu umas camisolas e uns bilhetes por ser um adepto exemplar, como se de um simples bode expiatório se tratasse. José Augusto Silva terá usado a sua posição profissional e os seus conhecimentos informáticos para usurpar as credenciais da magistrada Ana Paula Vitorino, violar o segredo de justiça e aceder ilegalmente a dados de processos em curso, que colocam o SL Benfica numa posição extremamente delicada, entregando-os ao director jurídico do Benfica, Paulo Gonçalves.

José Augusto Silva terá então subvertido o normal funcionamento da justiça, deixando-se corromper para o efeito, e isso, por si só, não é coisa pouca. E se a isto juntarmos o emprego que o SL Benfica deu ao seu sobrinho ou os vários convites para o camarote presidencial da Luz, por norma reservado às mais altas individualidades do desporto, da política e do mundo empresarial, fico com a sensação que a margem para dúvidas se reduz drasticamente.

É óbvio que precisamos de uma justiça mais competente, capaz de prender políticos, banqueiros e empresários corruptos, que os há em demasia neste país de compadrios. Mas se queremos um país onde a justiça funcione, não podemos tolerar que os seus funcionários vendam informação confidencial sobre processos em segredo de justiça a dirigentes desportivos corruptos, seja a troco de um milhão de euros, seja a troco de um bilhete para a bancada Coca-cola. E o mais grave no meio de tudo isto é perceber o quão barato pode ser corromper alguém com acesso privilegiado a informação tão sensível. Se é assim com processos relacionados com o futebol, imaginem como será quando o tema são falcatruas bancárias ou corrupção político-partidária.

Da podridão do futebol

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Quero começar por dizer que sou portista desde pequenino, que apoio os atletas do meu clube incondicionalmente e que tenho um grande orgulho por aquilo que o meu clube representa como um dos bastiões da luta contra o centralismo putrefacto que corrói este país. Tal não significa que seja cego ao ponto de negar o óbvio: que dirigentes do meu FC Porto incorreram em práticas condenáveis no passado e que não pagaram por isso, porque a justiça portuguesa ainda não tem a força suficiente para lidar com os poderosos, sejam eles dirigentes de futebol, políticos, banqueiros ou empresários. [Read more…]

Visca el Barça


O futebol é essencialmente um desporto colectivo, potenciado pelos valores individuais que por vezes conseguem fazer grandes equipas. Mas também há quem aposte tudo na conquista de troféus individuais, mais adequadas a desportos como atletismo ou natação. Hoje o Barça venceu “el clássico” mostrando todo o seu potencial, com as suas individualidades humildemente ao serviço da equipa…

Ortografia à bruta

Deus morreu, Marx também e o Benfica não se sente muito bem, diria Woody Allen, se fosse benfiquista e não hipocondríaco. O atropelamento sofrido pelo clube da Luz em Basileia deixou sequelas e o facto de Rui Vitória ter interrompido inopinadamente uma conferência de imprensa pode ser uma manifestação dessa dor, porque, na verdade, é difícil articular quando se está magoado.

Sendo eu benfiquista, ou por ser benfiquista, como qualquer adepto de qualquer clube, tenho sempre a secreta esperança de que amanhã tudo pode melhorar e lembro-me de derrotas copiosas que até acabaram em campeonatos. Enfim, a esperança é a última a morrer, enquanto for matematicamente possível, não podemos baixar os braços e temos de levantar a cabeça. [Read more…]

O governo quer? Decreta, proíbe, impõe…

Sucessivos governos ficaram irritados, o actual vai um pouco mais longe, esquecendo que votar é um direito mas nunca uma obrigação. Em países desenvolvidos os cidadãos até votam durante a semana, ao passo que na choldra querem proibir jogos de futebol para obrigar o povo a ir votar. Está bom de ver que a Liberdade é algo que a corja despreza…

Eles estão de volta…

… ainda que em formato aligeirado: Fátima, Futebol e Festival.

Sim, em tempos de geringonça tudo é possível.

Fátima, Futebol e Festival da Canção…

 

… onde Portugal é representado por um Salvador cujo coração carece efectivamente de salvação, correndo o risco iminente de colapsar.

Com esta conjugação cósmica, o fim do mundo português será pois a 13 de Maio, com o Governo, Autarquias Locais e empresas públicas a tolerarem o ponto à malta no dia prévio para que – eis a razão – possa arrumar as suas coisas em Paz. Resta saber se terá epicentro no joelhódromo, no Marquês ou em Kiev, com a milagrosa conversão da Rússia à ilharga.

Porém, nihil obstat. Está tudo bem assim e não podia ser de outra forma.

Fado, Futebol e Fátima – ao fim de 43 anos, nada mudou!

Os incendiários mandam no quartel dos bombeiros

O futebol, goste-se ou não, é um fenómeno social com um peso desmesurado na vida da tribo. É importante, claro, ir educando os elementos da tribo no sentido de darem menos importância ao futebol e, sobretudo, às respectivas ramificações, como sejam os inúmeros programas de aparente debate em que cada lance, repetido dezenas de vezes, é considerado gravíssimo ou inócuo, conforme a cor do comentador.

Na verdade, verdadinha, sobre futebol pouco ou nada se diz. Em teoria, é um desporto praticado por duas equipas de onze; na prática, os únicos agentes desta modalidade são os árbitros. Como se isso não bastasse, os adversários passaram, de facto, a ser inimigos, com reflexos que vão desde insultos até mortes, numa confirmação de que somos homo mas sapiens não e muito menos sapiens sapiens.

Neste fim-de-semana, depois de um intenso Sporting-Benfica, Luís Filipe Vieira veio acrescentar uma mangueirada de gasolina a um incêndio que lavra imparável, sem extinção à vista. Segundo o que percebi, Bruno de Carvalho convidou o presidente do Benfica para assistirem juntos ao clássico, na tribuna do Estádio de Alvalade. Por uma vez, parece-me que o presidente do Sporting teve um gesto nobre, que, de tão raro, faz pensar na atitude do pobre diante de uma esmola demasiado grande. Aceitar-se-ia, portanto, que Luís Filipe Vieira, depois de ter sido mandado “bardamerda” em conjunto com todos os que não são sportinguistas, entre outros mimos, tenha recusado o convite. [Read more…]

Talvez ficasse melhor

Bananas international airport

A tromba alheia e o desejo sexual

Segundo um estudo recente, o cérebro dos adeptos de futebol mostra sinais de “amor romântico”. Nada que já não soubéssemos há muito, tendo em conta as figuras tristes que fazemos quando assistimos a um jogo do nosso clube ou quando só vemos virtudes nos claríssimos defeitos da nossa agremiação amantíssima.

Como qualquer apaixonado, achamos piada a toda a graçola proferida pelo nosso presidente, pelo nosso querido treinador ou por um dos lindíssimos jogadores da nossa equipa, porque o nosso amado tem sempre graça. É, ainda, o nosso amor desmesurado que consegue ver num corte adversário uma agressão criminosa e um desarme estética e eticamente irrepreensível num varrimento cego do nosso central tão fofo.  É graças à mesma paixão que a mão com que o nosso atleta alcança o golo não é mão, porque todo ele é pé. [Read more…]

Os segredos de Lionel Messi

Para desfrutar do futebol positivo do argentino na goleada por 5-0 frente ao Celta de Vigo.
O golo de Neymar e o último do argentino chegam a ser ridículos de tão bem conseguidos do ponto de vista técnico. Não é fácil brincar com o centro de gravidade do guarda-redes.

Quais são os segredos do futebol redondinho do jogador argentino?

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No rumo certo

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O meu grande Amigo Francisco (porque amigos presentes como o Francisco como o Ricardo, como o João, como a Ana, como o António, como o Fernando, como a Eva, no fundo como todos os que tenho aqui nesta grande família que é o Aventar, escasseiam) tinha razão quando aqui escreveu que Bruno de Carvalho estava no rumo certo.

Efectivamente.

Uma grande “sova”, pá. De Sportinguismo, em primeiro e único lugar. Estamos mais vivos que nunca.

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Alguém da UEFA está a ver o que se passa na Feira?

É que não é por nada mas o Benfica tem uma pena da UEFA suspensa por mau comportamento dos adeptos por 2 anos, na sequência dos episódios de Madrid na época passada. 

Luis Filipe Vieira; as mil formas de coacção e o ódio, aquele sentimento visceral

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Vi com a máxima atenção a entrevista exclusiva que a CMTV levou a cabo na noite de ontem a Luis Filipe Vieira. Pela primeira vez concordei com algumas das posições do presidente do Benfica, apesar de continuar a discordar do seu método de actuação.

Cumpre-me saudar o facto do presidente do Benfica ter sido um dos primeiros dirigentes senão mesmo o primeiro a admitir que um erro de arbitragem beneficiou o seu clube, mesmo apesar da habitual (clássica) tentativa de spin para o lance do penalty que ficou, a meu ver, injustamente por marcar em Setúbal. Continuo a acreditar, em questões de arbitragens que não existem erros admissíveis assim como continuo a acreditar piamente que em relação ao meu clube, indiferentemente da postura mansa ou agressiva dos nossos presidentes e dirigentes, existe (factualmente) uma postura por parte da arbitragem, dos seus dirigentes e das influencias que historicamente os movem ou moveram uma intenção deliberada de errar para o segregar e para o excluir das vitórias. Se acredito que existem árbitros que erram por clubite aguda ou por instruções de terceiros? Se acredito que existem encomendas? Claro que acredito. Faz parte do futebol. O que não faz parte do futebol é errar sempre para o mesmo lado. Tanto erro, para o mesmo lado, é uma evidência clara de um futebol altamente viciado, que a continuar assim, diga-se a bom da verdade, irá afastar investidores e consumidores.

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Desporto como ferramenta de inclusão social

2016-12-18-infantis-adc-santa-isabel-4-7-ascencao-fc-53Todos os fins-de-semana há milhares de tugas que metem pés ao caminho e fazem mexer uma parte fundamental da estruturação da nossa sociedade. São aos milhares, os pais e mães, atletas e treinadores, dirigentes e árbitros que viajam pelas nossas estradas e vias rápidas e, pelos becos e caminhos de Portugal. Meninas e meninos, entre os 8 e os 18, dos escalões de formação das mais diversas modalidades, de equipa como o futsal ou o andebol, ou no atletismo e na natação quando se tratam de competições individuais.

Muitos quilómetros, muita despesa, mas acima de tudo muito amor ao desporto e a práticas de vida saudável. Para além dos valores normalmente associados ao Desporto, a sociedade sedentária e hiper-escolarizada ganha uma nova importância. Os treinos e os jogos são o único momento em que os nossos jovens deixam as máquinas e os jogos digitais.

Se a futebolização do nosso país nos impede ter um olhar sobre outras modalidades, então os olhos de todos estão completamente fechados para o desporto jovem e para o esforço que tantas e tantas pessoas fazem para que ele se mantenha.

É, também por isso, maior a responsabilidade das estruturas federativas na gestão de alguns episódios, cada vez mais frequentes nas competições distritais, neste caso, do Porto. [Read more…]

As reuniões com o Conselho de Arbitragem resultam? Ah pois resultam resultam

benfica

Esta é a prova cabal de que todos os clubes devem ter direito à Indignação!

Nem de propósito

Madeira Rodrigues promete o primeiro produto de Monchi Rodriguez, ontem citado aqui no Aventar. Exceptuando a sua passagem pelo Sevilla, Juande Ramos ganhou Bola!

Situações que irritam qualquer treinador

Minuto 4:32 – Zlatan Ibrahimovic entra na área pelas costas do jogador que lhe estava a fazer oposição. O médio ala norte-irlandês (nº8) vê a entrada na área do sueco e comunica à defesa (de costas para o sueco) que Zlatan entrou na área. Não marca o sueco (nem é de sua competência) mas também não é rápido a sair na pressão a Ander Herrera assim que Anthony Martial varia o jogo para a direita. O sueco passeia-se pela área sem ninguém lhe prestar atenção.

Dá-se o desconto pelo facto da situação ter acontecido aos 86″ quando o cansaço físico e psicológico dos jogadores do Southampton já era por demais visível. Mas, ignorar o perigo que representa Zlatan, ainda para mais nos últimos minutos de uma final, momento em que as equipas têm que possuir 200% de cautela?

Marco Verrati, o cérebro do cavalão de Unay Emery

O meu destaque do fim-de-semana futebolístico vai para a goleada do Paris Saint Germain em Marselha no grande clássico do futebol francês. A vitória por 5-1 dos parisienses frente aos marselheses de Rudy Garcia, uma equipa e um treinador que ainda procuram construir um elenco minimamente competitivo (mesmo apesar de terem conseguido resgatar o seu maior ícone Dimitry Payet; falta-lhes claramente uma defesa mais coesa) confirma a excepcional subida de forma de forma da turma comandada pelo espanhol Unay Emery depois de uma primeira metade de temporada mais complicada do que aquilo que era previsto no início da temporada.

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Golo da semana

Vale por tudo: pela execução técnica do remate, pela forma em como Braga manietou 6 jogadores com a sua acção e pela inteligência demonstrada por Perdigão.

A importância do plano mental no futebol

Aconteceu ontem no Artemio Franchi para mal dos pecados da equipa italiana e de Paulo Sousa, um treinador que parece estar, depois de muitos avanços e recuos por parte da direcção do clube de Firenze, mais próximo da porta de saída mais pela irregularidade nos resultados do que pelo futebol mais ou menos vistoso que a Viola pratica.
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Erros que se pagam caro

danilo

Créditos: Alberto Fernandes – zerozero.pt

Danilo Pereira está um senhor jogador. Para além de todo o trabalho defensivo que faz e que não é pouco nesta estratégia de bloco defensivo baixo de Nuno Espírito Santo, o treinador do Porto está a conseguir transformar em definitivo o médio num jogador muito completo. Exemplo disso foi a transformação feita no jogador no capítulo do passe, procurando sempre que recupera a bola lançar os companheiros no contra-ataque com verticais passes de ruptura

Vitória justa da Juventus? Aceita-se. Não é possível escamotear a verdade dos factos: os bianconeri dominaram grande parte da partida, tiveram mais posse de bola e construíram 90% das oportunidades de golo da partida. Por demérito essencialmente de um jogador: Alex Telles. Com duas paragens cerebrais inconcebíveis para este nível, o lateral esquerdo brasileiro (jogador que anda longe de me convencer ao contrário de Miguel Layún) ofereceu o domínio de um jogo até então bastante equilibrado aos italianos e demonstrou mais uma vez que não acrescenta qualidade a esta equipa do Porto.
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Isto é Champions!

Dois jogos, 14 golos, muita emoção, voltas e reviravoltas, estádios cheios, pormenores técnicos do outro mundo e 2 partidas muito ricas no plano táctico. Carrego, pauso, carrego, respiro: isto é Champions!

Começo pelo jogo de Manchester.

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