Pastel de Nata

A cura pelo pastel de nata ou «natoterapia», como escreveu hoje Miguel Esteves Cardoso, em mais uma crónica totalmente dedicada à sua amada Maria João, que recupera da cirurgia (a um tumor do cérebro há cerca de quinze dias).

Diz-nos como Maria João se delicia com um simples pastel de nata e que o come como uma autêntica princesa.

É um texto muito bonito, romântico. E depois? Quem não gosta de pastel de nata e de uma declaração de amor? [Read more…]

Amar na Galiza e em Portugal. Ensaio de etnopsicologia da infância

Mona Lisa é a imagem de Maria Cheia de Graça:calma, serena, alegre

para o amor dos meus amores, que bem sabe quem é… serena e forte como a imagem e cheia de graça e gracejos…

Parece-me impossível falar dos sentimentos de uma rapariga que amo e me ama, sem compara-los com outra histórias de vida que uso como método de pesquisa, no que diz respeito aos sentimentos. Raparigas que, no seu tempo, eram novas e hoje em dia são senhoras com filhos. O tempo passa sem perdoar um minuto na vida dos seres humanos. No ensaio a seguir a este, vou querer comparar essas formas de emotividade, sob a ideia de que no rasto da sexualidade caminha o amor. Tenho sido amado e amo e estou certo que quem andou comigo na Galiza, ama-me também. Ser amado por uma mulher adulta e madura, é a delícia das delícias. Ainda que tenha por vezes, comportamentos ofuscados, que, por fazer o dia mais brilhante, não nos permite ver.

A. Victoria

Analisando os sentimentos de três raparigas e comparando com os meus e os dela, poso concluir o que é amor. Victoria, por causa do povo a que pertence, tem que se resignar a partilhar o amor do seu homem com outras mulheres, o que deve ser difícil, se já é difícil amar e seduzir apenas uma… Mas, o seu povo é a etnia Picunche, que amam de uma outra maneira. Pelos laços das ideias, vamos considerar Victoria com a letra A, classificando a Pilar e Anabela, com as letras B e C, para colaborar com a leitura de quem tenha a ousadia de entrar por estas linhas…

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