O município mais pequeno do país em termos de área, São João da Madeira, vai a votos no dia 24 de Janeiro de 2016. O presidente da câmara, Ricardo Figueiredo, revelando-se incapaz de respeitar o mandato que os eleitores lhe emprestaram, anunciou a renúncia de todos os elementos da lista do PSD. É mais um daqueles políticos que não só precisa da ditadura de uma maioria, como ainda aproveitou o momento de indefinição governativa para mostrar serviço ao partido, ao procurar dar substância à tese de ser impossível governar sem maioria.
Essencialmente, um caso que era menor até ontem, quando Marcelo Rebelo de Sousa o usou para justificar a não participação de Passos Coelho e de Paulo Portas na sua campanha eleitoral. Disse o comentador, agora candidato, que seria para não se misturem os planos autárquico e presidencial. Para evitar, se seguirmos essa mesma lógica, o que o comentador Marcelo Rebelo de Sousa fizera meses antes ao tranquilizar os depositantes do BES quanto à estabilidade do banco.
É uma justificação válida ou trata-se de mais um facto político inventado pelo catavento mediático, como lhe chamara Pedro Passos Coelho num congresso do PSD? Não ter os líderes dos partidos que o apoiam na sua campanha é uma má notícia para Marcelo ou um suspiro de alívio?
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