COVID-19, um genocídio

*Abílio Montalvão Nunes, Antropólogo

O Instituto Nacional de Estatística informou recentemente que em Portugal, nos últimos seis meses, morreram mais 5882 pessoas do que no mesmo período do ano passado. Destes óbitos, apenas 1852 foram atribuídos à Covid-19. Há um excesso, portanto, de 4030 óbitos em apenas seis meses, que se explica, evidentemente, pelo brutal bloqueio do acesso ao Serviço Nacional de Saúde, o qual cancelou milhares de actos médicos desde o advento da nova Pandemia decretada pela OMS e prontamente adoptada pela canalha burocrática e administrativa dos seus protectorados.

Governantes e quase todos os seus opositores limpam todos os dias os pés à Constituição da República portuguesa, suprimindo Direitos, Liberdades e Garantias de modo totalmente ilegal, estando em vigor, de facto, um Estado de Sítio não declarado nem legitimado nos termos e imposições constitucionais exigíveis a um Estado de Direito.

O Fascismo e a instauração de um Estado totalitário são assim todos os dias televisionados, mas quase nenhum cidadão o vê, quer porque o medo lhe retirou as poucas faculdades críticas que por milagre lhe sobrassem, quer porque nas aulas de Cidadania se limitaram a ensinar-lhe os benefícios esotéricos da sodomia, elevando a psicopatologia pederasta casapiana ao grau da abjecção criminosa curricular, quer porque preferiu deixar emergir o bufo e denunciador que em si dormiam num catre interior de canalha, policiando agora o seu semelhante, que aliás com incontida alegria e satisfação do dever de bufo e denunciador cumpridos entrega à DGS, ou à polícia, para competente e irreprimível suplício público, isolamento penitenciário e morte social.

A tropa fandanga da missanga, regimentos inteiros de filhos da puta da esquerda caviar, exulta e espuma-se com a nova Ditadura que lhe dá de comer e com os ataques continuados e patéticos a Trump e Bolsonaro, como se fossem eles, Trump e Bolsonaro, os inimigos da democracia portuguesa e os culpados pela imposição nesta fossa imunda de um regime cuja inspiração constitucional foi beber às regras de conduta de um alcouce de estrada regido por um sifilítico. Consta, aliás, que foi em Brasília que a lista de honra foi escrevinhada, pela mão do próprio evangelista do fascismo e da cloroquina, e que não chegou à estrebaria da segunda circular sem a chancela do empreiteiro do Ku Klux Klan com escritório na sala oval.

O Genocídio passa assim incólume, legitimado pela ignorância, pelo pavor e pela mais ampla e aviltante canalhice alguma vez urdida na história da Humanidade. Na linha cronológica dessa História e na sucessão das transformações operadas nas décadas mais recentes, todos estes acontecimentos eram plausíveis e previsíveis no pior dos cenários. E o pior dos cenários concretizou-se, evidentemente.

Comments

  1. Rui Santos says:

    Canalhice e alarvidade intelectual numa orgia de insultos e teorias surreais. Vergonhoso.

  2. abaixoapadralhada says:

    Este Aventar está cada vez pior. É cada nojento.
    Abílio, vai dar banho ao cão e não nos faças perder tempo com tretas

  3. Julio Rolo Santos says:

    Estes pseudo sabichões servem-se do Aventar para descarregarem as suas frustrações como seres humanos tentando iludir os incautos para servirem de amortecedores para o seu falhanço pessoal. Eu não alinho nessa farça.

  4. azeitona says:

    Gente sem escrúpulos habita esta direita portuguesa cada vez mais fascista sem vergonha

    Comparar o incomparável e mentir desavergonhadamente é a ideologia desta canalha sem pudor .
    Devemos comparar os óbitos deste ano com um ano semelhante de ondas De calor brutais que ocorreram em 2020.

    • Amora de Bruegas says:

      “A ignorância é atrevida!” dit. popular
      1.º- facismo é uma variação do socialismo, logo não é de Direita. Nasceu, cresceu e morreu na Itália.
      2.º- “ondas de calor brutais” não tem noção do que isso é. O calor este ano, foi sensivelmente o mesmo do ano passado e o termómetro não passou acima dos valores da época sazonal de outros anos.

      • Plátano das Canárias says:

        Se a «azeitona» demonstra alguma ignorância, já a «Amora de Bruegas » não lhe fica atrás.
        Se é verdade que o calor deste Verão em nada difere do calor do Verão passado, já o fascismo como uma variação do socialismo, é para rir. Bem vistas as coisas, demonstra que as Amoras de Bruegas devem saber a palha, aquela coisa que se dá aos asininos.
        Antes de mandar bacuradas, vá ler com olhos de ver, o que se escreveu ao longo de décadas sobre o Partido Nazi Alemão (Partido Nacional Socialista).

  5. Paulo Marques says:

    Para a direita privilegiada e cobarde, o parlamento não é legítimo quando lhe vão à fé católica ou do mercado. Nem este, nem o da União, que só recebe louvores quando é para fazer disparates com contas de merceeiro.
    As mortes hão-de ter alguma coisa a ver com os 63 cortes na saúde que foram ordenados, ou com a completa desregulação do sector social que tem 140 lares ilegais a fechar por ano, e as medidas com a necessidade de reabrir as lojas de pastéis de nata que deixaram como modelo para o país. Mas não, o problema é sempre a sodomia para quem não quer sair do armário. Ou do claustro, claro.
    Seriedade não é com eles, só projecção.

    • Paulo Marques says:

      E importa lembrar que em países sem estado totalitário o genocídio corre bem pior.
      Mas tem sempre boa solução, use a puta da máscara e evite sair. É fácil, e as pessoas decentes podiam ir vendo os país sem medo de os matar. Pense nisso e no que Jesus faria.

    • Paulo Marques says:

      Nem o Supremo Tribunal é legítimo, presume-se.

  6. Claudia says:

    Este Paulo Marques é um retardado. Percebe-se: nem saiu do armário nem lhe comeram a pei**da, daí a frustração e o babujar constante.

    A vida segue.

    • POIS! says:

      Pois parece uma resposta…

      De quem a tem bem cheia e pensa que os outros a invejam…Olhe que não, Claudia, olhe que não…

    • Paulo Marques says:

      E a Cláudia junta-se ao minoritário coro que bate na mesa porque não tem factos a favor.


  7. O Jg Menos e o Osório tiveram um filho e chamaram-lhe Abílio?

  8. Luís Lavoura says:

    Governantes e quase todos os seus opositores limpam todos os dias os pés à Constituição da República portuguesa, suprimindo Direitos, Liberdades e Garantias de modo totalmente ilegal, estando em vigor, de facto, um Estado de Sítio não declarado nem legitimado nos termos e imposições constitucionais exigíveis a um Estado de Direito.

    Assino por baixo. É isto mesmo.

  9. Luís Lavoura says:

    Há um excesso, portanto, de 4030 óbitos em apenas seis meses, que se explica, evidentemente, pelo brutal bloqueio do acesso ao Serviço Nacional de Saúde

    Não necessariamente. 2020 tem sido até agora o ano mais quente desde que há registos. O calor execessivo pode provocar mortalidade excessiva.

    Deve-se comparar a mortalidade de 2020 com a de outros anos muito quentes, em vez de a comparar com a média de não-sei-quantos anos.

  10. Filipe Bastos says:

    Mas alguém tem dúvidas que a reacção ao covid matou muito mais – MUITO MAIS – que o covid matou ou mataria?

    Ou que os responsáveis, aqui e noutros países, persistem neste caminho mais para salvar a face do que por qualquer razão médica, logística ou científica?

    Não concordo com tudo deste post, mas é verdade que certa classe, sobretudo esquerda-caviar, defende isto porque:

    1) é o seu querido governo xuxo-comuna-berloqueiro;

    2) estão descansadinhos em casa e têm dinheirinho certo, seja do Estado ou de um cargo confortável que permite trabalhar de casa, ao contrário de muita gente.

    Claro que a direita não lhes fica atrás: por trás da indignação contra as limitações à liberdade individual, ou o enjoo perante a histeria anti-Trampa e anti-Bozonaro, como se fossem eles a origem de todos os males do mundo, está também o egoísmo.

    A direita, como sempre, defende o status quo. Quer que tudo volte ao ‘normal’, sendo o normal os pés-rapados a trabalhar, com ou sem covidas, e os mamões a mamar.

    • Paulo Marques says:

      Se não há dúvidas, espero pelo link do paper científico que fez as contas.
      A esquerda defende o mínimo de medidas sanitárias é porque é a forma de combater a pandemia com alguma proporcionalidade, não é por o governo ser socialista (lol) ou ser apoiado por comunistas (hahahaha), ou por o bloco mandar nalguma coisa (rofl). Se o estados continuam a preferir fazer de conta que não financiam a economia aumentando contas sem precisar de dívida para nada, isso nada tem a ver com manter as lojas de pastéis de nata abertas para os bifes.

      • Filipe Bastos says:

        O “mínimo de medidas sanitárias” é fechar na prática os hospitais, mandar embora os utentes, adiar consultas e exames e tratamentos e tudo o mais que têm feito?

        Passei em Santa Maria, o maior hospital do país, várias vezes desde o início da ‘pandemia’: sempre às moscas. As pessoas deixaram de ter doenças, ataques, acidentes? A ser assim, que o covid nunca desapareça: faz milagres!

        Há muito que isto não é proporcional, se é que alguma vez o foi. E o governo não é socialista, é xuxa. Mas que é apoiado – e branqueado – por comunas e berloqueiros, lá é isso é.

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