
Este D. Quixote vê moinhos de conspirações, onde pais e professores são os gigantes que evangelizam as pobres criancinhas em modernices sem jeito, ao mesmo tempo que se esquece de olhar para o espelho.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Este D. Quixote vê moinhos de conspirações, onde pais e professores são os gigantes que evangelizam as pobres criancinhas em modernices sem jeito, ao mesmo tempo que se esquece de olhar para o espelho.
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No dia 30 deste mês que hoje se inicia, o Aventar vai comemorar 10 anos. Queremos que comemorem connosco. Escrevendo, que é o que se faz por aqui. [Como participar]

A pergunta apanhou-me de surpresa: ––Sabes de alguém que queira vender um jazigo? Nascida numa família de campas rasas, um jazigo soou-me sempre a luxo das elites, vagamente oitocentista, um garante per saecula saeculorum de que não haveria misturas inapropriadas no além tangível das ossadas. Entendo que se possa buscar conforto na ideia de manter […]
intromissão nas funções do Executivo é escandalosa, mas o próprio acha normal e constitucional.
Foi por isso que o discurso de hoje foi sobre o SNS, sem uma palavra sobre as cheias. Água não é problema para peixe.
O governo vai entregar 800 milhões de euros ao Novo Banco e exactamente a mesma importância ao Serviço Nacional de Saúde. Espero que apreciem a ironia da coisa.
À excepção do hipócrita do Presidente da República. É ouvir o Bruno Nogueira no Tubo de Ensaio de hoje.
A primeira fila do grupo parlamentar do PS é pungente. Não admira que tenham medo do Dr. Ventura.
Expresso. É Directivo. O respeito – e não o respeitinho pelas instruções do poder político – é muito bonito.
Tem 3.300 euros? Pode bater num professor! Aproveite já!
Não é *Diretivo, jornal A Bola: é Directivo. Como o *Coletivo, jornal A Bola, é Colectivo. Mais respeito, sff.
de Harold Bloom (1930–2019): Jay Wright: j-a-y-w-r-i-g-h-t, Thylias Moss: t-h-y-l-i-a-s-m-o-s-s, & /ˈnɒstɪk/: g-n-o-s-t-i-c.
O Paulo Guinote explica. Só não sabe quem não quiser saber: O salário dos professores: fact-checking
Seriedade política seria financiar os municípios em função do número de votantes em vez do número de eleitores…
Queria ser original (hello! hello!), mas houve alguém que… adiante: lede o perdedores e perdedores do J. Manuel Cordeiro.
Pois!
É assustador, não há dúvida!
Razão tinham os comunistas quando comiam criancinhas ao pequeno-almoço: além de evitarem a quinoa, ingeriam largas quantidades de proteína animal e evitavam que elas os vigiassem e evangelizassem! Chamem-les lá cm fernandes!
Não será talvez possível, nos tempos que correm, preconizar tal medida, até porque a URSS já acabou e era lá que que estavam os pedo-talhos. Por isso, resta-nos deixar de fazer mais espiõezinhos e espiazinhas. Podia-se talvez começar por capar os esquerdalhos todos, (e mesmo os direitrolhas mais tolerantes, não vá o Demo Maligno Diabo Satanás tecê-las…).e enfiar os que insistissem em existir para campos onde fossem ensinados a apreciar a suprema sensação do inebriante cheiro a gasolina, o etéreo brilho dos Rolexes ou o sabor divinal de um hamburguer de caviar. Ao mesmo tempo que lhes seria revelada a grande literatura: a “Ilíada”, a “Súmula Teológica”, “A Divina Comédia”, o “Manual de Sanemento Básico”, ou “A Mulher na Sala e na Cozinha”
Ou os travamos ou está tudo perdido!.
Parece-me que estamos a dar atenção exagerada a quem nunca reconhecemos algo de sólido no pensamento desta espuma dos tempos. O observador é um desses casos. Fogo fatuo, dióxido de carbono.
estas masturbações intelectuais e a cruzada do observador e blasfémias contra o “marxismo cultural” deixam-me a pensar se eles acreditam mesmo no que dizem…. Será que eles preferiam os antigos livros de leitura do ensino primário do estado novo, esses mesmo ideológicos até à medula? Se isso não era ensino ideológico, então há muita gente que come gelado com a testa!
O Observador segue o principio do “Botas” em cujo pensamento se inspira.
Para o “Botas”, os seguidores do Estado Novo, não tinham qualquer ideologia e era tudo a bem da Nação, como diziam.
Ideologia tinham os que combatiam o Estado Novo e o pensamento fascista.
É natural que alguns escribas do “O Observador”, também assim pensem. É com intenção de propagar essa mentira às massas que o escrevem. Infelizmente para eles as “massas” não lêem o Observador, pelo que para isso deveriam escrever no “Correio da Manhã”
Por vezes sinto alguma pena destas pessoas que vêem o mundo ouriçado de “terríveis” perigos. Mas depressa concluo que estão simplesmente a lançar achas para a fogueira e nem por um momento acreditam naquilo que escrevem. O Blasfémias está transformado num sítio patético, onde imperam comentadores cujo raciocínio (admitindo que exista) é difícil de seguir dada a quantidade de problemas que parecem ter com a ortografia e a sintaxe, e onde os escribas se limitam a – lá está! – alimentar a fogueira da grunhidão. Triste…