Discotecas até às 20h?

Uma da tarde, ei, bem bom
Duas da tarde, bem bom
Já três da tarde, ei, bem bom
Quatro da tarde, bem bom
Cinco da tarde, ei, bem bom
Já seis da tarde, bem bom
Sete da tarde, ei, bem bom
Oito da noite, bem bom
Um lanche de tarde pra dois
Sem saber o que virá depois, bem bom!

Comments

  1. Paulo Marques says:

    Podem sempre ficar fechadas, não se perde nada.

  2. Rui Naldinho says:

    No meu tempo eram bailes de garagem até às 20h, nem mais um minuto, e nada de grandes roçadelas. Quando sentíamos o peito contra o peito, já era óptimo.
    No final as mamãs iam ver se as meninas cheiravam a tabaco, e faziam-lhes perguntas indiscretas, e os rapazes tinham bastas vezes erecções no baile. Mas usávamos há época, “cuecas à prova de bala”. Uma espécie de cueca com saco para depositar os inchaços.
    Casavam virgens, na pior das hipóteses grávidas. As mais liberais, tinham servido uma vez, no máximo. Na prática vinham como novas.
    Hoje, a maioria dos dois leva uma rodagem que nem da para fazer o Seguro de garantia mínima, dá. Alguns/Algumas casam por dois meses. Outros/outras vão-se casando aqui e acolá. E há aqueles que preferem ir rodando pelas discotecas, esse lugar fumarento, cheio de neon’s e música aos berros, com tudo a abanar o capacete e a dar ao rabo, ao qual chamam dançar.
    Pronto, desabafei, …. mas isto eram outras épocas.

  3. POIS! says:

    Pois palavras para quê?

    Trata-se do grande sucesso “Matiné Javarda” do conhecido grupo “Diabetes”, composto por famigerados liberais de tendência vietnamita.

  4. POIS! says:

    Pois há que reconhecer!

    Que o poema, em matéria de rima pode ser classificado de “Bem Bom Menos”. Menos porque há ali um “pra dois” que estraga tudo!

    Não fosse isso estaria ao nível, não digo de um Espadachim Zarolho, mas certamente ao do Javardo de Setúbal ou do Toino Solitário. Assim, fica mais para o lado do Bêbado da Brasileira depois de ter mamado uma garrafa de aguardente bagaceira. Na cabeça dele, a partir daí tudo rimava.

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