Não é preciso acrescentar palavras, basta ler no DN:
Com uma dívida de 193 milhões de euros, Emídio Catum recebeu luz verde da Parvalorem para aderir a um plano de recuperação.
A nojeira resume-se a isto:
- Emídio Catum, através da sua empresa Pluripar, está entre os principais devedores do antigo BPN e, como tal, da Parvalorem.
- A Parvalorem gere o buraco BPN. Por sua vez, Francisco Nogueira Leite, do grupo de Passos Coelho, gere a Parvalorem.
- A Parvalorem deu luz verde ao Processo Especial de Revitalização, pedido pela Pluripar, isto é por Emídio Catum, para tentar contornar a falência. Ou seja, salvou a Pluripar da falência.
- Em causa está uma dívida de 193 milhões de euros.
BPN, PSD e amigos: toda uma teia de interesses a minar o Estado. Estou a ser injusto – parece-me ouvir? Então porque é que neste caso o fisco preferiu a falência à recuperação? Há filhos e enteados, é isso?
Mais um caso para recordar de cada vez que o primeiro-barítono vier para a televisão com a cantiga do bandido. Ah e tal, os sacrifícios e o rigor.
Já agora, o negócio falido de Catum envolveu troca de terrenos, construção e futebol. É top.






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