Uns estão virados para Dublin e o jogo de amanhã. Outros já foram os mais irlandeses dos políticos portugueses.
Em 2001 Paulo Portas foi a Dublin, não havia futebol, mas muito que aprender com o governo:
Durante a reunião com o ministro das Finanças, Paulo Portas pretende abordar o método irlandês para atingir o equilíbrio orçamental, a contenção da despesa pública, as reformas estruturais e o uso e fiscalização dos fundos comunitários.
Devia lá voltar amanhã. O jogo promete ser um bom jogo, e pode ser que encontre o tigre celta perdido no coração do neo-liberalismo europeu agora falido.







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