
Itamar Ben-Gvir é a mais monstruosa criatura do monstruoso governo Netanyahu.
Um ayatollah Ali Khamenei, versão sionista.
Há dias, protagonizou mais um episódio da sua orgulhosa monstruosidade, que tresanda ao mesmo fedor daqueles que massacraram 6 milhões de judeus nos anos 40. Disse a aberração:
“Acho que devemos levar a cabo assassinatos em Gaza e eliminar entre 30 e 40 pessoas por noite. Não apenas contra aqueles que representam uma ameaça iminente. Existem ali outras pessoas que não merecem viver. Que não devem viver. Não são sequer pessoas.”
Qualquer semelhança entre este discurso e o discurso de um fundamentalista islâmico não é coincidência. As únicas diferenças entre fundamentalistas islâmicos e sionistas são o contexto e o Deus a que rezam. De resto, no que ao extremismo das suas posições diz respeito, pouco os separa.
O sionismo é hoje expressão de intolerância, violência e terrorismo. Uma ideologia de morte e destruição. Comprar influenciadores de mentecaptos e outros fantoches para mascarar a brutalidade com propaganda não vai mudar a realidade.









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