Inflação, direita radical e extrema-capitalista

Tax the rich. Now.

Comments

  1. J. Pimenta says:

    Agora vem a besta do Menos, dizer que sim senhor está muito bem ter grandes margens de lucro….
    Não há pachorra ! Porra!

  2. Paulo Marques says:

    Cuidado, Mendes, olha que é putinista!
    Mas, é pá, sim, a mensagem não devia ser de ninguém para taxar porque sim e fica o problema resolvido. O importante é descer o aumento de preços parcialmente artificiais e compensar quem tem que lidar com eles.
    Se é para pagar à finança internacional, mais vale deixar como está.

  3. JgMenos says:

    A cretinagem sempre segue o catecismo mais elementar de afirmação/ negação de evidências.
    – As empresas sempre aumentam preços para ter mais lucros – ignorando que altos preços diminuem vendas.
    – Reclamam a defesa do planeta – sem nunca querer prescindir do aumento do consumo.
    – As crises sempre afetam mais as maiorias – como se fosse expectável que afetassem mais as minorias.
    – Os juros afetam quem investe antes de poupar – como se os juros não remunerassem as poupanças.
    – Quando pensam em impostos, logo acreditam serem devidas benesses que estimulem o consumo – como se pagar dívidas não diminuísse juros.

    Conforme a conveniência da vaga de idiotice mais em voga, logo levantam bandeiras e do complexo fazem simples e do controverso constroem o lapidar.
    Vivem felizes nas suas certezas de cada dia e olhando-se ao espelho sempre se querem ver vitimados!
    Grunhos!

    • POIS! says:

      Pois, citando…

      “A cretinagem sempre segue o catecismo mais elementar de afirmação/ negação de evidências.”

      Muito bem! E a prova é mais esta Alta demonstração de Economia do Bitaite de que é supremo representante o seguidor de catecismos JgMenos.

      Senão vejamos:

      Primeira citação

      “As empresas sempre aumentam preços para ter mais lucros – ignorando que altos preços diminuem vendas”.

      Ora bem, Herr Menos…já ouviu falar de uma coisa chamada elasticidade da procura?

      Se o pão aumentar para o dobro, acha que a procura desce para metade?

      Se a eletricidade aumentar para o triplo, Vosselência desliga o quadro durante 16 horas, e está resolvido?

      Se depender de um medicamento e este aumentar 50%, vosselência corta na dose e morre alegremente só para chatear a multinacional, diminuindo-lhe as vendas?

      Segunda citação:

      “As crises sempre afetam mais as maiorias – como se fosse expectável que afetassem mais as minorias”.

      Chama-se a isto uma de Olápalíssio! Mas…está Vosselência a responder a quem? Só se for, mais uma vez…a Vosselência!

      Onde é que viu tal lapalissada escrita? No post não foi de certeza…

      Terceira citação:

      “Os juros afetam quem investe antes de poupar – como se os juros não remunerassem as poupanças”.

      Pois eu digo a Vosselência que há três coisas que eu nuca vi, principalmente nos tempos que correm: um homem a parir (1), um defunto a ressuscitar e os juros a remunerarem poupanças.

      Não me diga que Vosselência acredita que o dinheiro que os bancos emprestam provém das poupanças…De onde vem? Pois pergunte ao Pai Natal que ele explica-lhe, Quem acredita numa coisa, tem de acreditar na outra…

      (1) Embora digam que Vosselência poderá vir a constituir exceção, tornando-se assim o primeiro salazaresco grávido…pelo Menos, de Venturosas esperanças…

      • JgMenos says:

        Reconheço a valia de temperares o teu ridículo humor com a tua larvar ignorância!

        • POIS! says:

          Pois mais uma vez…

          Se demonstra que o chefe da cambada nunca está satisfeito.

          Experimente Vosselência, ó chefe, poupar e vai ver quanto acumula de juros. Depois vem o Banco e rapa tudo em comissões.

          Com um bocado de sorte ainda fica a dever.

          É por essas e por outras que a cantiga da capitalização individual das contas da Segurança Social é uma treta.

          Milhões de americanos ficaram a zero na crise do “subprime”. Tipos com 80 anos de idade ficaram sem nada e tiveram de voltar a trabalhar para, ao Menos, terem seguro de saúde.

          Devolve-se: grunho!

          • JgMenos says:

            Estou hoje generoso ao ponto de te dizer mais o seguinte:
            – Os bancos prestam um serviço, que se os juros não o pagarem, terão que o pagar as comissões.
            – Se os juros cobrados são baixos, também o serão os juros pagos.
            – Se isto não fosse um país de leis que protegem ladrões e caloteiros, os bancos não seriam o único destino das poupanças.
            Julgo que isto te ocupará a superfície cerebral por alguns segundos.

          • Paulo Marques says:

            Ó Menos, até tu sabes que se o modelo de negócios da banca são as comissões, algo vai muito mal no capitalismo.

          • POIS! says:

            Pois tá bem, ó minhoca…

            A generosidade de um ignorante é sempre comovente.

            A minha mãezinha ensinou-me o valor da tolerância, mesmo para com as nulidades intelectuais.

            Fica então demonstrado que, pelo Menos, o futuro está no colchão.

    • Paulo Marques says:

      “– As empresas sempre aumentam preços para ter mais lucros – ignorando que altos preços diminuem vendas.”

      Em monopólios/oligopólios de recursos essenciais? Aonde quando? Até porque, da esquerda à direita, nenhum partido não reclama quebra de impostos e outros apoios directos ou indirectos (diferentes, mas de mercado livre não têm nada).

      “– Reclamam a defesa do planeta – sem nunca querer prescindir do aumento do consumo.”

      Aumento de consumo do quê e de quem? Nunca ouviste falar de fazer mais com menos recursos, ou achas que o decrescimento e os GND são suposto ser o quê?

      “– As crises sempre afetam mais as maiorias – como se fosse expectável que afetassem mais as minorias.”

      É suposto afectar todos; mas se tirares a minoria protegida que acumula à custa dos outros, sabes bem quem são os primeiros a ir para a rua

      “– Os juros afetam quem investe antes de poupar – como se os juros não remunerassem as poupanças.”

      Para haver poupanças tem que haver aumentos, mas não pôde haver aumentos do ordenado real durante 5 décadas para manter a força laboral habituada a não querer coisas. Como as contas são para pagar, não há poupança, só crédito.
      E, ao contrário dos nossos pais, nem os juros são fixos, nem há onde as poupanças não percam dinheiro. Qual é esse mítico lugar para investir? Dívida pública, acções, ETFs, depósitos a prazo (lol), até a porcaria da criptocoisa não rendem perto da inflação

      “– Quando pensam em impostos, logo acreditam serem devidas benesses que estimulem o consumo – como se pagar dívidas não diminuísse juros.”

      Ainda nesta? O BCE não define o juro? A direita insiste no corte do IVA, do IRS, e do raio que os parta é para estimular o quê? O investimento para stock dos oligopólios? E, já agora há algum que não tenha sido condenado pela AdC ainda?

      Vir com insultos com tretice mais que desmascarada é de quem, surpreendendo ninguém, nada tem a oferecer. Sugiro essa honestidade na propaganda política se gostam tanto do que chamam de democracia. Duvido que sejam capazes.

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