Fugir à obscuridade escrita

I´m still here, you bastards!

Se não me falha a memória, é assim que o Steve McQueen se despede da reclusão na Guiana Francesa, flutuando num saco de cocos, em “Papillon”. Não interessa, porque é assim que eu me lembro do fim do filme. Comprei o filme por 1 euro juntamente com o Público, mas ainda não o (re)vi. Também não interessa. O que interessa é agradecer ao Ricardo a oportunidade de “fugir” da obscuridade escrita. Como qualquer pessoa, sou opinativo e gosto de mandar os meus bitaites. Não conheço o resto dos “aventadores”, mas tenho a certeza que terei oportunidade de conhecer. Recentemente, enquanto pesquisava sobre marketing político, para tentar perceber como é que os políticos conseguem enganar tanta gente ao mesmo tempo, cheguei à conclusão que os políticos apenas deveriam fazer campanhas escritas. Esta é, se calhar, a maneira menos enganadora e séria de comunicar. Iniciar um blog colectivo, para mim, é uma excelente oportunidade para conhecer primeiro o interior e só depois o exterior. Apesar de tudo, fui apanhado um pouco de surpresa com o convite. Chego à conclusão que (afinal) não precebo nada de blogs, e portanto, se um post sair de pernas para o ar, foi culpa minha de certeza! Avente-se!

Comments

  1. Ricardo Santos Pinto says:

    Tens a certeza de que não conheces mais nenhum aventador?

  2. isac says:

    Tem razão! Esqueci-me do José Freitas…


  3. Presente! Como se diz no twitt …assim arrepias caminho para me conheceres melhor … Vale.


  4. “O que interessa é agradecer ao Ricardo a oportunidade de “fugir” da obscuridade escrita”. Sempre se pode dizer, à lá Marlon Brando, no seu Victor Corleone, que foi uma proposta a que não pudeste resistir.

Deixar uma resposta