Fiquei hoje a saber que o contrato de Carlos Queiroz prevê um prémio de dez por cento do valor pago pela FIFA à Federação Portuguesa de Futebol pela presença no Mundial 2010. O homem pode errar a torto e a direito dentro do campo, mas é bom na secretaria. Já Madaíl, como negociador, apresenta-se ao nível a que joga futebol a Coreia do Norte. Resultado: uma cabazada das antigas.






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