Pussy Riot, arte, punk e futurismo

Ou o neo-futurismo russo explicado aos portugueses.

Há qualquer coisa de novo no mundo da arte

Reflexão de fim de férias

A magistratura esteve no seu melhor com o veredicto das Pussy Riot.

Hoje, como sempre, está mais uma vez demonstrado que é aos advogados que compete estar na linha da frente na defesa dos direitos humanos, contra a incompetência, contra a corrupção, e contra os mecanismos que os Estados utilizam para defesa desses “valores”. A luta é dura e valerá muitos processos crime do tipo Pussy Riot a quem está na linha da frente. Mas temos que honrar a História da Advocacia, e só o conseguiremos fazer se encararmos o accionamento de meios repressivos contra o nosso trabalho como medalhas de mérito vindas de quem mais nos honra: os inimigos de um Portugal moderno e democrático. Em última instância, teremos sempre o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos para fazer verdadeira justiça, o que sempre dá algum conforto.