
Este D. Quixote vê moinhos de conspirações, onde pais e professores são os gigantes que evangelizam as pobres criancinhas em modernices sem jeito, ao mesmo tempo que se esquece de olhar para o espelho.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Este D. Quixote vê moinhos de conspirações, onde pais e professores são os gigantes que evangelizam as pobres criancinhas em modernices sem jeito, ao mesmo tempo que se esquece de olhar para o espelho.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Pois!
É assustador, não há dúvida!
Razão tinham os comunistas quando comiam criancinhas ao pequeno-almoço: além de evitarem a quinoa, ingeriam largas quantidades de proteína animal e evitavam que elas os vigiassem e evangelizassem! Chamem-les lá cm fernandes!
Não será talvez possível, nos tempos que correm, preconizar tal medida, até porque a URSS já acabou e era lá que que estavam os pedo-talhos. Por isso, resta-nos deixar de fazer mais espiõezinhos e espiazinhas. Podia-se talvez começar por capar os esquerdalhos todos, (e mesmo os direitrolhas mais tolerantes, não vá o Demo Maligno Diabo Satanás tecê-las…).e enfiar os que insistissem em existir para campos onde fossem ensinados a apreciar a suprema sensação do inebriante cheiro a gasolina, o etéreo brilho dos Rolexes ou o sabor divinal de um hamburguer de caviar. Ao mesmo tempo que lhes seria revelada a grande literatura: a “Ilíada”, a “Súmula Teológica”, “A Divina Comédia”, o “Manual de Sanemento Básico”, ou “A Mulher na Sala e na Cozinha”
Ou os travamos ou está tudo perdido!.
Parece-me que estamos a dar atenção exagerada a quem nunca reconhecemos algo de sólido no pensamento desta espuma dos tempos. O observador é um desses casos. Fogo fatuo, dióxido de carbono.
estas masturbações intelectuais e a cruzada do observador e blasfémias contra o “marxismo cultural” deixam-me a pensar se eles acreditam mesmo no que dizem…. Será que eles preferiam os antigos livros de leitura do ensino primário do estado novo, esses mesmo ideológicos até à medula? Se isso não era ensino ideológico, então há muita gente que come gelado com a testa!
O Observador segue o principio do “Botas” em cujo pensamento se inspira.
Para o “Botas”, os seguidores do Estado Novo, não tinham qualquer ideologia e era tudo a bem da Nação, como diziam.
Ideologia tinham os que combatiam o Estado Novo e o pensamento fascista.
É natural que alguns escribas do “O Observador”, também assim pensem. É com intenção de propagar essa mentira às massas que o escrevem. Infelizmente para eles as “massas” não lêem o Observador, pelo que para isso deveriam escrever no “Correio da Manhã”
Por vezes sinto alguma pena destas pessoas que vêem o mundo ouriçado de “terríveis” perigos. Mas depressa concluo que estão simplesmente a lançar achas para a fogueira e nem por um momento acreditam naquilo que escrevem. O Blasfémias está transformado num sítio patético, onde imperam comentadores cujo raciocínio (admitindo que exista) é difícil de seguir dada a quantidade de problemas que parecem ter com a ortografia e a sintaxe, e onde os escribas se limitam a – lá está! – alimentar a fogueira da grunhidão. Triste…