Luigi Abbondanza e Pedro Ferreira em Avenida à Rasca 193

avenida à rasca 193

Para ver ao vivo, aqui

Fernanda Policarpo e João Vilas em Avenida à Rasca 193

avenida à rasca 193

Fernanda Policarpo em Avenida à Rasca 193

fernanda policarpo

Para ver ao vivo, aqui

Carmen Isidoro em Avenida à Rasca 193

carmen isidoro

Para ver ao vivo, aqui

Avenida à Rasca 193 – O Condomínio Mistérico*

Estreia já na próxima sexta-feira, dia 1 de Julho, a peça “Avenida à Rasca 193 – O Condomínio Mistérico” de Luigi Abbondanza e A. Pedro Correia

Na grande cidade existe um lugar que parece normal, mas onde acontecem coisas extraordinárias e misteriosas: o Condomínio da Avenida à Rasca 193.
O porteiro e faz-tudo de origem italiana, Gennaro Lamadonna, conhece todos os segredos do Condomínio e vai ser o guia numa viagem mágica através dos apartamentos, entre claridades e sombras, até ao fado final
.

Com Ameliazinha da Silva, Danilo Calabrese, Fernanda Policarpo, Luigi Abbondanza, Mirta Jacober, Pompilio Vergine e Tiago Mateus. Música e sons ao vivo de Miguel Mira.

Às 21.45 na Feira da Arte do Desenrasca (ver destaquesprograma completo), Palácio dos Laguares , sito na Rua Professor Sousa da Câmara nº 156, em Campolide (às Amoreiras). Reposições dias 2, 8 e 9 à mesma hora.

* Mistérico

Avenida à Rasca 193

Estreia já no dia 1 de Julho, no Palácio de Laguares, Rua Professor Sousa da Câmara nº156, em Campolide, Lisboa.

Para mais informações:

Culturona – Fábrica de Comunicação

Feira da Arte do Desenrasca

30 Anos da Culturona

Começo por pedir desculpas aos leitores do Aventar, e também ao pessoal da Culturona, por não ter tempo, neste momento, para fazer o post que a ocasião mereceria.

Não sei quantos leitores do Aventar conheceram a Culturona-Fábrica de Comunicação, que existiu na D. Carlos I em Lisboa, já lá vão mais de trinta anos. O assunto merece um post, que um destes dias farei. Para já, direi que a Culturona foi talvez o projecto colectivo mais excitante que surgiu no pós-processo-revolucionário em Portugal. Com a diferença de que era jovem, novo e desalinhado políticamente, ainda que de esquerda.

Quem da Culturona se lembrar, lembra-se do Luigi (e de tantos que seria cansativo enumerar), do CHOR, da Feira da Arte do Desenrasca, do Teatro Emarginato, das Brigadas Teatrais, etc., etc.

Pois bem, amanhã acontece  um almoço que relembra, 30 anos depois, a primeira Feira da Arte do Desenrasca, e vão lá estar muitas das caras com quem nos cruzávamos no belíssimo (mas há muito destruído para dar lugar a um aborto sem classificação) edifício da Culturona, que albergava ainda, cada um independente dos outros, a Eranova (Zeca Afonso, Fanhais, Sérgio Godinho na casa em frente, etc.) e a sede do MES. Talvez seja já tarde para se inscreverem, ou talvez não, vale a pena  tentar já que, para um cafezinho pelo menos, há sempre espaço.

Informações aqui.