Leio na primeira página do DN de hoje.
“Nem subsídio de morte escapa aos cortes orçamentais de Vítor Gaspar”. O subsídio por morte será cortado a metade.
Uma pessoa tem que pensar duas ou três vezes antes de morrer… vai dar muito mau jeito a quem por cá fica, que terá menos apoios (a notícia refere-se aos familiares dos funcionários públicos ou reformados da CGA).
Se já não interessava morrer, agora muito menos!!
Mas com este enorme aumento de impostos e cortes em vários subsídios, a vida está pela hora da morte.
Já estou a imaginar as cabecinhas pensadoras dos Bancos a criar um novo Plano de Poupança… o PPM.






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