Menos Cravos. Mais Liberdade.

Em tempos de pandemia, finalmente se fala de assuntos importantes: a celebração do 25 de Abril. Realmente, admitamos, numa fase em que Portugal atravessa uma crise sanitária, o importante é discutir a celebração simbólica de um dia importante para o país. Pode faltar um ventilador, mas que não falte um cravo na lapela. É hipócrita defender que não é democrático não celebrar este dia. As pessoas que defendem isto devem acreditar que Salazar volta em espírito se não for cantado o Grândola Vila Morena. As pessoas que defendem que tem de haver uma cerimónia na Assembleia por respeito à liberdade são as mesmas que não hesitaram em tirar essas mesmas aos portugueses.  É hipócrita atacarem os partidos que, conscientemente, não querem festejar o 25 de Abril de anti-democratas, e terem votado contra a intervenção de Joacine Katar-Moreira. Sim, a esquerda democrática votou contra e os fascistas perigosos votaram a favor. O 25 de Abril não deve ser comemorado uma vez por ano, mas sim honrado todos os dias. Coisa que não acontece, pelo menos, por parte do Estado.

Vivemos num país com uma das mais altas cargas fiscais europeias. Vivemos num país em que um partido comemora o nascimento de Lenine. Isto faz lembrar as pessoas que romantizam os mafiosos depois de ver o “The Godfather”. Vivemos num país em que existem quotas de género e que tem partidos a lutar por quotas raciais. Vivemos num país em que há imposto sobre o açúcar, por exemplo, condicionando as opções das pessoas. Vivemos num país em que ao abastecer o carro, mais de metade do preço vai para o Estado. Vivemos num país em que para abrir uma empresa, temos de sustentar os empregados e o Estado.

A Revolução dos Cravos não nos deu a liberdade, deu-nos apenas liberdade de expressão. E já foi bastante bom. Nós é que somos pouco ambiciosos. A melhor forma de honrar Salgueiro Maia é continuar a dar liberdade aos portugueses. Falta a liberdade económica e a liberdade social. Por vezes, parece que gostamos de regredir como sociedade. Não é razoável que no século XXI acreditemos que alguém necessite de um empurrão do Estado, sendo o critério a sua raça ou género. As pessoas valem mais do que isso e não é com discriminação que lá chegaremos. Ao longo da história, a maior luta foi sempre pela liberdade, pois ninguém gosta de depender de outro. Não cabe ao Estado obrigar as pessoas a olhar de forma igual para todos, é algo que tem de partir da sociedade. O Estado, simplesmente, deve tratar os cidadãos todos por iguais, independentemente da raça, do género ou de classe social. Mas estamos num mau caminho, quando ainda vemos que há crimes por racismo, como se uma pessoa fosse diferente, em relação ao Estado, por ser de outra cor.
Estes benefícios do Estado que vêm mascarados de inclusivos são, na verdade, discriminatórios. E arriscam dar aso a revoltas identitárias.

O 25 de Abril não nos trouxe assim tanta liberdade. Continuamos a ter um largo caminho para percorrer até ao objetivo final. Portugal continua um país com um Estado bastante interventivo e isto deve preocupar as pessoas. Continuamos estagnados e, 46 anos depois, ainda não percebemos que a solução está nas mãos dos portugueses. Zeca Afonso disse que é “o povo que mais ordena” e tinha razão. No entanto, em Portugal, o povo nunca ordenou, o povo nunca foi livre das amarras do Estado.

Ninguém disse que era fácil. Claro que não é, mas problemas como a pobreza, desigualdades, racismo e outros não irão desaparecer por decreto. O que não podemos fazer é dar-nos por contentes com a liberdade conquistada em 1974. Temos de lutar pela liberdade da mesma forma e honrar aqueles que lutaram por nós.

É uma pena que os representantes dos portugueses sintam que têm de celebrar este dia, quando os portugueses se encontram isolados em casa.

Menos Cravos. Mais Liberdade.

Comments

  1. Paulo Marques says:

    Ninguém é faschista, xenófobo ou misógeno ou defensor dos baixos salários. Só usam exactamente os mesmos argumentos por puro acaso Ou da TINA, depende de como ficam na fotografia.
    O estado é interventivo? Pois é, por isso é que é estado, seja a proibir e a mandar carregar em greves, a salvar bolhas turísticas ou a garantir uma refeição quente por dia. Temos a alternativa de votar para nada enquanto Bruxelas e Pequim fazem do país o que lhes apetece com o nosso país. São escolhas, mas a intervenção não vai a lado nenhum.

    Por essas e por outras, os deputados não fazem mais do que a sua obrigação. Pode sempre sair da sua zona de conforto e ir trabalhar para onde não têm poiso garantido.

  2. Albino manuel says:

    Então, o cão lavou-lhe a louça? Poupa na água e sonasol. Bem pode deixar a sopa para o fim.

  3. abaixoapadralhada says:

    ” O que não podemos fazer é dar-nos por contentes com a liberdade conquistada em 1974. Temos de lutar pela liberdade da mesma forma e honrar aqueles que lutaram por nós.”

    “É uma pena que os representantes dos portugueses sintam que têm de celebrar este dia, quando os portugueses se encontram isolados em casa.”

    Ao que chega a demagogia liberoide.

    Como oportunistas, que são, querem ter o sol na eira e chuva no nabal

    Ao menos podiam ter a coragem de dizer que sempre foram e serão contra o 25 de Abril, como faz o Sa Lazarento de estimação, aqui conhecido por JgMenos

  4. Democrata_Cristão says:

    Bem te conheço, oh mascara !

  5. Julio Rolo Santos says:

    Pessoalmente não vejo razão para que a AR não abra as suas portas como o tem feito todos os dias, apesar da pandemia. Se o faz para comemorar um feito histórico o que é que isso possa ser objeto de critica? Na verdade, as críticas variam consoante a cor política de cada um e nada mais. O que é lamentável.

    • joao mate says:

      lamento o ódio que esquece os que morreram para se
      poder abrir este espaço,por exemplo.

    • Francisco Figueiredo says:

      É uma questão de exemplo. O 25 de Abril é para ser comemorado todos os dias, não necessita desta celebração em tempos de pandemia.

  6. Pedro Vaz (Nacionalista) says:

    Apesar de o autor ser mais um santinho que acredita no Mão Invisível e Mágica do Mercado (Utopia Comunista em reverso) tem no geral razão no que diz. Uma das excepções claro são as tretas “anti racistas”…o pretos/castanhos NUNCA vão apoiar partidos liberais porque a ideologia deles é dominada pelo seu etno-nacionalismo/egoismo…são SEMPRE de “esquerda”. Liberais são muito santinhos neste e outros aspectos.

    PS – Estaline foi um herói Nacionalista que conduziu uma brilhante contra-revolução contra os Judeo-Bolsheviques e esta é uma das razões por detrás da constante propaganda contra ele…mas tinhas que comer muito sopinha para perceber isto.

  7. JgMenos says:

    A esquerdalhada celebra o 25A como se essa data e esse acontecimento validasse a sua acção ao longo dos já 46 anos de imbecilidade militante.

    O 25A opôs-se ao que vinha sendo uma acção política medíocre, hesitante, incapaz de anunciar um futuro para o país.
    Foi uma festa porque se celebrou um futuro que se adivinhava, não porque se libertava dos horrores que propagandeiam os que por esse meio buscam legitimar-se pelo seu passado e não pelas suas acções no presente.

    Agora, que há anos se vive numa confrangedora mediocridade que sempre anuncia um futuro de ameaças, que paralelo existe entre a festa de 1974 e a mascarada de 2020?
    Nenhum!
    Onde havia festa há melancolia, onde havia fé há descrença, onde se adivinhava grandeza há mediocridade em dose que então seria inimaginável.

    • Rui Naldinho says:

      Isso reflete-se no pior resultado da direita, toda junta, agora com múltiplas escolhas, quatro partidos, nas últimas eleições de 2019. Alcançaram 1/3 dos votos do eleitorado que se predispôs a ir votar. A demonstração cabal que a vossa tentativa de regressar ao 24 de Abril não teve sucesso.
      Não fosse o que resta do SNS que tanto almejam em destruir, apesar da fragilidade em que o deixaram, e já o Covid 19, “tendo feito o obséquio de nos visitar”, teria deixado um rasto de mortos infindável, para vosso gáudio, como acontece noutros países. Parece que mais uma vez terão de enfiar a “viola no saco”, apesar da reiterada irritação que vos apraz transmitir todos os dias na vossa comunicação social de reverência, ao poder económico e ideológico da vossa estirpe.
      É com esta mediocridade que tanto te desagrada, que eu espero ver a direita apeada do poder por vários anos, na vã esperança de que vocês algum dia mudem para melhor.

      • Pedro Vaz (Nacionalista) says:

        De direita só temos 1 partido o Chega, o CDS e PSD são Globalistas tal como TODOS os outros incluindo o IL.

        E quem ganha votos em Portugal é sempre a abstenção.

        Quanto ao SNS quem o pôs como está foram obviamente aqueles que governaram Portugal desde o 25 Abril a “esquerda” Globalista (maioria do tempo) e a “esquerda-feita-direita” Globalista. Acho graça como em Portugal a “esquerda” está sempre em modo de oposição apesar de serem o governo.

        Quanto á noção que a comunicação social e os poderes económicos que os governam são de direita…LOL! O facto de que o Pinto “Bilderberg” Balsemão pôs o irmão do Costa como director de informação da SIC diz tudo.

        • esteves aires says:

          Falta o PS que tb é de direita, o IL direita e BE social-democrata e o PC social-fascista. Quanto ao Chega é da extrema-direita, o CDS/PP da direita cristã e o PSD/PPD da direita….….
          Não existe nenhum partido de esquerda no parlamento.
          Vivemos numa sociedade podre e corrupta….

        • Paulo Marques says:

          Claro, como se sabe, dizer que o dinheiro cresce nos ricos, que têm que ser apaparicados com os meios de produção, era o essencial d’O Manifesto.

          • Francisco Figueiredo says:

            Sim, o dinheiro cresce mais nos ricos. Mas também pode crescer nos pobres. Infelizmente, o Estado não dá liberdade suficiente para tal.
            Isto é como tudo. Os jogadores da bola não recebem muito, nós é que só conhecemos esses. 1% dos jogadores do mundo devem receber mais que todos os outros juntos. Ui, desigualdade!

          • Paulo Marques says:

            Têm o monopólio da geração espontânea? Trabalham 40x mais do que os outros? Acrescentam 40x mais valor à produção? Explique-nos.

          • Francisco Figueiredo says:

            Geram mais riqueza. Têm mais pessoas dispostas a vê-los e mais empresas a apostar neles. Mas não seja por isso. Já que é tão justo, vá a um Ermesinde – Vila Real e pague o mesmo que se paga no Real Madrid – Barcelona. 😀

      • JgMenos says:

        Se há eleição comprada é a de 2019; bem mais do que os aumentos do Sócrates, em 2009.
        À custa de um investimento que foi mera propaganda orçamental, foram quatro anos de bodo à base eleitoral e de promoção do ‘encosto de Estado’.
        E a pedinchisse à Europa não envergonha os sem-vergonha!

        Não se trata sequer de esquerda/direita, é pura promoção do parasitismo!

        • POIS! says:

          Pois é, mas não seja mal agradecido!

          Apesar de V. Exa.ser um assumido direitrolha, não se sente tão bem, assim promovido? Francamente!

        • Paulo Marques says:

          Um governo a governar (um poucochinho) para os trabalhadores? Q’horror!

        • Paulo Marques says:

          Comparado com o golpe cavaquista, uma ligeira recuperação de rendimentos é um pintelho.

      • Francisco Figueiredo says:

        Voltar ao 24 de Abril? Ou não leu o meu texto ou não conhece o conceito de liberdade.

    • POIS! says:

      Pois é lamentável!

      Que não se tivesse ainda descoberto a cura da azia crónica provocada pelo COVID-24-A. Há 46 anos que ataca JgMenos. É 100 vezes pior que o atual Covide porque não mata mas mói que é uma tortura.

    • Paulo Marques says:

      Como se as consequências de uma crise que nunca podia acontecer segundo o padre Delors pudessem ser outras. Nem era preciso ser comuna para lá chegar.
      https://www.lrb.co.uk/the-paper/v14/n19/wynne-godley/maastricht-and-all-that

  8. Democrata_Cristão says:

    JgMenos

    Bla, bla , bla, noves fora, nada

  9. POIS! says:

    Pois tá bem!

    O Sr. Figueiredo aproveitou a situação de confinamento e resolveu arrumar uns armários. Estava lá este texto e, em vez de o mandar para o lixo, trouxe-o para aqui. Sempre enche qualquer coisa e ainda recebe uns elogios desse grande Intelectual Liberal que é, inegavelmente, o Grande Pedro Vaz, que voltou para dizer que está com ele na ausência de cravos.

    O que lhe poderá ser muito útil quando o Chega chegar ao poder e colocar por aí Vazes Nacionalistas por todo o lado. Poderá vir a ter um desconto nos serviços da entidade e até ser perdoado por ter sido democrata às segundas, quartas e sextas.

    Fiquei admirado que não aparecessem neste sublime “hake post” expressões como Venezuela, Maduro ou hipopotomonstrosesquipedaliofobia. E não apareceram porque há um partido que está a comemorar o aniversário de Stalin que, por ter ocorrido em 18 de Dezembro de 1878, se comemorou na semana passada no calendário Azteca. E esse partido deve ser o Chega porque o militante Vaz já elogiou a personagem como um Grande Nacionalista Anti-judaico.

    Bem sei que essas coisas de nomes terminados em in presta-se a confusões porque têm em comum duas coisas: são russos e são todos iguais ao quilo que, por vezes, é igual ao litro. Assim como Ieltsin e Putin, esses grandes génios que iam terminar o milenar folhetim “A História”, para gáudio e Suprema Glória do Liberal Capitalismo instaurando-se finalmente o Reino de Adam Smith e da sua mãozinha marota. Só que, entusiasmados que estavam, resolveram continuar a novela com uma sequela de inspiração mexicana e nas tascas liberalescas já ninguém se lembra disso.

    • Paulo Marques says:

      O Adam Smith em comparação com os libertários era um comuna. Até Reagan seria um perigoso autoritário.

      • Francisco Figueiredo says:

        Libertários não são liberais. É melhor começar a usar essa frase como título para tudo.

        • Paulo Marques says:

          Que os liberais não sejam todos libertários ainda faria sentido…
          Para o caso, é irrelevante, o poder não fica no vácuo, fica no estado ou em quem o agarrar. E nuns votam-se dentro de sistemas cheios de defeitos, nos outros eventualmente aguenta-se porque não há alternativa.

        • POIS! says:

          Pois já vi esse filme!

          É aquele em que um rapaz liberal completamente nu passa as três horas do filme a fugir de uma seringa gigante. Nunca viu? Chama-se “A Seringa que Veio do Espaço – Parte 1”. Para breve a sequela “A Seringa que Veio do Espaço – Parte 2 – Volta Estado que Agora Estou Encalacrado”.

  10. POIS! says:

    Só mais uma coisinha, pois!

    Escreve o Sr. Figueiredo: “Pode faltar um ventilador, mas que não falte um cravo na lapela.”

    É uma brilhante comparação. Variantes: “pode faltar um satélite português mas que não falte bacalhau na consoada” ou o mais vulgar “pode faltar dinheiro para um carro, mas não falte para a bica”. Ficam para a próxima prosa.

    Mas confesso que também estou admirado pela falta de ventiladores. Sempre pensei que o sector privado os teria aos pontapés já que, como se nota, há muita procura e, portanto, um resplandecente mercado.

    Aliás, estou ainda mais admirado pelo facto de a generalidade da população não ter investido na compra de ventiladores em vez de gastar dinheiro inutilmente em automóveis, televisores ou telemóvei e até em comida. E que muitos digam agora que não têm poupança suficiente para comprar um antes de se dirigirem oara um hospital de mãos a abanar. Confesso, envergonhadamente, que é o meu caso, mas já estou á procura de um em segunda mão. Disseram-me que, na China, já se vendem às resmas nos mercados e ainda dão um pangolim de brinde.

    Espero bem que o Estado não se apresse a gastar os impostos que nos roubam todos os dias nos combustíveis em ventiladores que, passada esta euforia e pressão da procura, fiquem por aí arrumados à espera de tipos com falta de ar.

    A não ser que, e seria a solução ideal, que o Estado baixe os impostos sobre o tabaco, que só cerceiam a liberdade de fumar dos cidadãos, punidos fiscalmente por quererem ser livres proprietários do seu próprio corpo. O aumento correspondente dos enfisemas pulmonares criaria uma procura virtuosa que, qual mãozinha invisível, equilibraria novamente o mercado.

    Os cidadãos mais pobres poderiam fazer entretanto um “Seguro Pulmonar” que, certamente, seria oferecido a preços módicos em parceria das seguradoras com as tabaqueiras, aproveitando as sinergias conjuntas e tal. Esse seguro sempre aguentaria os beneficiários durante dois dias no hospital privado e, se não fosse suficiente, também acautelaria a ambulância de transporte para o hospital público, evitando que o paciente tivesse de ir a pé.

    • Paulo Marques says:

      Bom bom era como no país da liberdade, ter os hospitais a competir no mercado para comprar equipamento no meio da pandemia. Vão à volta e importam? É para isso que serve o exército federal, confiscar e pôr no mercado.

      Mas sobre o tabaco, olhe que os fumadores há muito que pagam os cuidados dos outros e não ao contrário, os impostos são altos.

    • Francisco Figueiredo says:

      É pena que no Dia da Liberdade continue a haver tantas pessoas que ainda gostam de ter o Estado à perna. São as mesmas que aceitam que o mesmo desvie material médico de privados, mas que gasta milhões na Comunicação Social.
      Stalin, apesar de também ser da mesma corja, foi um lapso. Queria dizer Lenine, obviamente.

      • POIS! says:

        Pois eu digo-lhe, sinceramente:

        Que resposta mais idiota! Para a próxima não se incomode!. (E refiro-me apenas ao primeiro parágrafo. O resto só confirma o que eu tinha dito).

        • Francisco Figueiredo says:

          Apenas constatei uma verdade. E já agora, o Governo não pode obrigar pessoas a não trabalhar e depois dizer que “afinal, os privados precisam do Estado”. Coerência dava jeito.

  11. POIS! says:

    Pois já vi esse filme!

    É aquele em que um rapaz liberal completamente nu passa as três horas do filme a fugir de uma seringa gigante. Nunca viu? Chama-se “A Seringa que Veio do Espaço – Parte 1”. Para breve a sequela “A Seringa que Veio do Espaço – Parte 2 – Volta Estado que Agora Estou Encalacrado”.

    • Francisco Figueiredo says:

      Tivessem as pessoas liberdade, e poderiam ter produzido muito mais riqueza para aguentar a economia numa altura destas. Mas com um Estado socialista não chegaremos lá.

    • POIS! says:

      Esta resposta é para o Sr. Figueiredo.

      Vou tentar colocá-la no sítio certo ou fica sem sentido.

  12. POIS! says:

    Pois confirma-se!

    Que a seringa realmente veio do espaço.

    Qual “Estado socialista”? O de França? O da Alemanha? O do Reino Unido? O do Canadá? O da Austrália? O da Suécia? O da Suíça? O do Japão? O dos EUA?

    Afinal parece “as pessoas” não têm tido “liberdade” em lado nenhum para “produzirem mais riqueza” para “aguentar a economia” e . É um mal mesmo geral! Direi até que é uma pandemia de proporções maiores que a do covide!

    Sr. Figueiredo: nunca se produziu tanta riqueza no Mundo como nas últimas décadas. Onde é que ela foi parar? Porque é que foi preciso em todo o lado que o Estado tivesse de intervir nas principais economias, no prazo de apenas uma década, duas vezes e em escalas sem precedentes?.

    Aproveito para anunciar que já está em rodagem o episódio seguinte da saga: “A Seringa que Veio do Espaço- Parte 3 – Não Te Vás Tão Cedo Estado que Estás Perdoado”. O Cotrim de Figueiredo lá aparece numa cena, ainda que apenas como figurante, e vestido de urso.

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