Não é possível explicar mais “devagar”

Via Twitter @Salsaparrilha4

Comments

  1. João Garcez Osório says:

    agora armas-te em calimero, mano. o teu argumento é o ódio. quem semeia ódio colhe ódio. a tua luta não será em vão. nem penses que te escapas.

    • Carlos Garcez Osório says:

      Não sei quem és, mas sei o que és. Usares um nome falso e com os meus apelidos, define-te.

      • abaixoapadralhada says:

        Em contra partida, tu já estás bastante definido há muito tempo

      • João Garcêz Osório says:

        Não sabes, não, mas eu digo-te. sou a tua imagem nos espelhos que tu crias. e já agora, o meu nome não é falso a não ser nos apelidos. esses sim, estão carregados de ódio, que é o teu. se mesmo assim não te enxergas, tens um sério problema. e já agora, antes de escrever disparates, informa-te. tenta perceber que o problema do discurso do ódio não está a ser endereçado em Portugal mas em directivas comunitárias em fase de transposição e nas que se seguem. Podes vomitar o teu ódio sobre os comunas da comissão europeia e do conselho. e que, de todo o modo, nenhum governo te vai cheirar o cú nem à merda que por aqui deitas. é assunto que fica, como hoje, entre as plataformas e os utilizadores, mas com garantias para estes. tu que és advogado deverias ter outras responsabilidades antes de vir para aqui verter o penico.

        • Carlos Garcez Osório says:

          Tu e os como tu nem percebem o que escrevem. Apesar da natural incongruência (és de esquerda) entre o tom e o que tentas (mas não consegues) dizer, já que tens o topete e a petulância de usar o meu nome, gostava imenso que mo dissesses olhos nos olhos.

          • João Desgracez Otário says:

            Os teus palpites e sobressaltos não me interessam, nem cara deves ter para apanhar uma lostra, mano. Fujo-te às categorias e sentes-te sem chão no teu pequeno universo maniqueísta e indigente? Queres mostrar que abominas em simultâneo o assassino Ernesto e o monstro Adolfo mas desculpabilizas os homicídios sistémicos e crimes ambientais de gente politicamente inimputável como o Donald ou o Jair porque achas que o sistema que defendes tem virtualidades curativas, ao contrário daqueles – os “teus” socialistas- que promovem a “infelicidade”! És um triste palerma… Sabes o que é Dignidade? Humanismo? Rigor e Honestidade? Aplicação? Generosidade? Solidariedade? Que estúpida ignorância é essa de identificar a tirania com as ideologias a que te opões? Se achas interessante quantificar as ditaduras de esquerda e de direita, entretém-te. Se não alcanças o que digo, és mais burro ainda do que pareces. E passas a ser o Desgracez Otário.

  2. POIS! says:

    Pois tá bem!

    É um slogan do tipo “Se só vês merda esquerdalha à tua volta talvez estejas cheio dela”.

    Ficava bem assim numa t-shirt de fundo laranjão.

    • POIS! says:

      E há outras variantes possíveis.

      “Se só vês imbecis-mores à tua volta talvez sejas um deles”.

      O fundo aqui pode ser à escolha: clarão, escurão, laranjão, azulão às riscas

  3. Filipe Bastos says:

    Muito giro, Sr. Osório. E quem só vê ‘socialismo’ e ‘comunistas’ num mundo completamente dominado por capitalismo, pelos sacrossantos e omnipotentes mercados, pelo grande capital, pelas grandes corporações e multinacionais, ignorando que estas controlam os governos, a ortodoxia económica e política?

    Essa malta, v. e os seus compinchas, não sendo fascistas, são o quê? Fanáticos? Alucinados? Ou apenas não muito inteligentes?

  4. Rui Naldinho says:

    Eu gostei mais do filme “A fuga das galinhas”, realizado pela DreamWorks, pela mão de Nick Park e Peter Lord.
    Um verdadeiro hino à liberdade. 🗽🗽🗽
    “Foi nessa altura que percebi a dimensão do fascismo. Até aí, pensava eu que aquilo era tudo propaganda comunista.”

    • Rui Naldinho says:

      A FUGA DAS GALINHAS
      (Uma alegoria sobre fascismo)

      Na década de 1950, os Tweedys são um casal de meia-idade, donos duma fazenda de galináceas num lugar algures, perto de Yorkshire, Inglaterra.
      A Sr.ª Tweedy é o cérebro malicioso do par, enquanto o Sr. Tweedy é mais estúpido e acredita que as galinhas estão conspirando contra eles, para grande dúvida e exasperação da sua esposa. O galinheiro é mostrado ao espectador como um campo de prisioneiros ao estilo da Segunda Guerra Mundial, com cabanas e arames farpados, com as galinhas responsáveis ​​para o número de ovos que colocam diariamente.
      Ginger, a líder não oficial tentou inúmeras fugas, mas é sempre contrariada pelo Sr. Tweedy e seus cães. Ginger está cada vez mais desesperada para encontrar um plano de fuga após uma outra galinha chamada Edwina, que não colocou todos os ovos numa das semanas, sendo abatida com uma machadinha para o jantar dos Tweedys.

      Vendo a sua queda de rendimento, a Sr.ª Tweedy encontra um artigo numa revista que sugere uma nova maneira de trazer mais lucros. Ginger tenta reunir forças das outras galinhas para que elas acelerem os seus esforços para escapar. No entanto, ela logo conclui que seu único plano viável é passar por cima do muro, algo que não foi testado ainda. Enquanto ela estava do lado de fora naquela noite olhando os céus, vê o galo Rocky Rhodes, “um americano”, voando acima do galinheiro, até que este se bate sobre a cerca e aterra quebrando a asa. Depois Ginger encontra um pedaço de cartaz do circo sugerindo que Rocky sabe voar, ela concorda em escondê-lo do seu proprietário, em troca ele ensinará as galinhas a voar. Rocky relutantemente concorda, e começa colocando Ginger e as outras galinhas através de um conjunto de exercícios que parecem sem sentido. Mas Rocky afirma que elas estão a fazer progressos.

      As galinhas são surpreendidas num dia, por uma grande equipamento entregue na fazenda, por ordem da Sr.ª Tweedy, para dobrar as rações alimentares. Ginger conclui que elas estão sendo engordadas para o abate. A asa do Rocky fica entretanto completamente curada, após ele ter dançado numa discoteca improvisada no galinheiro naquela noite. Ginger é então colocada pelo Sr. Tweedy para um teste ao seu novo equipamento, que é revelado por ser uma máquina de automação industrial para a produção de tortas de frango.

      Rocky resgata Ginger da máquina, e eles conseguem sabota-lá durante a demonstração, pois assim terão mais tempo para trabalhar na sua fuga. Fowler, um galo mais velho e rígido que tem duvidado dos atos de Rocky; uma espécie de “velho do Restelo”, começa agora a respeitá-lo e dá a Rocky sua antiga medalha da Força aérea como tributo. Rocky decide deixar a fazenda no dia seguinte, deixando para trás a medalha de Fowler e a parte que falta de seu cartaz, o que mostra que Rocky voava no circo por ser disparado de um canhão, e na realidade não tinha nenhuma habilidade de vôo. Tentando reunir as galinhas, Fowler começa a falar de seus dias na Força aérea, que resulta numa briga entre as galinhas, mas que inspira Ginger para propor a construção de um avião para fazer voar todas as galinhas de uma só vez. A corrida contra o tempo das galinhas para montar seu avião enquanto o Sr.Tweedy trabalha para reparar a máquina de fazer tortas. Enquanto isso, Rocky vê um cartaz com os dizeres “Tortas de Galinha da Sr.ª Tweedy” e começa a reconsiderar sua decisão, decidindo voltar ao galinheiro.

      As galinhas completam seu plano improvisado e o Sr. Tweedy conclui a reparação da máquina de tortas e entra no galinheiro para coletar todas elas. No entanto, as galinhas lançam uma revolta aberta e acaba por amarrá-lo e amordaçar-lo. Enquanto elas se estão a preparar para descolar, o Sr.Tweedy liberta-se e derruba a rampa de lançamento. Ginger salta para fora enquanto Fowler gira em torno do avião, batendo e deixando o Sr. Tweedy inconsciente. Rocky retorna para a fazenda em tempo para salvar Ginger de um machado empunhando pela Sr.ª Tweedy e ajudá-la a definir a rampa de volta no lugar e os dois sobem a bordo do avião, agarrando uma sequência de luzes que é pega no trem de pouso. A Sr.ª Tweedy também agarra e é arrastada para o ar, puxando o avião para baixo. Ginger rasteja para baixo para tentar cortar a corda. A Sr.ª Tweedy furta Ginger com sua machadinha e aparentemente decapitá-la, mas Ginger esquivou-se e deixou o machado cortar a corda, deixando cair a Sr.ª Tweedy na máquina de torta e bloqueando a sua válvula de segurança, fazendo a máquina criar pressão e explodir, destruindo o celeiro. As galinhas continuam seu voo para a liberdade, eventualmente, estabelecem seu próprio santuário longe da fazenda.

  5. Rosa Rodrigues says:

    O que é que ensinarão aos nossos jovens universitários que eles acham normal ou até recomendável usarem uma camisola estampada com a cara dum criminoso da estirpe do Che Guevara ?
    Chega-se ao cúmulo de serem usadas por gays!

    Ao que a nossa academia chegou…

    Rosa Rodrigues


    • Tenho que arranjar dum tshirt dessas nem que seja só para “épater les bourgeois”.

    • POIS! says:

      Pois não me diga!

      Os gays já vão vestidos para a academia? Não posso crer!

      Qualquer dia ainda vemos as devotas em topless na Procissão do Adeus!

      Ao que esta sociedade chegou…

    • abaixoapadralhada says:

      “criminoso da estirpe do Che Guevara”

      Ao que chegou o Aventar, com badalhocas fascistoides a vomitar destas

  6. Paulo Marques says:

    O termo é abusado? É, como tudo no ano 16 do Nosso Senhor Facebook, mas, err, e a tal de liberdade de expressão, ó Floco de Neve?
    E o que é isso, como é lembrado acima, comparado com comparar qualquer suspiro de regulação de alguma coisa ou de solidariedade com comunismo, usando, sim, a mesma sebenta dos fasços que nunca daqui saíram? Como dizem os alemães, se há um nazi à mesa e dez pessoas a falar com ela, é uma mesa com 11 nazis.
    Não quer sentir-se oprimido, só porque há pessoas a rejeitar o pensamento único, não se ponha a jeito.

  7. Albino Manuel says:

    Não, vocemecê não é fascista. Vocemecê é apenas um tonto já de certa idade a que uma universidade, julgo que extinta, passou décadas atrás um certificado de habilitações.

    O Porto é uma terra esquisita. Até há uns anos tinha um professor universitário de filosofia defensor aberto do nacional-socialismo. Fora a Faculdade de Economia, verdadeira escola da res publica: teixeira dos santos, bessa, o que vai sair do banco de poortugal, o da business school…

    Mas não é de todo o seu caso ser fascista. Umas leituras de jornal aqui, uns best-sellers ali e a cabeça fica cansada.

    Nunca lhe chamei tal coisa – mas muito menos de inteligente.

    • Carlos Garcez Osório says:

      Realmente, fico derrotado com a excelsa inteligencia que um pavãozito magrebino demonstra nos seus acutilantes comentários. Já agora, é tentar melhorar os dotes de investigação que, para já, estão ao nível do discurso. Mas há uma coisa que me agrada: o Porto é uma terra esquisita. Deliciosa essa incompreensão. 😀😀😀


      • “pavãozito magrebino”. Este deve julgar que é um puro ariano.

      • Albino manuel says:

        E esqueci os dois marmanjos que venderam ao BPN uma muito famosa e discreta colecção de arte egípcia. Foi preciso aquilo rebentar para ficarmos a saber da existência de tão rico espólio.

    • Paulo Marques says:

      Sim, nada comparável com os doutos da SBE e os senhores juízes de Coimbra, tudo gente a cheirar bem em cursos de gente fina.

    • Abstencionista says:

      Ó Albino tanta treta contra o Porto, que eram uns porcos, que não tomavam banho e patati e patatá e por isso os covides atacavam forte por esses lados.
      Agora em Lisboa os covides atacam porque lavas o cú com água de malvas!!!
      Olha, não sejas badalhôco, vai lavar as mãos, os tomates e se não doer muito dá um banho de tina.

      E já agora aproveita e lava também o interior com um bom clíster de 90% de lixivia e 10% de água de forma a que limpes as ideias
      parvas que tens.

      P.S. espero ainda ir a tempo…enganei-me…a solução é de 10% de lixívia e 90% de água.

  8. Coño! says:

    tá bem óh galego cabeza hueca…

  9. Carlos Almeida says:

    “pavãozito magrebino”

    Bem tentas esconder, mas o teu racismo latente vem sempre ao de cima


  10. A cretinagem esquerdalha sempre finge ignorar que o fascismo se faz com o acrescer do poder do Estado.

    Mas como querem que o Estado ande a gamar para lhes dar empregos e benesses, fingem-se amantes da liberdade quando são candidatos a pensionistas, acomodados se fartos.

    É desta canalha que se fazem fascismos e sociais-fascismos – irmãos de sangue que são, e filhos da mesma imbecilidade militante de uma barregã que se vende a pataco.

    • POIS! says:

      Pois é!

      E a prova é que durante o regime salazaresco o Estado nem se via, de tão pequenino que era. Certamente que havia a pidezinha e as suas prizõezicas, a censurazita, escolinhas para ensinar as letrinhas e civilizar os pretinhos e uma tropinha para dar uns tirinhos lá longe a dilatar a fézada e o impériozinho. mas fora isso não existia mais nada.

      Depois veio a abrilada e deu cabo de tudo. Nem ao menos nos deixam fazer o muzeuzinho em Santa Comba Dinha. Ao menos que nos deixassem ver o bustozinho do Mussolini que o salvador do povinho tinha em cima da escrivaninha. E as cartinhas que escrevia ao cerejeirinha. É indecente!

    • POIS! says:

      Pois sim senhor, nada de confusões!

      As barregãs que por aí andam vendem-se a pataco. As do JgMenos e comparsas também se vendem, mas é ao preço de mercado. Assim se vê a pujança da direitrolhada capitalista! De onde é que julgam que vem a ostentosa prosperidade de JgMenos, invejada por tudo o que é esquerdeiro?

    • Paulo Marques says:

      Tudo se faz com o poder do estado, o Menos prefere é os subsídios a quem lhe paga o ordenado, porque ainda vai pingando por aí. Se não gostasse ia para uma Somália ou assim onde o estado não impõe nada a ninguém.


      • Tens a mania se sabes da minha vida, mas não passas de um idiota que não dispensa o soalheiro.

        • Paulo Marques says:

          Mesmo que não seja o desmascarado contabilista a desviar dinheiro do país, nada do parágrafo precisa de ser alterado, porque os empresários raramente saem da subsídio-dependência e das leis à medida. Por questões de eficiência, claro.


          • Só quem pastar numa qualquer sinecura pode ter ideia mais tosca do que seja o mundo das empresas.

          • Paulo Marques says:

            E, no entanto, desde Março a iniciativa desapareceu, ao mesmo tempo que pedem tudo e mais alguma coisa. Nem sobre a TAP a direitalha tem uma opinião, de tanto medo de levar com a dissonância nas trombas.

          • POIS! says:

            Ah pois, Sr. JgMenos!

            Mas dou-lhe um conselho: é melhor não divulgar onde é a sinecura onde V. Exa. pasta. Pode vir a ter de fazer dieta forçada. Anda por aí muito pastante direitrolha á procura do mesmo.


  11. Só quem pastar numa qualquer sinecura pode ter ideia mais tosca do que seja o mundo das empresas.

    • POIS! says:

      Ah pois!

      Mas dou-lhe um conselho: é melhor não divulgar onde é a sinecura onde V. Exa. pasta. Pode vir a ter de fazer dieta forçada.

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