Sobre o PAN

15 – O PAN defende a criação de um serviço público de saúde eficiente e acessível a todos, que inclua a possibilidade de opção por medicinas e terapias alternativas, de qualidade e eficácia comprovada e exercidas por pessoas habilitadas, como a homeopatia, a acupunctura, a osteopatia, o shiatsu, o yoga, a meditação, etc. Estas opções, bem como os medicamentos naturais e alternativos, devem ser igualmente comparticipados pelo Estado.
(retirado da declaração de princípios do PAN)

Até aqui não liguei pevide ao PAN, partido com 1 deputado eleito na A.R. que vai debitando teorias com as quais genericamente não concordo. Mas 5% de votos nas últimas eleições para o Parlamento Europeu fizeram com que olhasse um pouco mais atentamente para perceber ao que vêm. Nada tenho contra o veganismo, desde que seja opção individual, tal como nada tenho contra homossexuais, alcóolicos, drogados, religiosos ou ateus. Por mim, cada um viva a viva como entender e que no final todos se sintam felizes. Ao PAN repugna a ideia de comermos carne, segundo a declaração de princípios da seita, ainda não estamos preparados para abandonar os hábitos alimentares, mas assumem que irão procurar progressivamente mudar a nossa forma de viver. A mim repugna-me mais proporem no parlamento que os portugueses através do SNS tenham que pagar crenças que cientificamente estão longe de comprovadas. E já que é sábado, aproveito para desejar um bom fim de semana, vou almoçar uma excelente picanha e quero que o PAN se…

Os três pasteurzinhos

Não subestimemos o valor da lição oferecida por esta rara sincronia e olhemo-la com distância crítica, objectividade céptica e profundidade meditativa: o Estado que, na tão polémica questão das vacinas, clama pela infalibilidade da Ciência Positiva, é o mesmo que fecha escolas e oferece “tolerância de ponto” para que em sossego e comunhão de fé se festeje o Milagre dos Pastorinhos.

Resting case.

A suplementação alimentar que a União Europeia e as multinacionais vos querem proibir, na prática

Ao abrigo do Tratado de Lisboa, o cidadão europeu tem uma ferramenta para obrigar a Comissão Europeia a rever uma determinada matéria, esse meio é uma petição de 1 milhão de europeus. O lobby da grande indústria farmacêutica precisa de ser parado em nome dos melhores interesses da saúde colectiva.

Veja  a “Pétition 1924/2006/CE

Assine  a petição europeia e recomende-a:

A partir de Setembro prepara-se mais uma purga no mercado europeu de suplementos alimentares, seguindo a aplicação do Codex Alimentarius na Europa.

Outras informações úteis:
Saúde em perigo (Santé en danger).

Alimentos não são medicamentos.

Chatice Tuga