Não tive oportunidade de conhecer o Mestre Pedroto pessoalmente. Era amigo do meu avô materno, mas a ocasião nunca surgiu, nunca se concretizou. E faz hoje 25 anos que essa oportunidade se esgotou.
Lembro-me bem do estilo, e estou grato pelo que fez não só pelo FCP como também pela cidade do Porto e pela região do Norte.
Foi ele, através do futebol, que iniciou um árduo trabalho de equilibrar os pratos da balança, e de devolver à cidade o seu orgulho tantas vezes ferido, numa época em que a homens assim se apelidava de “bairristas”.
Obrigado, Mestre.






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